quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Resumo do Artigo Epistemologia da Inteligência

RESUMO
Quando o paradigma existente não é suficiente para melhorar a realidade social, deve-se produzir um novo paradigma. Esse novo paradigma deve ser uma ferramenta de construção de conhecimento mais preciso no processo de investigação de objetos e fenômenos, pois, a epistemologia existente, assim como seus métodos, técnicas e procedimentos são deficientes e não buscam conhecimentos verdadeiro e útil, e sim conhecimentos validos independentes da essência dos objetos e fenômenos. Causando  uma grande distorção nas interpretações e conclusões, inviabilizando a aplicação pratica tanto da epistemologia existente quanto a sua produção de conhecimento, surgindo a inquietação: o que fazer quando os paradigmas existentes não são suficiente para melhorar a realidade social? Sendo a construção de novos paradigmas a única resposta capaz de garantir o avanço da ciência. Então o presente estudo vai demostrar a deficiência da ortodoxia acadêmica, oferecer métodos, técnicas e procedimentos alternativos, apresentar a importância do conhecimento de mundo, construir uma nova epistemologia. Essa pesquisa estar fundamentada nas ideias de Augusto Jorge Cury Inteligência Multifocal, não foi uma pesquisa realizada no rigor do tradicionalismo acadêmico em muitos aspectos, em outros sim. É uma pesquisa na qual se encontra nela multielementos e procedimentos científicos, sendo uma pesquisa de mesclagem. Se iniciando com uma pesquisa empírica aberta, qualitativa, bibliográfica e de campo. E uma vez terminado esse estudo há um rompimento com o que ficou caracterizado como: deficiente, antiquado e envelhecido e passa-se a usar o novo: a Epistemologia da Inteligência na produção e analise de conhecimentos sobre objetos e fenômenos, a partir de então.

Palavras chaves:1.Paradigma; 2.Epistemologia; 3.Inteligencia; 4.Ortodoxia; 5.Trajetória.

Introdução do Artigo: Epistemologia da Inteligência

INTRODUÇÃO
A sociedade é sustentada por inúmeros paradigmas que são utilizados por milhares de pessoas, para modificar sua realidade social, melhorando-a, a exemplo da: religião, politica e ciência, logo enquanto as pessoas vão obtendo resultado satisfatório vão se utilizando de paradigmas existentes, mas o que fazer quando se verificar que os paradigmas atuais não são suficientes para melhorar a realidade social de uma comunidade, de um grupo e de toda uma sociedade? Sendo que há mais de uma resposta para esse problema, no entanto a única resposta plausível para o paradigma aqui investigado é a construção de novos paradigmas. Esse novo paradigma deve ser uma ferramenta de transformação mais preciso, principalmente no processo de investigação de objetos e fenômenos.
Pois a epistemologia existente assim como seus métodos, técnicas e procedimentos são deficiente e não buscam conhecimentos verdadeiro e útil, e sim, conhecimentos validos independentes da essência dos objetos e fenômenos. Causando uma grande distorção nas interpretações e conclusões, inviabilizando a aplicação pratica tanto da epistemologia existente quanto a sua produção de conhecimento, surgindo à inquietação: o que fazer quando os paradigmas existentes não são suficientes para melhorar a realidade social? Sendo a construção de novos paradigmas a única resposta capaz de garantir o avanço da ciência. 
 Nessa discussão verificou-se também que a deficiência apontada na epistemologia era multifatorial estava ligada a ortodoxia acadêmica que engessava e impedia a mobilidade intelectual, que se limitava aos muros das universidades, isolando e desprezando a trajetória de seus pesquisadores antes das instituições de nível superior, trajetória essa em alguns casos riquíssima; em conhecimento e procedimentos; e aqui, demostra-se que o conhecimento deve partir do real e retornar para o real.
Essa pesquisa mostra tanto o conhecimento sendo construindo nas intemperes da vida quanto o pesquisador percorrendo um logo caminho nos desertos existenciais da vida, para construir a Epistemologia da Inteligência, culminando no nível superior.
Então se teve a intenção de: demostrar a deficiência da ortodoxia acadêmica, oferecer métodos, técnicas e procedimentos alternativos, apresentar a importância do conhecimento de mundo, construir uma nova epistemologia, assim como renovar a crença na Ciência de que ela é capaz de resolver os muitos problemas da sociedade atual.
Essa pesquisa estar fundamentada nas ideias de Augusto Jorge Cury Inteligência Multifocal, não foi uma pesquisa realizada no rigor do tradicionalismo acadêmico em muitos aspectos, em outros sim. É uma pesquisa na qual se encontra nela multielementos e procedimentos científicos, sendo uma pesquisa de mesclagem. Se iniciando com uma pesquisa empírica aberta, qualitativa, bibliográfica e de campo.
O estudo responde a três perguntas básicas; uma de origem central e outras duas ligadas à primeira, que são: O que fazer quando os paradigmas existentes não são suficientes para melhorar a realidade social? Como construir novos paradigmas? Quais critérios a utilizar para se construir novos paradigmas? Assim de uma forma direta precisa vão se tecendo o discurso teórico da Epistemologia da Inteligência, um discurso que denuncia a falência da ciência, ao mesmo tempo em que; apresenta uma ferramenta indispensável na atualidade, para se construir saberes revolucionários. Pois a sociedade a muito sofre com problemas gravíssimos em todas as áreas e em todos os seguimentos, independentes de classes sociais. Há muito tempo, a uns duzentos anos, e para ser mais preciso com o advento da Ciência moderna. Após a revolução industrial e francesa o homem decidiu direcionar o curso da sua historia; construindo e aperfeiçoando conhecimentos durante algum tempo, havendo avanços significativos em toda a sociedade mundial, isto é: a chamada sociedade civilizada.
Mas hoje a ciência depõe contra ela própria com os seguintes termos: pseudociência, ciência em crise, ciência em caos ciência falida e coisas semelhantes, o incrível é a continuação da reprodução de conhecimentos nos mesmos moldes que a levou ao atual quadro.
Então numa atitude ousada, mas também cientifica, se propõe, nessa obra, uma vez terminado esse estudo: o rompimento com o que ficou caracterizado como: deficiente, antiquado e envelhecido e passa-se a usar o novo: a Epistemologia da Inteligência na produção e analise dos conhecimentos sobre objetos e fenômenos, a partir de então.
   



