quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Brincando de construir conhecimento



Tomando conhecimento do seu próprio corpo
O corpo serve de referencia para diversos conceito e aprendizado, sendo a infância a fase que a criança desenvolve o seu esquema corporal com atividades de movimento diversas. ...” a criança delimita seu corpo próprio do mundo dos objetos através das atividades praticas realizadas nas pesquisas do ambiente. Os jogos e os trabalhos de coordenação global permitem prolongar essa experiência vivenciada com o corpo durante o período pré-escolar.”...
Esse movimento inicia-se no ventre materno, predominando até os cinco anos de idade sobre os estímulos recebidos por outros órgãos do sentido, reforçando a teoria de Wallon, onde, deixa entender que a cognição da criança inicia-se pelo movimento. ...” até os cinco anos , os elementos motores e cenestésicos dominam e tem prevalência sobre os elementos visuais e topográficos. Esta prevalência está em relação segundo De Ajuriaguerra , com a aquisição da dominância lateral.”...  Pelo que se vê há um aumento linear da consciência corporal ao mesmo tempo a ciência do seu eu. Tomando consciência do seu próprio eu a criança se apropria sucessivamente de outros conhecimentos, tomando sempre como base seu esquema corporal. O esquema corporal da origem a: noções espaciais, lateralidade, direcionalidade, logico-matemático, intensidade pouco, muito, pequeno grande maior menor; todos esses conceitos são ampliados e articulados. Uma vez apendido isso de seu próprio corpo, pode ser transferidos e aplicados em outros universos e realidades. Com o tempo a criança e capaz de verbalizar esses conhecimentos podendo tratar deles de forma abstrata. Na sua dinâmica de todo dia, em suas atividades de: jogos, brincadeiras e similares a criança desenvolve habilidades motoras que se transformam em conceitos práticos e depois abstratos, só que de maneira inconsciente. Cabem aos adultos, em especial os professores dessa fase direciona-los melhor para tal proposito. Para tanto o livro de Le Boliche trás nas paginas 162 e 163 um programa de proposta educativa visando desenvolver tais habilidades e conceitos citados a cima. ... ”controle tônico e consolidação da dominância lateral. Descoberta e tomada de consciência das diferentes partes do corpo com verbalização. Para isto o educador chamará a atenção da criança sobre a associação das sensações cenestésicas: sensação de pressão, de contato mais finos, e visuais. Por vezes a criança de olhos fechados, trabalha unicamente as sensações cenestésicas . jogo de imitação a fim de trabalhar a representação mental de seu próprio corpo. Orientação do seu próprio corpo com verbalização. A criança deve estabelecer  relações espaciais cada vez mais precisa entre as diferentes partes do corpo, a fim de alcançar o conhecimento dos eixos do corpo, condição indispensável para ter acesso ao corpo orientado.
Referencias LE BOULCH, O DESNVOLVIMENTO DA PSICOMOTRICIDADE, do nascimento até aos 6 anos de idade

A FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA DA NOVA ERA



UMA NOVA FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Existe hoje uma quantidade significativa de matriz teórica, sendo que todas são consideradas, e pretendem ser ou se consideram superiores umas as outras. A veemência e a força argumentativa empregada em cada uma são sobremodo convincentes. No entanto, quando elas se propõem a explicar, estudarem ou investigarem um mesmo objeto há um confronto. Neste momento acontecem os embates e o dialogo de surdo, onde, cada uma, tenta si sobre por a outra e o foco deixa de ser o objeto para serem outras questões. Questões essas que não interessa aqui explicar. Por este motivo busca-se uma alternativa teórica. E  para alicerçar tamanha pretensão levantam-se algumas argumentações de natureza epistemológicas: os conhecimentos científicos de sustentação das matrizes teórica não são sinônimos de verdade, é baseado num senso comum científico, onde predomina o método e a técnica e não a existência a realidade. A razão sozinha, nem uma única fonte, são capazes de explicar com segurança e confiabilidade, todos os problemas e objetos existentes num cosmo tão vasto. A razão teria que ser perfeita e livre de influencia externa, para realizar tal feito, caso muito raro. A razão existente é construída historicamente, sendo passível de todo tipo de adversidade. Sabe-se que o logos foi eleito em substituição à divindade, a mística a coisas sobre naturais. E não por ser submetida a um estudo aprofundado, e como resultado demonstrou-se capaz e idônea. Além dos problemas levantados sobre a consciência, o pensar humano tem-se o da postura hegemônica do conhecimento científico.
Rascunho
Primeira racionalização epistemológica; Como se construiu ou se constrói o conhecimento? Como os homens construíram o conhecimento? Quais são os alicerces do conhecimento, da ciência do homem? Quais são ou quais foram suas fontes de conhecimento? Á que nível de dialogo epistemológico estão o conhecimento? Apropriando-se da epistemologia: após buscas em algumas literaturas sobre o assunto verificou-se que: o homem se considera capaz de responder e explicar todos os problemas, fenômenos e objetos pela razão e ciência mediante técnica e método de investigação. Sendo que existem duas categorias ou teoria; o materialismo e o idealismo. TRIVINOS 2006 e muitos outros teóricos já explicaram um pouco sobre isso. No entanto para realizar tamanho feito, precisará de um longo tempo. Isto é processual e evolutivo. Para se apropriar dos conhecimentos os homens buscavam de fontes, sendo a primeira a religião a mística, seres divinos e sábios instruíam os homens, depois a filosofia o logos e por ultimo a ciência. ...”É comum ouvir em nossa época que o conhecimento humano se desenvolveu em três fases diferentes: das quais a primeira seria a religiosa, a segunda filosófica e a terceira científica”... curso de filosofia v.I. p.12. Eram três grupos de homens que dividiam o poder e a destra um do outro. Eles governavam o mundo com toda regalia. Essa união durou milênios, uma média de 4500 anos. Após a idade média se separam e cada um formulou a sua teoria sobre a vida, juntou-se os filósofos e cientistas e se opuseram aos eclesiásticos bíblicos. Negando-se toda conhecimento oriundo da igreja e sua fonte. Surgiu o materialismo. Como principio atribuíram qualidades da fonte eclesiásticas a matéria, afirmando ser ela in-criada e indestrutível eterna. O homem e a matéria passaram a ser o centro de todas as coisas. Além dessa existe outras ideologias antropocêntrica. O básico da essência de todas elas é a negação da origem divina. Vale destacar as máximas do materialismo, pois considera-se fortíssima e verdadeira. Existe uma verdade objetiva, a existência antecede a essência, a razão reflete a realidade, a realidade existe independente da razão, a prática é o critério da verdade. O concreto antecede o abstrato há leis na natureza que são aplicadas na sociedade. A matéria e incriada indestrutível eterna, oriunda de partículas que se desenvolveram ao longo de milhões de anos até chegar a esta complexidades de hoje. A matéria tem a capacidade de evoluir. Com relação ao homem afirma-se: O homem é um ser culto construído historicamente, o homem é capaz de conhecer a verdade, esse conhecer é