INTRODUÇÃO
A sociedade é sustentada por inúmeros paradigmas que são utilizados por milhares de pessoas, para modificar sua realidade social, melhorando-a, a exemplo da: religião, politica e ciência, logo enquanto as pessoas vão obtendo resultado satisfatório vão se utilizando de paradigmas existentes, mas o que fazer quando se verificar que os paradigmas atuais não são suficientes para melhorar a realidade social de uma comunidade, de um grupo e de toda uma sociedade? Sendo que há mais de uma resposta para esse problema, no entanto a única resposta plausível para o paradigma aqui investigado é a construção de novos paradigmas. Esse novo paradigma deve ser uma ferramenta de transformação mais preciso, principalmente no processo de investigação de objetos e fenômenos.
Pois a epistemologia existente assim como seus métodos, técnicas e procedimentos são deficiente e não buscam conhecimentos verdadeiro e útil, e sim, conhecimentos validos independentes da essência dos objetos e fenômenos. Causando uma grande distorção nas interpretações e conclusões, inviabilizando a aplicação pratica tanto da epistemologia existente quanto a sua produção de conhecimento, surgindo à inquietação: o que fazer quando os paradigmas existentes não são suficientes para melhorar a realidade social? Sendo a construção de novos paradigmas a única resposta capaz de garantir o avanço da ciência.
Nessa discussão verificou-se também que a deficiência apontada na epistemologia era multifatorial estava ligada a ortodoxia acadêmica que engessava e impedia a mobilidade intelectual, que se limitava aos muros das universidades, isolando e desprezando a trajetória de seus pesquisadores antes das instituições de nível superior, trajetória essa em alguns casos riquíssima; em conhecimento e procedimentos; e aqui, demostra-se que o conhecimento deve partir do real e retornar para o real.
Essa pesquisa mostra tanto o conhecimento sendo construindo nas intemperes da vida quanto o pesquisador percorrendo um logo caminho nos desertos existenciais da vida, para construir a Epistemologia da Inteligência, culminando no nível superior.
Então se teve a intenção de: demostrar a deficiência da ortodoxia acadêmica, oferecer métodos, técnicas e procedimentos alternativos, apresentar a importância do conhecimento de mundo, construir uma nova epistemologia, assim como renovar a crença na Ciência de que ela é capaz de resolver os muitos problemas da sociedade atual.
Essa pesquisa estar fundamentada nas ideias de Augusto Jorge Cury Inteligência Multifocal, não foi uma pesquisa realizada no rigor do tradicionalismo acadêmico em muitos aspectos, em outros sim. É uma pesquisa na qual se encontra nela multielementos e procedimentos científicos, sendo uma pesquisa de mesclagem. Se iniciando com uma pesquisa empírica aberta, qualitativa, bibliográfica e de campo.
O estudo responde a três perguntas básicas; uma de origem central e outras duas ligadas à primeira, que são: O que fazer quando os paradigmas existentes não são suficientes para melhorar a realidade social? Como construir novos paradigmas? Quais critérios a utilizar para se construir novos paradigmas? Assim de uma forma direta precisa vão se tecendo o discurso teórico da Epistemologia da Inteligência, um discurso que denuncia a falência da ciência, ao mesmo tempo em que; apresenta uma ferramenta indispensável na atualidade, para se construir saberes revolucionários. Pois a sociedade a muito sofre com problemas gravíssimos em todas as áreas e em todos os seguimentos, independentes de classes sociais. Há muito tempo, a uns duzentos anos, e para ser mais preciso com o advento da Ciência moderna. Após a revolução industrial e francesa o homem decidiu direcionar o curso da sua historia; construindo e aperfeiçoando conhecimentos durante algum tempo, havendo avanços significativos em toda a sociedade mundial, isto é: a chamada sociedade civilizada.
Mas hoje a ciência depõe contra ela própria com os seguintes termos: pseudociência, ciência em crise, ciência em caos ciência falida e coisas semelhantes, o incrível é a continuação da reprodução de conhecimentos nos mesmos moldes que a levou ao atual quadro.
Então numa atitude ousada, mas também cientifica, se propõe, nessa obra, uma vez terminado esse estudo: o rompimento com o que ficou caracterizado como: deficiente, antiquado e envelhecido e passa-se a usar o novo: a Epistemologia da Inteligência na produção e analise dos conhecimentos sobre objetos e fenômenos, a partir de então.
Nenhum comentário:
Postar um comentário