Apresentação do artigo: a Epistemologia da Inteligencia

APRESENTAÇÃO
A Epistemologia da Inteligência é uma construção de conhecimentos únicos, em todos os sentidos e aspectos, ela é a construção da própria historia, de um pesquisador e cientista que se inicia na realidade social perpassado os muros das universidades e retornando para pratica social. Se justificando pela necessidade de buscar soluções  significativas para as mazelas do paradigma chamado ciência, mazelas essas denunciadas por diversos autores, se elaborando o seguinte problema: O que fazer quando o paradigma ciência não é suficiente para melhorar a pratica social da própria ciência?
A única resposta plausível é a construção de novos paradigmas, resposta essa, capaz de garantir a recuperação e o avanço da ciência, remetendo também a reposta, a mais duas perguntas: Como construir novos paradigmas? Quais critérios a utilizar para se construir novos paradigmas? Então o presente estudo terá como objetivos: demostrar a deficiência da ortodoxia acadêmica, oferecer métodos, técnicas e procedimentos alternativos, apresentar a importância do conhecimento de mundo, construir uma nova Epistemologia.
Essa pesquisa estar fundamentada nas ideias de Augusto Jorge Cury Inteligência Multifocal, não foi uma pesquisa realizada no rigor do tradicionalismo acadêmico em muitos aspectos, em outros sim. É uma pesquisa na qual se encontra nela multielementos de procedimentos científicos, sendo uma pesquisa de mesclagem. Se iniciando com uma pesquisa empírica aberta e depois qualitativa, bibliográfica e de campo.
Como denuncia, a obra informa que a epistemologia existente, assim como seus métodos, técnicas e procedimentos são deficientes e não buscam conhecimentos verdadeiro e útil, e sim conhecimentos validos independentes da essência dos objetos e fenômenos. Essa atitude irrefletida causa uma grande distorção nas interpretações e conclusões, inviabilizando a aplicação e pratica tanto da epistemologia existente quanto a sua produção de conhecimento, surgindo à inquietação: já citada acima, como também à única resposta capaz de garantir o avanço da ciência.
E para que o avanço proposto da ciência seja garantido há uma demonstração da trajetória de pesquisa cientifica percorrida na construção da nova epistemologia, assim como os diversos contextos em que ela foi forjada, como também os momentos históricos as atitudes bem pensada e aplicada para se garantir a formação de conhecimentos verdadeiros e útil. Os métodos e procedimentos as fontes de saberes e tudo mais que contribuíram para seu surgimento e uso. 
 E uma vez terminado esse estudo, há uma proposta de rompimento com o que ficou caracterizado como: deficiente, antiquado e envelhecido e uma adesão ao novo: a Epistemologia da Inteligência na produção e analise de conhecimentos sobre objetos e fenômenos, a partir de então.