processual evolutivo, só é capaz de conhecer através da razão e da ciência. Essa afirmativa pode ser aplicada sendo fácil de verificar. Associando-se o entendimento disse: o homem é capaz de conhecer a verdade, mas, muitas coisas turvam seu entendimento. Uma das coisas que embaçam o entendimento do homem é de natureza epistemológica. O fato de só aceitar a razão e a ciência para se construir e  aceitar o conhecimento a verdade. Isso se constitui um duplo problema, porque a razão como o homem foi construída historicamente, sendo assim esteve sujeita as imperfeições do processo, a ciência que se sustenta unicamente nas argumentações da razão esta sujeita as mesma imperfeições. Isso pode ser considerado de natureza factual. A afirmativa de que o homem é cultural, torna-o fruto do meio, seu comportamento, seu modo de pensar reflete a sociedade que ele estar inserido, por isso sua razão não é idônea. Tirando o foco da razão e do homem, analisando a historia, percebeu-se que todo o debate ocorre sobre um pano de fundo oculto, que a luta pelo poder, o poder para explorar o homem. Não se busca a verdade das coisas, mas um saber hegemônico que faça calar outros, para dominar e usufruir da vida alheia. A ciência trabalha com verdades validas temporariamente. Muitos conhecimentos não são acrescidos, e sim diminuídos e inferiorizados. Analisando os fundamentos do materialismo percebe-se que: ela se contrapõe ao conhecimento religioso, elegeu a matéria como ponto de partida, atribuiu a matéria qualidades místicas, qualidade essa considerada inacreditável. Os grupos pertencentes a cada matriz teórica se degladeiam intelectualmente. Algumas literaturas já apontam e descrevem a crise da ciência, ou de diversos de seus segmentos. Para sobreviver e manter a sanidade em meio a esse caos precisa-se: posicionar-se, fundamentar-se e elaborar uma epistemologia mais eficiente e eficaz. Baseando-se  na sensatez, equilíbrio e bom senso. Essa nova epistemologia fundamenta-se: na união das fontes, no acréscimo das descobertas, na seleção de princípios; independentes da matriz teórica, os conhecimentos devem resolver os problemas da humanidade. É preciso   continuar acreditando na ciência, na bíblia e em todas as fontes de conhecimento. Considerar cada uma, complemento da outra, sem as quais, as descobertas ficariam imprecisas e incompletas. Esse é o único meio para se adquirir a verdade sobre todas as coisas, ou de uma parte dela. Na pratica seria assim: parte da verdade se obteria pela razão, utilizando sistematização o método, se utilizaria os sentidos a experiência para ver se apontava o mesmo resultado, do mesmo modo verificaria se há uma revelação sobre o assunto, ainda seguido essa lógica se consultaria a filosofia. Com todos esses dados de fontes diferentes se cruzaria as informações, vendo o que elas expressam. Esse método de pesquisa se chamaria: união, convergência, somatório, ação conjunta, S.  XXI, contemporânea, 3º M. Verdade=SOMATÓRIO, 4FC. V= EX+RA+FI+BI. A ciência de hoje não busca a verdade, se buscasse depois de quase cinco mil anos certamente teria achado. Ela afirma que busca conhecimentos validos, cujo o tempo da validade é a da elaboração, mediante método aceitável, de uma nova pesquisa. Suas verdades baseiam-se em outras verdades também temporária e validas, onde não se nega nada, mas também não se afirma nada. Como agravante esses conhecimentos só se sustentam por causa da sociedade, instituições e os títulos, que os validam. Vale o encadeamento de ideais, as técnicas os métodos e uma banca que verificando esses requisitos aprova o conhecimento. Decide-se o que é verdadeiro pela quantidade de teórico que esta falando a mesma coisa, formando assim a ciência do senso comum ou ao contrario. O materialismo uma das matriz teórica mais aceita e defendida, atribuiu qualidades místicas ao material, seu fundamento. Isso fizeram os religiosos para se perpetuarem no poder, o materialismo se apropriou das coisas que repudiavam, eternizaram a matéria. O saber hoje esta extremamente fragmentado. Sabe-se muito de pouco e não se sabe articular e associar os conhecimento.
Como buscar e selecionar conhecimento?
Buscar e selecionar conhecimento relacionado ao objeto de estudo.
Todas as fontes são validas.
Só se estuda para intervir na realidade.
O estudo é constante.

