quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

A minha história e a Educação Física

Aos 27 de fevereiro de 2014 resolvi deixar escrito a minha história que ao meu ver se entrelaça num determinado momento com a história da Educação Física, visto que ela está presente em todos os acontecimentos da humanidade. E por motivo de força maior, o qual não convém comentar aqui, conheci algumas das manifestações da Educação Física aos oito anos de idade; a saber: a capoeira e a musculação e aos 13 anos de idade a dança e as manifestações afro descendente, sendo que aos 17 anos de idade comecei a ensinar estas atividade como professor leigo e percorri um duro e longo caminho até aqui, traçando o caminho inverso de quem atua nessa profissão, pois o normal seria se qualificar para depois ensinar, entendo hoje, que me qualifiquei fazendo. Agora após ter cursado 4 anos de licenciatura na Faculdade Maria Milza posso afirmar que a vida de ensino como professor leigo me deu um acumulado de conhecimento que nenhum nível superior do mundo pode fornecer, a carga horária desses mais de 20 anos de prática excede e muito a carga horária de todo o curso superior, que é mais de 3 mil horas. A propósito recebi educação formal das atividades afro descendente do professor King no SESC de Nazaré em Salvador. Além desse contato pratico tive um contato formal nas aulas do ginásio, período em que a minha geração obtinha contato com a Educação Física. Nesse tempo as aulas de Educação Física eram no turno oposto, cujo os conteúdos eram: calistenia e futsal, quando o professor comparecia. Durante esse momento também as manifestações da Educação Física eram artigo de luxo, fora das escolas publicas os espaços para essas praticas eram raros e muito caro. Então no dia 25 de janeiro de 1971 nascia um menino que 43 anos depois se graduaria em Licenciatura em Educação Física. O Brasil estava encerrando o Regime Militar e iniciando a Nova Republica, muitos setores da sociedade são rediscutidos tomando novos rumos. A Educação Física se contorce nas suas entranha e resolve rever o seu papel na sociedade, se mobilizando para ações inteiramente políticas. Depois de desconsiderar o trato com o corpo o foco agora são as questões sociais, seus pensadores influenciados principalmente pelas ideias de Mark transforma-se em políticos que trabalham com o corpo, o resultado disso é um caos na área, onde a Educação Física perdeu sua identidade, sua essência e sua forma. Hoje existe dois grandes grupos, um tensiona e direciona a Educação Física para a Saúde e um outro para Educação Política e social e as duas de caráter reducionista.       
      

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Uma esperança para nós



Sentença suspende restrições à atuação dos licenciados em educação física na Bahia e em Sergipe
Com a decisão, os licenciados na área podem atuar tanto como professor em instituições de ensino, quanto em espaços de educação não-formal, a exemplo de academias de ginástica, clubes, espaços de lazer, de recreação e de práticas desportivas.
A 10ª Vara da Justiça Federal suspendeu qualquer ato que possa restringir o campo de atuação dos profissionais graduados em cursos de licenciatura em educação física no âmbito funcional do Conselho Regional de Educação Física da 13ª Região (Cref13/BA-SE). Com a decisão, os licenciados na área podem atuar tanto como professor em instituições de ensino, quanto em espaços de educação não-formal, a exemplo de academias de ginástica, clubes, espaços de lazer, de recreação e de práticas desportivas. A sentença confirma uma liminar, de fevereiro deste ano, e atende pedidos de uma ação civil pública proposta pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, do Ministério Público Federal na Bahia (MPF/BA).
Com a sentença, de 24 de setembro último, os Conselhos Federal e Regional de Educação Física não poderão mais emitir as carteiras com a indevida anotação “Atuação Educação Básica”, relativamente aos profissionais originários dos cursos de licenciatura em educação física. Além disso, terão de substituir as carteirinhas, já emitidas com essa anotação, de todos os beneficiários que solicitarem a alteração e sem nenhum custo. Os conselhos estão sujeitos também ao pagamento de multa de 500 reais em cada caso comprovado de descumprimento da decisão, e deverão divulgar a sentença em jornal de grande circulação, afixar aviso na sede do Cref13/BA-SE e nos respectivos endereços eletrônicos por, no mínimo, 60 dias.
A ação foi proposta por conta da restrição imposta pelo Cref13/BA-SE à atuação dos licenciados, limitando-a aos ambientes escolares. Além de não poder trabalhar em ambientes não acadêmicos, os profissionais ainda recebiam a carteirinha do conselho com a aposição da frase “Atuação Educação Básica” no anverso da carteira profissional. A prática do Cref13/BA-SE respaldava-se nas resoluções nº s 182/2009 e 112/2005 do Conselho Federal de Educação Física (Confef). De acordo com essas normas, as carteiras profissionais seriam expedidas em conformidade com a formação acadêmica do graduado, com a existência de um campo específico para distinguir a atuação profissional.
Lei não faz restrição - Para o MPF, as duas resoluções do Confef são ilegais e vão de encontro à Lei 9.696/98, que trata da inscrição dos profissionais de Educação Física nos respectivos Conselhos Regionais. A lei “não faz qualquer tipo de restrição quanto à natureza do curso de ensino superior (licenciatura ou bacharelado), exigindo apenas o diploma obtido em curso de Educação Física, oficialmente autorizado ou reconhecido”, afirma o MPF na ação ajuizada em dezembro do ano passado. Ainda de acordo com o órgão, não competem aos conselhos profissionais estabelecer limitações ao exercício profissional das respectivas categorias, e sim, verificar se existem ou não óbices legais ou administrativos para o desempenho da atividade reivindicada.
Na sentença, o Judiciário concordou com a argumentação do MPF ao entender que a Lei nº 9.696/98 não apresenta distinção entre os profissionais de educação física de cursos de licenciatura ou bacharelado, e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação apenas exige que os profissionais que exerçam a docência na educação básica sejam portadores de cursos de licenciatura. Para reforçar a tese, o Judiciário cita os artigos 5º, inciso XIII, e artigo 22, inciso XVI, da Constituição Federal, segundo os quais apenas lei em sentido formal poderia impor requisitos para o desempenho da atividade profissional, “não cabendo aos conselhos profissionais, em cerceio ao direito fundamental ao livre exercício da profissão, por meio de resolução ou quaisquer atos normativos infralegais, restringir a atuação dos educadores físicos licenciados aos ambientes escolares”, diz a decisão.
O Confef e o Cref13/BA-SE ainda podem recorrer da decisão.
Número da ação para consulta processual: 44645-56.2011.4.01.3300/ 10ª Vara Federal