Artigo: A Epistemologia da Inteligência


A TRAJETÓRIA DE PESQUISADOR E CIENTISTA EM ENFOQUE FORMAL
Para melhor entender o que faz um pesquisador precisa-se definir, o que é pesquisa e pesquisador; então, utilizando-se de uma definição simplória se tem a pesquisa como ação ou efeito de pesquisar, uma busca, uma investigação. Ou ainda, pesquisar é: buscar com diligência, investigar fazer pesquisa a respeito de; esquadrinhar.  XIMENES (2OOO)
 Logo pesquisador; é aquele que pesquisa, busca e investiga. Como também, pesquisador é aquele que realiza um profundo trabalho investigativo, no qual terá que: nomear, classificar, definir, analisar, comparar, criar hipóteses, leis, conclusões e diversos instrumentos que contribuam nas elucidações de suas pesquisas; e após elucidar os fatos, fará exposição de suas descobertas, onde terá que: descrever, explicar, demostrar coisas e fenômenos; fazendo muitas vezes as relações de causas e efeitos.
 Podendo na elaboração de seus textos utilizar-se de: uma crônica, descrição, dissertação bem como outros estilos literários, ou ainda mescla-los num mesmo texto.
O ROSTO HISTÓRICO
Traçar a trajetória do pesquisador e cientista baseado nos métodos e técnica ortodoxa é impossível e inviável, pois, pela logica cientifica, os métodos e as técnicas são tão importantes quanto os ocorrido ou para alguns juízes dos conhecimentos científicos, os procedimentos técnicos são mais importante que os acontecimentos. Portanto, a ideia aqui, não é produzir um texto no rigor da estética metodológica cientifica, mas, provar que os conhecimentos, aqui construídos e demostrados, foram confeccionados com idoneidade e responsabilidade. Eles foram elaborados processualmente durante um tempo de vida de uma pessoa, em espaços educacionais formais e não formais, com auxilio e sem auxilio institucionais e paradigmas.
Como foi dito escrever uma trajetória de pesquisa e ciência baseado em ortodoxia cientifica não é possível nessa obra, mas a abra não ficará sem apresentar procedimentos, métodos e técnica nessa trajetória de pesquisador e cientista.  Sabe-se que; os procedimentos, os métodos e as técnicas, estão ligadas intimam as quatro fontes ou tipos de conhecimento, que são: o empírico, o filosófico, o religioso e o cientifico.
Os conhecimentos filosóficos, o religioso e o cientifico não são comuns a todas as pessoas e a todas as culturas, nem estão disponíveis a todas as fazes da vida de um homem ou individuo, mas, o empírico sim. Então, os outros conhecimentos, para fazer parte da atuação do homem, em atividades sociais, dependerão de múltiplas variáveis psicossociais. Assim sendo, não se deveria exigir conhecimento e procedimento formal e institucional a uma vida de pesquisa e construção de conhecimento.
Mas como foi dito o objetivo é fornecer procedimentos métodos e técnicas não ortodoxos, mas, de mesmo rigor e seriedade.
Então para se entender melhor o exposto se traz para dialogo uma contribuição de CURY 2006, onde ele diz: elementos psicossociais que contribuíram para promover minha trajetória de pesquisa.
 Então, só por este pequeno trecho; pode-se afirmar: que há contribuições nas pesquisas que vão além da ortodoxia. E em outros textos ele denuncia que a cultura acadêmica engessa a pesquisa além de nos tornar prisioneiros intelectuais. (CURY 2006).
E começado a apresentar hábitos científicos, salienta-se um dos instrumentos aqui utilizados na trajetória de pesquisador: a observação, a pratica com reflexão e nova pratica com reflexão. E isso seguidamente, em diversos contextos, em diversos momentos do desenvolvimento da pesquisa, com pessoas em diversas faixas etárias.
Esse procedimento durou cerca de trinta anos (de 1987 – 2015) fornecendo um acumulado significativo de conhecimento empírico-pratico-reflexivo; reaplicável. E aliado a esse costume empírico acrescentou-se o hábito de literatura ligada a pratica empírica.
Com verificação e comparação entre teoria e pratica, considerando quais teorias coincidia com a pratica empírica, ao mesmo tempo em que se aplicavam as coisas contidas na teoria que não se fazia na pratica, deu-se então a auto didatologia, uma busca própria responsável pelo conhecimento teórico do movimento, do movimento porque esse era o objeto mais pesquisado na época.  
Agora essa trajetória de pesquisador e cientista não ortodoxo se fundamentava em duas fontes a pratica e a teoria de livros diversos sobre a área.
Nesse ínterim de trajetória de pesquisador e cientista, houve também a contribuição da educação formal de nível médio nas matérias especificas do curso. E principalmente das matérias de: Educação Física, Psicologia, Filosofia e Sociologia no Curso de Administração de Empresas. (Colégio Estadual Helena Celestino de Magalhães)
Então essa trajetória cientifica de pesquisa empírica, chamada assim por que não foi inicialmente orientada por mecanismos metodológicos acadêmicos propositadamente. Como também não foi uma única “metodologia”, nem tudo se deram constantemente em instituições de ensino.
Nem, na medida em estavam acontecendo os processos mentais dialéticos acadêmicos, os pensamentos e os mecanismos mentais dispensaram os conhecimentos empíricos.
Começa-se a ter acesso com a introdução dessa Educação Formal de Segundo Grau a métodos e técnicas de estudos e apreensão de conhecimento, ainda que segundo o tribunal intelectual esses estudos sejam precários e inferiores.
Pode-se concluir segundo o que foi exposto até aqui que de fato há métodos e técnicas de apreensão de conhecimento tão digna e idônea quanto, os construídos por graduados nos muros de uma Universidade. Seja lá qual for a sua capacidade de validação e titularização da instituição.
Mas a trajetória aqui relatada de pesquisador e cientista não parou no empirismo, nem no autodidatismo nem tão pouco nas matérias humanas bem como nas técnicas de estudos aprendidas no curso médio de Administração de Empresa. Ver-se-á que, foi muito além.
Além dessa capacitação de nível médio houve cursos de capacitação continua; em Universidade como a Católica e a Convenção Nordeste de Fitness, chamada Fitness Brasil.
Agora junto com todas as vivencias, conhecimento de mundo, Educação Formal de Segundo Grau, acrescenta-se a essa trajetória de pesquisador e cientista, os métodos as técnicas e os conhecimentos de nível superior, ainda que parcial.
O primeiro curso feito foi Pedagogia do Lúdico com o professor: Acursio. Nesse tempo de trajetória já se tinha desenvolvido critérios de pesquisa, o volume de conhecimento adquirido eram sobremodo grande. E era como é impossível guardar ou considerar todo tipo de saberes, adotaram-se então os seguintes critérios de pesquisa ou de verdade: os conhecimentos teriam que ter uma aplicabilidade pratica (social profissional ou pessoal); os conhecimentos teriam que melhorar a realidade social, e ainda os conhecimentos não poderiam contradizer os outros conhecimentos já adquiridos, bem como, as outras fontes consagradas e utilizadas na formulação de conhecimentos.
 Pois, esses também foram adquiridos mediante critérios rigorosos de apreensão de saberes. Os cursos Universitários parciais não graduais, aqui chamados, são os mesmo exigidos como atividades complementares validos em todos os cursos de nível superior, não sendo poucos os cursos feitos.
Assim pouco a pouco vão se configurando a memoria essencial de pesquisador e cientista que serão acessadas no curso de licenciatura em Educação Física, que dará um diferencial como graduando da FAMAM. Além de lhe fornecer condições de refutar e questionar muitos ensinamentos, agora, dentro de um lugar onde se constrói conhecimentos científicos.
Havia uma motivação intrínseca pelo conhecimento, como diz Cury; uma sede de conhecimento que respirava a pesquisa empírica inicialmente. Com tudo isso, já havia uma consciência de pesquisa ou um desejo de conhecer mediante critérios rigorosos, ou rigor cientifico, porém não ortodoxos, a veracidade dos conhecimentos analisados.
Assim, com uma consciência critica acuradíssima, um senso critico extraordinário. Ou altamente desenvolvido, partiu para mais uma capacitação, a capacitação de professor primário.
Ingressou no curso normalista; no INSTITUTO CENTRAL DE ENSINO ISAÍAS ALVES, com uma consciência critica acuradíssima, já tinha também um senso critico extraordinário e altamente desenvolvido. Essa desenvoltura critica era fruto das inúmeras criticas que recebia, aprendeu e aperfeiçoou a ação de criticar, as que recebia eram infundadas, a que ele fazia era fruto de pesquisa, inicialmente empírica.    .
O ingresso no curso normalista; no INSTITUTO CENTRAL DE ENSINO ISAÍAS ALVES, era um curso que forneceria o titulo de professor primário para ministrar aulas nas escolas de Salvador.
Esse curso foi de extraordinário direcionamento na trajetória de pesquisador e cientista, pois exigiu uma aquisição especifica sobre o conhecimento Educação, além dos seus métodos e técnicas de didática e aprendizagem.
Esse aluno normalista, embora, não conhecesse ainda a frase de Sócrates: o que sei é que nada sei, sabia que nada sabia sobre a Educação bem como seus Métodos, Técnicas de Ensino Aprendizagem, Teorias e Tendências Pedagógicas bem como toda a problemática envolvida nessa área de nível primário do saber. Conscientizou-se da sua ignorância educacional.
E motivado pela sua real ignorância, espirito de pesquisador e cientista chega a uma conclusão: precisa investigar a Educação, toma a decisão de resolver esse problema, decide atuar como pesquisador e cientista, entra mais uma vez em ação a auto didatologia e a pesquisa semi-cientifica.
Há uma busca intencional sobre a Educação. Ele pesquisa em livros mais livros e muitos livros na biblioteca do ICEIA, sua biblioteca particular, (pois já tinha uma) e em outros lugares; reflete e faz inúmeras anotações.
Não admitia a existência de um professor ignorante, este tinha que saber e mais do que os alunos no mínimo. Então se passou a conhece-se sobre o objeto de estudo Educação também desenvolveu um conhecimento acurado sobre métodos, técnicas e pedagogias ligadas a Educação brasileira e do mundo bem como pensadores e educadores.
Esse objeto Educação bem como toda sua problemática criou raízes no pesquisador e cientista e o instigava a estudar, a saber muito mais do que os cursos e os professores das aulas passavam.
O desejo de conhecer sobre a Educação frutificava e aumentava a cada descoberta mesmo quando as conclusões sobre os achados eram frustrantes e desanimadoras. Com  todo esse zelo e desenvoltura na pesquisa cientifica não ortodoxas já era possível: selecionar, fazer comparações, tirar conclusões em muitos aspectos de inúmeros assuntos, disciplinas, assim como refutar a práxis de professores do curso Normal. 
Aliado a isso houve uma possibilidade de se testar as teorias educacionais, teria mais uma atitude de pesquisador e cientista, a experimentação, ir a campo para estagiar em diversos níveis do ensino primário, poderia observar no seu local de trabalho a atuação de outros professores, além da sua própria pratica. Esse pesquisador e cientista, aplicaria  uma pesquisa de campo, onde o pesquisador participa do experimento.
Trabalhou então, de tempo integral em escolas publicas e privadas de Salvador. A trajetória traçada configura-se a cada momento em pesquisa e ciência. Talvez não admitida pela comunidade acadêmica; mas que ocorreu de fato.
 Trajetória por que os relatos da uma ideia de caminho percorrido em uma direção linear, e pesquisador e cientista porque houve uma busca, pesquisa, investigação e aquisição de conhecimentos com critérios rigorosos, e ainda, muito mais, uma aplicação de conhecimento. 
A ortodoxia acadêmica valoriza a defesa de uma tese para consagrar uma pessoa pesquisador e cientista. No entanto se houver estudo comparativo sobre trajetória de pesquisador ortodoxo e não ortodoxo, pode-se chegar a conclusão que a realidade social valida muito mais os conhecimentos de um pesquisador do que uma banca. E sem fazer tal estudo e analise, chega-se a conclusão que: o aqui exposto supera e muito em todos os aspectos aos pesquisadores e cientistas institucionais.
Há de fato nesses relatos muitos procedimentos de pesquisa e inúmeras atitudes de pesquisador e cientista. Os cursos de nível médio em muitos casos fornece uma gama de conhecimento muito maior do que muitas especializações.
Neste curso de Magistério alguns matérias tiveram  carga horaria de três anos, a Psicologia, a Filosofia e a Sociologia por exemplo, além de: Jogos Recreações e Brincadeiras.
Com esse curso de capacitação de professores para ministrar aulas no primário, são agora dois objetos pesquisados: o Movimento a Educação, as inter-relações (Educação e Educação Física), bem como toda problemática ligada a eles.  
Logo baseados em estudos históricos filosóficos específicos já era possível perceber a grande importância da Educação, assim como, pontuar as relações entre o ensino das serie iniciais e a Educação Física.
Foi possível também aperfeiçoar Método e Técnica sobre a Educação, reavaliar concepções pedagógicas e tudo mais relacionado a esses objetos de estudo, conheceu-se sobre Paulo Freire, Emília Ferreira de Almeida, Anísio Teixeira, Jean Piaget, Rui Barbosa, Skinner, Pestalozzi, Freud e muitos outros personagem e pensadores da Educação mundial e brasileira.
Houve uma busca pelo conhecimento em cursos de capacitação continuada, Pedagogia do Lúdico, Step Aero Local, Manifestações Afrodescendentes e inúmeros outros de Educação formal.
Até aqui algumas questões relacionada a Educação e o movimento já haviam sido solucionada, o pesquisador e cientista agora com um acumulado de conhecimento prévios e de mundo com uma consciência critica e reflexiva estuda para o ingresso no curso superior de Educação com duas opções licenciatura em Educação Física e Pedagogia. Estuda para o vestibular da UFBA, em poucos meses pesquisa em dezenas de livros, busca a leitura de mais de 15 romances, mas lê só: Iracema, Vidas Secas, Jubiaba, Dom Casmurro.
Resgata o Inglês, faz as provas sendo reprovado, no entanto, adquire mais conhecimento. Tenta posteriormente em 2009 o vestibular da FAMAM, em Cruz das Almas-BA sendo, aprovada no curso de Licenciatura em Educação Física, com uma duração de quatro anos fora a atividade complementar de 200 horas.
Inicia-se as aulas, sua turma era a de 2010.1 no turno noturno.
Agora o pesquisador e cientista teria acesso a métodos e técnica de pesquisas cientifica, um conhecimento elevado, em muitos sentidos comparados aos outros, teria acesso há milhares de livros nessa instituição agora superior, e seu local de habitual permanência, e mais frequentado durantes os quatro anos de curso foi a biblioteca da Faculdade Maria Milza.
Mas nesse ínterim ele já tinha uma consciência de pesquisador e cientista também já tinha desenvolvido um método particular de aprendizagem já sabia o que era o jargão aprender a aprender. Começou então a construir sua Epistemologia no nível superior.