    

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Meus fundamentos epistemológicos



FUNDAMENTOS EPISTEMOLÓGICOS
1 Todas as fontes são necessárias quando se busca um conhecimento preciso e verdadeiro.

2 Toda a capacidade humana é indispensável para construir e validar um conhecimento.

3 Cada tipo de conhecimento complementa o outro.

4 Existem uma realidade objetiva de todas as coisas.

5 O homem é capaz de conhecer a verdade sobre todas as coisas.

6 O conhecimento é histórico é construído pelo homem de inúmeras maneiras.

7 A consciência é um reflexo da realidade.

8 A existência vem antes da essência assim como o concreto vem antes do abstrato.

9 Todo conhecimento construído e adquirido deve ser para melhorar a realidade social.

10 Todo conhecimento humano deve ser transmitido e acessado pelas novas gerações.

11 O critério da verdade é o somatório das fontes e das capacidades humanas.
O método proposto pode ser chamado de convergência.





BREVE TRATADO DA SITUAÇÃO ATUAL DA CIÊNCIA
Dentre um numero considerável de coisas que possui um significado respeitável para sociedade está à ciência, percebe-se que desde a sua grande expansão, acompanhado a revolução industrial ela ganhou status privilegiado em todos os seguimentos da sociedade.
É sinônimo de: verdade, credibilidade, certeza e de não serem contestado, suas afirmativas tem força, graças à personagem como: Alhazen, Roger Bacon, Pierre de Maricourt, Jhannes Buridan, Leonardo da Vinci, Isaac Newton, Galileu Galilei, Robert Hooke, Benjamim Franklin, Blaise Pascal, Albert Einstein e tantos outros que realizaram grandes feitos e descobertas na eletricidade, óptica e luz, termodinâmica, química, medicina etc.; trazendo incontáveis benefícios para sociedade.
A ciência influenciou a educação e áreas do conhecimento, o fato é que hoje inúmeros conhecimentos e seguimentos educacionais buscam o titulo de ciência, e o fazer ciência virou uma constante.
Mas o que esse fazer científico traz de si mesmo e da ciência tão respeitada e idolatrada? Para responder a essa problemática se analisará alguns conteúdos expostos por autores que se debruçaram sobre essa temática. Como metodologia para tal estudo se utilizara da pesquisa bibliográfica. CIRCUNCISÃO (2013) 
                                                      Nos tempos modernos, a ciência e altamente considerada. Aparentemente uma crença amplamente aceita de que algo de especial a respeito da ciência e de seus métodos. Atribuição do termo "científico" a alguma afirmação, linha de raciocínio ou peça de pesquisa é feita de um modo que pretende implicar algum tipo de mérito ou um tipo especial de confiabilidade. (CHALMERS, 2010; p.16)


Chalmers (2010, p. 16) continua dizendo mais:


                                     abundância de provas  na vida cotidiana de que a ciência é tida em alta conta, a despeito de um certo desencanto com ela, devido a consequências pelas quais alguns a consideram responsável, tais como bombas de hidrogênio e poluição. Anúncios frequentemente asseguram que um produto especifico foi cientificamente comprovado como mais branqueador, mais potente, mais sexualmente atraente ou de alguma maneira preferível aos produtos concorrentes. Assim fazendo, eles esperam insinuar que sua afirma ao e particularmente bem fundamentada e tal­ vez esteja  além  de contesta ao.  Numa veia similar, urn recente anuncio de jornal recomendando a Christian Science era intitula­ do: "A ciência fala e diz que a Bíblia Cristã é comprovadamente verdadeira", e prosseguia nos dizendo que "ate os pr6prios cientistas acreditam nisso atualmente". Aqui temos um apelo direto à autoridade da ciência e dos cientistas. Poderíamos muito bem perguntar: “Qual é a base para tal autoridade”?




E Chalmers prossegue na pagina seguinte o qual se vai transcrever na integra por encontrar nesses textos elementos para essa discussão.


                                     A alta estima pela ciência não esta  restrita   a  vida  cotidiana e a mídia popular. É evidente no mundo escolar acadêmico e em todas as partes da indústria do conhecimento. Muitas áreas de estudos são descritas como ciências por seus defensores, presumivelmente num esforço para demonstrar que  os métodos usados são  tão firmemente embasados e tão potencialmente frutíferos quanta os de uma  ciência  tradicional como a física. Ciência política  e ciências sociais são agora  lugares comuns-. Os marxistas tendem a insistir que o materialismo hist6rico é uma ciência.  De acréscimo, ciência bibliotecária, ciência administrativa, ciência do discurso, ciência florestal, ciência de laticínios, ciência de carne e animais, e mesmo ciência mortuária são hoje ou estiveram sendo recentemente ensinadas em colégios ou universidades americanas. 1 Autointitulados "cientistas" nesses campos podem  frequentemente ver a si mesmos seguindo o método empírico da física, o que para eles consiste  na coleta de dados por meio de cuidadosa observação e experimentos e da subsequente derivação de leis e teorias  a partir  desses  dados por algum tipo de procedimento lógico. Fui recentemente informado por um colega do departamento de hist6ria, que aparentemente tinha absorvido esse  rotulo  de empiricismo, de que  não é possível hoje escrever uma  hist6ria da Austrália porque ainda  não  dispomos de urn  numero suficiente de dados. Uma  inscrição na  fachada da   Social Science Research Building  na Universidade de Chicago diz: "Se você não  pode  mensurar seu conhecimento e escasso  e insatisfatorio”. 2 Sem duvida, muitos de seus habitantes, aprisionados em modernos laborat6rios, esquadrinham o mundo através das barras  de aço de seus algarismos, não conseguindo perceber que o método que se empenham em seguir  não é apenas estéreo e  infrutífero, mas também não é método ao qual deve ser atribuído o sucesso da física. A visão equivocada de ciência referida acima será discutida e demolida nos primeiros capítulos deste livro.