Leia também:
Assessoria de Comunicação
Ministério Público Federal na Bahia
Tel.: (71) 3617- 2295/2296/2299/2474/2200
E-mail: ascom@prba.mpf.gov.br
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19/10/2012

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Técnicas de apreensão do conhecimento científico



Técnicas de apreensão do conhecimento científico
esboço
Definição de:
Leitura
Grifo
Anotações
Dissertações
Formas e níveis de leitura
Leitura decodificadora: é uma simples decodificação dos sinais ortográficos; as letras, as sílabas, palavras, frases e parágrafos. Leitura superficial na busca de conhecimentos científicos, ler-se títulos, subtítulos, orelhas resumos, apresentações e outros.
Leitura inspensional: caracteriza-se pelo tempo estabelecido para a leitura, a arte de folhear sistematicamente.
Leitura analítica é minuciosa, completa, a melhor que o leitor é capaz de fazer. É ativa em grau elevado. Tem em vista o entendimento com profundidade.  
Leitura sintopica: leitura comparativa de quem lê muito correlacionando-os entre se, nível ativo e laborioso da leitura.
Detalhes sobre a leitura
Os quatros níveis de leitura são cumulativos.
A leitura de mundo antecipa-se a leitura das palavras e a leitura das palavras influencia a leitura de mundo.
Técnicas de leitura segundo MORGAN e DEESE:
Levantamento, pergunta, leitura repetição e revisão.
Segundo MOLINA (1992. p. 3) são sete os passos a serem seguidos na leitura.
Visão geral do capitulo, Questionamento despertado pelo texto, Estudo do vocabulário, Linguagem não verbal ,Essência do texto, Síntese do texto, avaliação.




 Percepções do leitor
O leitor competente transita a vontade pelos quatros níveis de leitura com desenvoltura e autonomia. Esse tipo de leitor é assíduo porque vê na leitura fontes indispensável de novos conhecimentos. Que estariam a sua disposição quando necessário. O leitor precisa observar o que o autor diz. Ele faz leitura comparativa com outros textos que trazem o mesmo assunto. Verifica a relação do texto com o autor. Busca conclusões e entendimentos sobre o texto. Sobre o objeto pesquisado. Os tipos de percepções do leitor são: processamentos ascendentes parte das ideias especificas para as gerais. Descendente  ideias gerais principais é fluente e veloz. A percepção madura utiliza ambos os processos, é consciente e ativo.   









  Grifos
Modos de grifos
Único, duplo e vertical. Um grifo para uma palavra ou tópico frasal. Dois para diferenciar de outros elementos e um grifo vertical para parágrafos.
                                 Os grifos devem ser com inteligência
Conteúdos a serem grifados.
Termos gramaticais
Morfológicos:
Verbos
Advérbios
adjetivos

Sintáxico:
Frases
orações

Articuladores de coesão





Semânticos



Vocabulário



Premissas



Articuladores de texto de Coerência.

















Anotações
Formas de anotações
Corridas





Esquemáticas






Resumidas












Conteúdos das anotações
Morfológicas



Sintáxicas




Técnicos






Semânticos








Treinamentos e aplicativos
Leituras









Grifos







Anotações




Dissertações


Dissertação
Fragmentos da dissertação







Normas técnicas da dissertação






Conteúdos dos fragmentos





Dialética das dissertações


  


Referencia
MEDEIROS, João Bosco. Redação Cientifica, A pratica de fichamento, Resumos e Resenha. Atlas S.A. São Paulo. 8º Ed. 2006.