O SENSO CRITICO REFLEXIVO DE PESQUISADOR E CIENTISTA
Era um aluno critico reflexivo o que foi idealizado por muitos pensadores como Paulo Freire, isso o forçava a:
1 Nunca acreditar passivamente o que lhe era ensinado
2 Fazer comparação com o que tinha aprendido nos primeiros cursos
3 Fazer associação entre temas, áreas, pensadores, as escrituras sagradas e suas próprias conclusões.
4 só aceitar após esses procedimentos o que os professores ensinava
4  rejeitar quando as informações eram conflitantes
5 Questionar os professores
6 Refutar independente do parecer do senso comum acadêmico
7 Investigar acuradamente cada assunto apresentado e debatido em sala de aula
8 Rejeitar todo tipo de conhecimento duvidoso e inútil
9 Seguir dois princípios básicos para aceitar um conhecimento e se apropriar dele, o binômio verdade e utilidade dos saberes;
10 Todo conhecimento teria que ser suficiente para melhorar sua realidade e pratica sócio profissional.
Na sua interação com as obras de muitos autores e concepções pedagógicas, percebeu que algumas ideias eram, uteis verdadeiras e aplicáveis. Extraindo do histórico materialismo dialético alguns de seus saberes; tais como: critérios da verdade, realidade objetiva, e outros. Uniram-se a estes saberes aos que já possuía para se garantir a produção de conhecimentos verdadeiros e uteis.
Então seguindo essa ideia de Marx o critério da verdade, que eram sua pratica e realidade social, buscando-se também os escolásticos que tinham como critério da verdade: a Bíblia que foi aceita como verdade absoluta durante milênios e em muitos países. Passou-se a usar ambos como critério da verdade.
 Ou seja, por sua vivencia e pratica profissional; adotou a ideia de critério da verdade de Marx e por ser um estudioso e pesquisador da Bíblia adotou as escrituras também como critério da verdade, principalmente das coisas que considerava mais importante.