  

     
 
Nos tempos modernos, a ciência e altamente considerada. 
Aparantemente há uma crença amplamente aceita de que há algo de especial a respeito da ciência e de seus métodos. Atribuição do termo "cientifico" a alguma afirmação, linha de raciocínio ou peça de pesquisa é feita de um modo que pretende implicar algum tipo de mérito ou um tipo especial de confiabilidade. (CHALMERS, 2010; p.16)

 Chalmers (2010, p. 16) continua dizendo mais:

 Há abundância de provas na vida cotidiana de que a ciência é tida em alta conta, a despeito de umcerto desencanto com ela, devido a consequências pelas quais alguns a consideram responsável, tais como bombas de hidrogênio e poluição. Anúncios frequentemente asseguram que um produto especifico foi cientificamente comprovado como mais branqueador, mais potente, mais sexualmente atraente ou de alguma maneira preferível aos produtos concorrentes.

 Assim fazendo, eles esperam insinuar que sua afirmação é particularmente bem fundamentada e tal­ vez esteja além de contestações. Numa veia similar, um recente anuncio de jornal recomendando a Christian Science era intitula­do: "A ciência fala e diz que a Bíblia Cristã é comprovadamente verdadeira", e prosseguia nos dizendo que "até os próprios cientistas acreditam nisso atualmente". Aqui temos um apelo direto a autoridade da ciência e dos cientistas. Poderíamos muito bem perguntar: "Qual é a base para tal autoridade?

 E Chalmers prossegue na pagina seguinte:

 A alta estima pela ciência não esta restrita a vida cotidiana e a mídia popular. É evidente no mundo escolar acadêmico e em todas as partes da indústria do conhecimento. Muitas áreas de estudos são descritas como ciências por seus defensores, presumivelmente num esforço para demonstrar que os métodos usados são tão firmemente embasados e tão potencialmente frutíferos quanta os de uma ciência tradicional como a física. Ciência politica e ciências sociais são agora lugares comuns.
 Os marxistas tendem a insistir que o materialismo histórico é uma ciência. De acréscimo, ciência bibliotecária, ciência administrativa, ciência do discurso, ciência florestal, ciência de laticínios, ciência de carne e animais, e mesmo ciência mortuária são hoje ou estiveram sendo recentemente ensinadas em colégios ou universidades americanas.

1 Autointitulados "cientistas" nesses campos podem frequentemente ver a si mesmos seguindo o método empírico da física, o que para eles consiste na coleta de dados por meio de cuidadosa observação e experimentos e da subsequente derivação de leis e teorias a partir desses dados por algum tipo de procedimento logico. Fui recentemente informado por um colega do departamento de história, que aparentemente tinha absorvido esse rótulo de empiricismo, de que não é possível hoje escrever uma história da Austrália porque ainda não dispomos de urn número suficiente de dados. 

Uma inscrição na fachada da Social Science Research Building na Universidade de Chicago diz: "Se você não pode mensurar, seu conhecimento é escasso e insatisfatório. " Sem dúvida, muitos de seus habitantes, aprisionados em modernos laboratórios, esquadrinham o mundo através das barras de aço de seus algarismos, não conseguindo perceber que o método que se empenham em seguir não é apenas estéreo e infrutífero, mas também não é método ao qual deve ser atribuido o sucesso da física. A visão equivocada de ciência referida acima será discutida e demolida nos primeiros capítulos deste livro. 
Este autor coloca em xeque os atributos da ciência e ele não é o único: (BRACHT, 2007,p. 95) .. nas questões fundamentais o conhecimento cientifico desenboca em insondaveis incerteza. ... o que está hoje em questão é o própio paradigma da ciência moderna ou a racionalidade ciêntifica. e Marques apud Bracht (1993) de iqueridoura a razão converte-se a iquerida. Essa crise que na opinião de Santos (1988, p. 54) não apenas é profunda mas é irrevessível ( ou indica um recomeço, como querem M. O. Marques e P. S. Rouanet) é o resultado de condições sociais e teoricas.   Mas, o que fazer diante de tamanho caos ciêntifico? As próximas postagens trarão as respostas,  aguadem.