EFETIVAÇÃO DA FORMAÇÃO DA CONSCIÊNCIA DE PESQUISADOR E
CIENTISTA
A consciência de pesquisador e cientista do agora graduando da FAMAM já havia sido iniciada durante sua trajetória de vida, como autodidata, estudante de nível médio nos cursos de Administração, Magistério, nos cursos de formação continuada e na sua pratica profissional em escolas publicas e privadas, academias e projetos sociais em vários níveis de ensino.
E agora forçosamente pesava sobre ele a função social de universitário, onde teria que produzir conhecimento mediante metodologia do trabalho cientifico. Teria que se aprofundar nos ensinos desenvolver pesquisa e estende-la para a sociedade cumprindo os efeitos da tríade obrigatória do nível superior o ensino, a pesquisa e a extensão.  E foi isso que fez.
Dedicou-se mais e mais a pesquisa inicialmente do seu objeto de estudo a Educação Física.
Pesquisava e construía conhecimento e apresentava trabalho frente a uma banca em eventos acadêmicos que esquadrinhava e oferecia pareceres seus conhecimentos.  
E como exemplo de apresentação cita-se: a III Semana da Educação Física da FAMAM com a produção: QUAL A CONTRIBUIÇÃO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM NO CONTEXTO ESCOLAR? E do SEP: Seminário Estudantil de Pesquisa e Extensão da FAMAM (2013) com a produção; A SISTEMATIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO FÍSICA COMO AREA DE CONHECIMENTO.
Participava de eventos em outras Universidades, tais como; o SBPC na UFRB, ministrando curso de coregência. (Ciência Tecnologia e Inovação no Recôncavo Bahia) e (I RECITEC, Ciência, Tecnologia, Inovação e Cultura no Recôncavo Bahia) 2010\2011. Aplicava conhecimentos na comunidade de Toquinha, através do projeto de extensão da FAMAM.
Socializava conhecimentos na Universidade de Salvador, palestrando, no curso de ADM. Com Habilitação em Gestão Hoteleira, e na FIB, Faculdades Integradas da Bahia no Curso de Turismo. Debatia e dialogava em diversas conferencias tais como: III Conferência Estadual do Esporte em Salvador; Ministério do Esporte (2011), do II Fórum Pró-Igualdade Racial e Inclusão Social do Recôncavo, Cruz - BA (2009). Sendo essa sua rotina, pesquisar, produzir apresentar e debater conhecimento em diversos espaços acadêmicos ou não.
Rejeitava muitos pareceres de mestres e doutores sobre muitos assuntos nesses debates. Aprofundou-se e mergulhou assiduamente na matéria Metodologia dos Trabalhos Cientifico, pesquisou muito a Epistemologia, a Filosofia, a História, Psicologia, Sociologia e em inúmeras outras matérias.
Seu repertório de perguntas e inquietações tinha sido ampliado e não dizia respeito a suas questões sócio profissional seus questionamentos eram de proporções geopolíticas de alcance mundial, uma decisão deveria ser tomada:
 Se  tornar um espectador passivo da vida acadêmica ou ser diferente, e a logica falou mais forte, porque, era impossível ser passivo no lugar que obrigatoriamente era um espaço especifico para praticar a dialética.
Os confrontos eram constantes, sendo estes confrontos o que faltava para terminar de forjar a consciência de pesquisador e cientista. Então ficou configurado um Pesquisador e Cientista com uma Epistemologia Métodos e Técnicas de construção de conhecimento diferente.
No entanto muito mais preciso do que os paradigmas epistemológico e metodológico das universidades, um saber inovador e revolucionário partido de dois princípios indispensáveis a construção de conhecimento que fossem capaz de mudar a realidade social: cuja as raízes seriam: verdade e utilidade de cada conhecimento que eram exaustivamente pesquisados.
RECEBENDO E SE APROPRIANDO DOS CONHECIMENTOS ACADÊMICOS
Como foi dito acima na Faculdade era o lugar de debate, mas, de confronto de ideias, com métodos e técnicas cientifico, dando a pessoa certa finesa e sofisticação nos discursos teóricos. Todos precisavam se apropriar dos mecanismos de capacitação universitária e entre elas os espaços de aprendizagem. Então a biblioteca foi um dos primeiros espaços a ser frequentado assiduamente, os fórum de atividades acadêmicas e depois os projetos de pesquisa e extensão.

APROPRIAÇÃO DOS CONHECIMENTOS MÉTODOS ACADÊMICOS E  TÉCNICAS
Nas pesquisas feitas na biblioteca orientado pelas matérias: Português Instrumental, Técnicas de Estudos e Metodologia dos Trabalhos Científicos aprendeu-se sobe os fundamentos científicos na construção do conhecimento. Onde se identificou a Ideologia, ou Concepções Teóricas Cientificas. A Fenomenologia, o Positivismo, o Racionalismo, o Materialismo, e o Estruturalismo. Todos com métodos, técnica e procedimentos acadêmicos científicos, onde para se construir conhecimento cientifico se precisava das literaturas básicas, que eram consultadas: LAKATOS, MARCONI E TRIVINOS.
Após inúmeras idas e vindas na biblioteca lendo, escrevendo, anotando refletindo sobre as metodologias do trabalho cientifico chegou-se a conclusão que aqueles saberes contemplava o primeiro principio da Epistemologia da Inteligência;  o principio da utilidade. Ou seja, os métodos, as técnicas e os procedimentos eram instrumentos necessários  ou ferramentas indispensáveis para e o pesquisador e cientista construir conhecimentos validos, porém, haviam problemas e lacunas enormes naqueles conhecimentos e ainda não contemplava o outro principio da Epistemologia da Inteligência, isto é a verdade.
 Havia um desejo nos teóricos de hegemonia do seu saber, no entanto, todos os objetos ideológicos, com seus métodos técnicas e procedimentos eram deficientes em alguns momentos, ou em algum ponto.
Chegou-se então a uma atitude logica em pesquisa e ciência: a partir daquele momento não era mais possível seguir os costumes acadêmicos; que eram o de narcisismo cientifico, mesmo porque a prioridade não deveria ser o partidarismo e a vangloria acadêmica, mas sim; construir instrumentos que fossem capazes de fornecer conhecimentos verdadeiros e uteis.
Ou seja, que fossem capazes de mudar a realidade social, resolvendo seus problemas, ou ainda instrumentos epistemológico capazes de garantir ao graduando capacidade intelectual para construir saberes inovadores e revolucionários. Como Cury disse: tornar o universitário um engenheiro de ideias. Mas ideias de raízes na verdade e utilidade real das coisas.
Pensou-se então numa Nova Epistemologia, a Epistemologia do Terceiro Milênio agregou-se verdades e utilidade de paradigmas acadêmicos, utilizou-se de mesclagem, o que havia de verdadeiro e útil em cada um, mediante rigorosos critérios científicos.


VERDADES E UTILIDADES TIRADAS OU EXTRAÍDAS DE ALGUNS PARADIGMAS ACADÊMICOS
1 Existe uma realidade objetiva
2 É necessário um critério da verdade
3 Os problemas devem partir de uma realidade social
4 Primeiro vem o concreto depois o abstrato
5 A razão é fruto do meio, mas a razão posteriormente modifica e constrói o próprio meio
6 A filosofia é útil, mas, estar sujeita as mazelas do homem
7 A Ciência é superior mas não nesses moldes, e ideologia presente
Como graduando consciente, não era possível absorver todo o conhecimento cientifico, sem ferir a consciência critica e reflexiva de um bom leitor pesquisador.
A logica era bem simples: com critérios rigorosos, agora identificados como científicos, oriundos de praticas investigativas, não acadêmicos, confrontava-se o saber acadêmico, proferindo-se um juízo de valor, para se aceitar e assimilar ou não os conhecimentos científicos.
 Esses conhecimentos científicos seriam confrontados com: o religioso (Bíblia), o Filosófico, o Senso Comum e com a própria Pratica Social em alguns casos; os conhecimentos teriam que ser suficiente para melhorar a realidade social,  e não poderiam contradizer nenhum outro.
Então chegou-se a conclusão que: naquele contexto a realidade a ser melhorada era apropriação dos Conhecimentos Científicos e seus Métodos e Técnicas. Mas que paradoxalmente os instrumentos de pesquisas cientificas oferecidos não contemplava essa necessidade acadêmica. Reciclou-se literalmente Ideologias Métodos, Técnicas e Procedimentos e a própria Epistemologia e Ciência.
Falando de outro jeito, os procedimentos existentes, os procedimentos ortodoxos científicos limitavam a capacidade de pensar engessando e impedindo a mobilidade intelectual.
Surgem uns problemas relacionados aos paradigmas; a resolver: o que fazer quando os paradigmas não são suficientes, para melhorar a sua realidade social?
A única resposta que viabiliza o avanço da ciência é: rejeitam-se antigos paradigmas e constrói-se um novo a altura dos problemas sociais.
E essa foi a principal produção de conhecimento nos quatro anos da graduação na FAMAM, de 2010 a 2013, posteriormente como pesquisador e cientista independente (2013 – 2015) e como pós graduando na FACULDADE REGIONAL DE FILOSOFIA CIÊNCIA E LETRAS DE CANDEIAS, curso de Metodologia do Ensino Superior (2015 – 2016) com titularização de especialista.
VERDADES E UTILIDADES TIRADAS OU EXTRAÍDAS DE ALGUNS PARADIGMAS ACADÊMICOS
Com procedimentos métodos e técnicas inovadoras, com a própria ciência. Mas,  acima de tudo; com uma Ciência pura, pois a presente ciência estar impregnada de desejo de hegemonia, afetada pelas relações de poder, pela politicagem e pelo desejo ardente da exploração do homem pelo homem. Mazelas essa que dizimaram povos e foi o motivo da separação da religião, filosofia, politica e ciência, no passado. CIRCUNCISÃO (2010)
Os debates intermináveis dentro das ciências são de caráter ideológico políticos, se debate sobre qual é o melhor e por que. Mas o discurso científico correto seria: qual o melhor resolvedor de problemas, mas para isso teriam que ir para a pratica na sociedade, quando poderiam aliviar seus problemas, ou simplesmente resolve-los. Ai sim, o melhor se revelaria. Ou poderiam ser puros, fundamentando-se na pureza investigativa de Husserl citado por Cury em Inteligência Multifocal pagina 62.
...Husserl foi um pensador de alta qualidade. Ele advogava a tese de que um observador deveria se colocar diante do fenômeno de estudo de maneira pura e ingênuo. Fortalece-se agora com as palavras de Cury: ... Portanto não deveria utilizar uma teoria como suporte da interpretação, pois sua utilização contaminaria o processo de interpretação reduzindo o fenômeno a elemento da teoria, circunscrevendo apenas dentro das possibilidades da teoria, contraído seu caráter original. Cury (2006).
Então ao examinar os diversos objetos que a universidade oportunizava investigar não se adotou nenhuma teoria já existente, porque de fato, elas contaminaram tudo que fora objeto de sua investigação.  Não seguindo os pesquisadores a orientação de Husserl citado por Cury em Inteligência Multifocal.
                           


 SE UTILIZANDO DE PROCEDIMENTOS MÉTODOS E TÉCNICAS INOVADORAS NA AQUISIÇÃO DE CONHECIMENTOS CIENTÍFICOS.
Para se adquirir conhecimentos cientifico verdadeiros se precisa ter:
A realidade como pivô do conhecimento
O problema como superior aos procedimentos
A relevância voltada para a melhora social
A Metodologia Procedimentos e Técnicas contemplando esse três direcionamentos.
Pelos estudos científicos e pesquisas realizadas até aqui não foi possível escolher um só método, técnica e procedimento científicos, que contemplassem na sua totalidade a necessidade de se adquirir conhecimentos confiáveis, o suficiente para ser aplicado e gerar melhoras significativas na realidade social. Ou que resolvessem os muitos problemas do homem atual em todos os aspectos.
Portanto criou-se uma metodologia adequada diante do caos universitário detectado nos estudos científicos na FAMAM, (2010 – 2013) e denunciada por muitos outros autores.
Apresentar-se a nova Epistemologia, cujas Técnicas e Procedimentos são:
Ideológicos, Políticos e Científicos.
Didáticos Epistemológicos.
Onde se entende que uma metodologia cientifica parte de uma ideia desenvolvida com um discurso teórico apresentado, é seguida geralmente, por já ser consagrada pela comunidade acadêmica. Sendo reproduzidas por muitos estudiosos que sucederam a criação dessa metodologia. E como uma ideia pode ou não, ser aceita, aqui se rejeita a Metodologia existente, e parcialmente a ortodoxia acadêmica; esta ação demostra um posicionamento e uma atitude politica.
 O politico, nesse caso, expressa o contrario da passividade acadêmica, estudou-se o paradigma metodológico, analisou-se e rejeitou-se; demostrando-se assim critérios científicos rigorosos.
 Então uma vez realizados e explicados os procedimentos aqui denominados Ideológicos, Políticos e Científicos, passa-se aos procedimentos Didáticos Epistemológicos caracterizando assim, uma Nova Técnica de Metodologia dos Trabalhos Científicos. Para inicio aprendeu-se com os marxistas a necessidade de se adotar ou elaborar um critério da verdade, pois será necessário para emitir um juízo de valor após as pesquisas cientificas realizada.


ELABORAÇÃO DE UM CRITÉRIO DA VERDADE
COMO ELABORAR UM CRITÉRIO DA VERDADE?
Como elaborar um critério da verdade confiável? Foi mas um problema a ser resolvido como pesquisador e cientista, esse critério da verdade talvez seja uma das realizações mais significativa nessa empreitada intelectual.
Desenvolvendo-se ainda o entendimento sobre Metodologia ou Epistemologia Cientifica se percebeu que, o critério da verdade, estava ligado a acreditar que existe sim uma verdade absoluta e ainda que ela era alcançável, mas que, e ainda, um levava a outra. (a crença na verdade absoluta leva ao critério da verdade e vice versa).
  E estudando a Historia notou-se que esse instrumento de classificação de um objeto, para ser verdade ou não, foi utilizado pelo escolástico e posteriormente pelo HISTÓRICO MATERIALISMO DIALÉTICO,  onde TRIVINOS (2006) explica melhor:
                                                    ...sem dúvida alguma o critério da verdade mais importante através da História tem sido o da autoridade. Desenvolveu-se nos povos primitivos, nos quais, a opinião do chefe era quase geralmente a lei. A autoridade dos anciãos para os habitantes do povoado, dos pais para os filhos etc., por exemplo, marcava as normas gerais da existência. Durante a idade media a autoridade esteve representada pela escritura sagradas. A Bíblia constituiu-se no livro portador da verdade. O critério da verdade como autoridade não deve ser aceito dizem nem como evidencia, e muitas outras discussões. Complementa ainda Trivinos (2006).
O fato é que durante mil e quinhentos anos a Bíblia foi aceita como critério da verdade e autoridade sobre vários assuntos.
E aqui na construção da Epistemologia da Inteligência a sua autoridade e seu uso como critério da verdade é resgatado, porém nem ela, nem a Ciência são aceitas isoladamente, na maioria da dialética. O principio de verdade e utilidade, estar contido na Bíblia, e ela mesma fora analisada, mediante rigoroso critério de pesquisa foi considerada verdadeira em tudo. E as muitas atrocidades e os erros no passado que a levaram a seu descredito, não advieram dela e sim do homem religioso. E isso é perfeitamente percebido nos estudos históricos feito por (CIRCUNCISÃO) 2010. 
Então o critério da verdade nesse estudo é chamado de convergente, combinando AUTORIDADE E EVIDENCIA. A autoridade aqui não advém só de status de palavra de Deus, como defendem os religiosos, que diz que Deus não deve ser questionado, e de fato não deve, mas a Bíblia e as suas interpretações sim, e pode. Mediante  critérios claros e justos.
E reafirmando a autoridade da Bíblia, essa vem de evidencias, demostradas mediante estudos rigorosos, aplicado sem distinção, a qualquer fonte de conhecimento. Inclusive foi aplicado na Bíblia por CIRCUNCISÃO (2014-2015).  E nela foi achado: a verdade e utilidade, e muito mais que soma a existência do homem.  As conclusões dos estudos dos fenômenos e objetos teriam que contemplar os seguintes critérios: verdade e utilidade. Para tanto orientou-se nos estudos segundo os apresentados abaixo:

                         PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS EPISTEMOLÓGICOS
1 Seleção de bibliografias que dissertam sobre o assunto independente de concepções ideológicas.
2 Analise e classificação dos achados, entre: relevantes e irrelevantes
3 Comparação entre obras autores e ideias
4 Confrontação com o conhecimento de mundo do pesquisador e cientista
5 Confrontação com o critério da verdade
6 Analise de aproximação entre o assunto a realidade
7 Associação entre teoria e pratica
8 Verificação do que diz a bíblia, o senso comum e a filosofia sobre o assunto
9 Conclusões e aceitação ou não como verdade absoluta. Até que se prove o contrario mediante mesma metodologia.
EXPLICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS EPISTEMOLÓGICOS
A Ciência, ou melhor, o fazer ciência é realmente extraordinário, mas, porém, no entanto todavia não nesses moldes. A ortodoxia acadêmica engessou completamente os estudantes universitários, ao ponto de não ter liberdade nem para selecionar suas próprias bibliografias ou fonte de conhecimento. Pois é pratica comum induzir os alunos nas pesquisas a consultar os mesmo teórico das mesmas concepções teóricas ideológicas e politicas, se utilizando as vezes da ditadura das ideias denunciadas por Cury. Por isso e por tantas outras coisas em todas as pesquisas feitas foram utilizadas uma vasta bibliografia de múltiplas concepções e fontes e depois uma seleção de acordo com a utilidade e verdade expressa em cada obra e fonte, sobre o assunto.   
Para se continuar fazendo ciência com responsabilidade e precisão deve-se ter um senso critico acurado e classificar os conteúdos dos livros pesquisados pois existe muito supérfluo e lixo bibliográfico, veja: segundo BOS, 1992, p. 353, citado por MEDEIRO, p. 239. As teses são um fiasco. Reforça: ... há teses universitárias que são frieiras de alusões e citações; as melhores padecem de uma erudição turística, é carente de nexos lógicos as piores fazem concorrência ao samba do crioulo doido... então como se pode selecionar literaturas para assuntos tão importe frente a uma realidade dessa preocupante deve-se classifica-la entre relevante e irrelevante para não utilizar de termos e classificação pior.
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Existe muitos assuntos que são frequentemente debatidos por dezenas e as vezes, até por centenas de autores e se faz necessário uma comparação e analise entre eles, verificar suas concordâncias e suas discrepâncias ou se há um avanço nas abordagem e conclusões dos temas. Onde as vezes se pode levantar dados estatísticos sobre as coisas mais frisadas nas obras e outras variáveis que ajudam em algumas questões alias essa é uma pratica e um dos discurso algumas vezes para validar um assunto, se utilizando as questões numéricas como critério de verdade o problema que isso expressa mais um senso comum  acadêmico do que critério de verdade, e se todos fazem copia de copia o parecer é um só e na verdade não são informações de varias cabeças pensantes e de um só reproduzido por muitos. Mas a ideia de comparação é valida.
   A confrontação com o conhecimento de mundo ou prévios do próprio pesquisador e cientista talvez seja a evidencia do alto grau de amadurecimento e consciência cientifica por alguns motivos que valem apenas abordar. Precisa-se do desejo cientifico, de ter senso critico e reflexivo sobre a problemática abordada, ter um conhecimento de mundo significativo ao ponto do fluxo vital de pensamento gerarem, ou desencadearem novas ideias sobre o assunto pesquisado.
Como foi enfatizado os conhecimentos não devem ser construído para encherem bancos de dados ou encher prateleiras de bibliotecas e sim ser utilizado no mundo, mas para isso de ser verdadeiro e ter função pratica em algumas área ou momento da existência humana. Mas esse entendimento só pode ser obtido se o conhecimento pesquisado for confrontado com os princípios aqui exaltados.
Pela enorme quantidade de literaturas pesquisada e por se possui um senso critico de pesquisador e cientista percebeu-se que algumas dissertações se afastavam e muito da realidade do objeto pesquisado e da função social do objeto na comunidade, chegando até ser pura ficção cientifica como é o caso do darwinismo e muitos outros.
Entende-se que teoria e pratica andam juntas, são complementares, e mais, não há conflitos entre elas. Alguns conhecimentos são de naturezas profissionais outros de caráter social, mas, ambos são teórico práticos, e isso indistintamente. Sendo observado que se aprende verifica teorias na pratica e que se melhora a pratica com as teorias podendo essa ser uma afirmativa que se deva considerar na construção analise conclusão e aplicação dos saberes.
Então  acreditar de que existe a verdade absoluta e que é possível alcança-la não é uma atitude comum mas necessária, corajosa e ousada pois o quadro é de dois discursos prontos irrefletidos: um é: não há verdade absoluta, ou se existe estar além do nosso alcance; e o outro faz a sua própria verdade absoluta, e aqui afirma-se que ambos as teorias estão erradas e não estão a serviço da ciência e sim de outras coisas. A ciência pode e deve buscar a verdade, mas não com esses paradigmas.
Demostra-se agora a possibilidade de se mudar esses conceitos e cientificamente, com a Epistemologia da Inteligente é realmente possível alcançar a verdade porque ela existe e estar ai para quem quiser em muitos assuntos e temas. Aprendeu-se com a teoria do conhecimento que existem quatro tipos ou fontes de conhecimento, que são: o cientifico, o filosófico, o religioso (bíblia), e o de senso comum.
Todo universitário foi doutrinado a exaltar o conhecimento cientifico e a menosprezar todos os outros e isso sem refletir e proferir um juízo de valor sobre a questão. No entanto submetendo essas fontes de pesquisa a estudos científicos concluiu-se que elas não são todos reprováveis tendo sua utilidade e verdade contidas neles. E não cabe nesse momento explicar os detalhes dessa afirmativa.
Mas só para se pensar: nos conhecimentos chamados científicos existem coisas que se deve desprezar e abominar tanto quanto os outros conhecimentos ou fontes. E ainda a grandeza ou a mediocridade do conhecimento não estar no próprio saber mais na pessoa humana, quando essa é orientada pela Inteligência.
 E lembrando Augusto Jorge Cury somos todos engenheiros de ideias algumas nobres outras nem tanto, porém são só as ideias que são levadas em consideração quando elas surgem e são socializadas, e já dizia o rei Salomão a sabedoria é excelente ainda que o conhecimento do pobre é desprezado. Então considerando essas coisas e muito mais, os conhecimentos científicos precisam-se ser confrontados com outros saberes, para ver se concordam com os outros ou não.
CONCLUSÃO
Como foi visto a Epistemologia da Inteligência promete mesmo muito e tem capacidade para tanto contempla todas as exigências cientificas e ainda lhe acrescenta mais rigor resgatando suas primeiras promessas de quando foram criadas. De oferecer ao mundo a solução para todos os problemas extinção das mazelas sociais e o desenvolvimento e exaltação do humanismo.  









REFERENCIAS
Cury Augusto Jorge, Inteligência Multifocal; Analise da construção de pensamentos e da formação de pensadores 8º ed. Ver- São Paulo Cultrix, 2006.
Marconi Marina de Andrade , Lakatos Maria Eva, Fundamentos de Metodologia Cientifica, ed. 7 São Paulo Atlas 2010.
Modin Batista, Curso de Filosofia São Paulo. Paulus 1961
Trivinos Augusto Nibaldo Silva; Introdução a Pesquisa em Ciências Sociais, A pesquisa qualitativa em educação; ed. 14º. São Paulo Atlas 2006