A TRAJETÓRIA DE
PESQUISADOR E CIENTISTA EM ENFOQUE FORMAL
Para melhor entender o que faz um
pesquisador precisa-se definir, o que é pesquisa e pesquisador; então,
utilizando-se de uma definição simplória se tem a pesquisa como ação ou efeito
de pesquisar, uma busca, uma investigação. Ou ainda, pesquisar é: buscar com
diligência, investigar fazer pesquisa a respeito de; esquadrinhar. XIMENES (2OOO)
Logo pesquisador; é aquele que pesquisa, busca
e investiga. Como também, pesquisador é aquele que realiza um profundo trabalho
investigativo, no qual terá que: nomear, classificar, definir, analisar,
comparar, criar hipóteses, leis, conclusões e diversos instrumentos que
contribuam nas elucidações de suas pesquisas; e após elucidar os fatos, fará exposição
de suas descobertas, onde terá que: descrever, explicar, demostrar coisas e
fenômenos; fazendo muitas vezes as relações de causas e efeitos.
Podendo na elaboração de seus textos
utilizar-se de: uma crônica, descrição, dissertação bem como outros estilos
literários, ou ainda mescla-los num mesmo texto.
O ROSTO HISTÓRICO
Traçar a trajetória do
pesquisador e cientista baseado nos métodos e técnica ortodoxa é impossível e inviável,
pois, pela logica cientifica, os métodos e as técnicas são tão importantes
quanto os ocorrido ou para alguns juízes dos conhecimentos científicos, os
procedimentos técnicos são mais importante que os acontecimentos. Portanto, a ideia
aqui, não é produzir um texto no rigor da estética metodológica cientifica,
mas, provar que os conhecimentos, aqui construídos e demostrados, foram
confeccionados com idoneidade e responsabilidade. Eles foram elaborados
processualmente durante um tempo de vida de uma pessoa, em espaços educacionais
formais e não formais, com auxilio e sem auxilio institucionais e paradigmas.
Como foi dito escrever uma
trajetória de pesquisa e ciência baseado em ortodoxia cientifica não é possível
nessa obra, mas a abra não ficará sem apresentar procedimentos, métodos e
técnica nessa trajetória de pesquisador e cientista. Sabe-se que; os procedimentos, os métodos e
as técnicas, estão ligadas intimam as quatro fontes ou tipos de conhecimento,
que são: o empírico, o filosófico, o religioso e o cientifico.
Os conhecimentos filosóficos, o
religioso e o cientifico não são comuns a todas as pessoas e a todas as
culturas, nem estão disponíveis a todas as fazes da vida de um homem ou
individuo, mas, o empírico sim. Então, os outros conhecimentos, para fazer
parte da atuação do homem, em atividades sociais, dependerão de múltiplas
variáveis psicossociais. Assim sendo, não se deveria exigir conhecimento e
procedimento formal e institucional a uma vida de pesquisa e construção de
conhecimento.
Mas como foi dito o objetivo é
fornecer procedimentos métodos e técnicas não ortodoxos, mas, de mesmo rigor e
seriedade.
Então para se entender melhor o
exposto se traz para dialogo uma contribuição de CURY 2006, onde ele diz:
elementos psicossociais que contribuíram para promover minha trajetória de
pesquisa.
Então, só por este pequeno trecho; pode-se
afirmar: que há contribuições nas pesquisas que vão além da ortodoxia. E em
outros textos ele denuncia que a cultura acadêmica engessa a pesquisa além de
nos tornar prisioneiros intelectuais. (CURY 2006).
E começado a apresentar hábitos
científicos, salienta-se um dos instrumentos aqui utilizados na trajetória de
pesquisador: a observação, a pratica com reflexão e nova pratica com reflexão.
E isso seguidamente, em diversos contextos, em diversos momentos do
desenvolvimento da pesquisa, com pessoas em diversas faixas etárias.
Esse procedimento durou cerca de
trinta anos (de 1987 – 2015) fornecendo um acumulado significativo de
conhecimento empírico-pratico-reflexivo; reaplicável. E aliado a esse costume
empírico acrescentou-se o hábito de literatura ligada a pratica empírica.
Com verificação e comparação
entre teoria e pratica, considerando quais teorias coincidia com a pratica
empírica, ao mesmo tempo em que se aplicavam as coisas contidas na teoria que
não se fazia na pratica, deu-se então a auto didatologia, uma busca própria
responsável pelo conhecimento teórico do movimento, do movimento porque esse
era o objeto mais pesquisado na época.
Agora essa trajetória de
pesquisador e cientista não ortodoxo se fundamentava em duas fontes a pratica e
a teoria de livros diversos sobre a área.
Nesse ínterim de trajetória de
pesquisador e cientista, houve também a contribuição da educação formal de nível
médio nas matérias especificas do curso. E principalmente das matérias de:
Educação Física, Psicologia, Filosofia e Sociologia no Curso de Administração
de Empresas. (Colégio Estadual Helena Celestino de Magalhães)
Então essa trajetória cientifica
de pesquisa empírica, chamada assim por que não foi inicialmente orientada por
mecanismos metodológicos acadêmicos propositadamente. Como também não foi uma
única “metodologia”, nem tudo se deram constantemente em instituições de
ensino.
Nem, na medida em estavam
acontecendo os processos mentais dialéticos acadêmicos, os pensamentos e os
mecanismos mentais dispensaram os conhecimentos empíricos.
Começa-se a ter acesso com a
introdução dessa Educação Formal de Segundo Grau a métodos e técnicas de
estudos e apreensão de conhecimento, ainda que segundo o tribunal intelectual
esses estudos sejam precários e inferiores.
Pode-se concluir segundo o que
foi exposto até aqui que de fato há métodos e técnicas de apreensão de conhecimento
tão digna e idônea quanto, os construídos por graduados nos muros de uma
Universidade. Seja lá qual for a sua capacidade de validação e titularização da
instituição.
Mas a trajetória aqui relatada de
pesquisador e cientista não parou no empirismo, nem no autodidatismo nem tão
pouco nas matérias humanas bem como nas técnicas de estudos aprendidas no curso
médio de Administração de Empresa. Ver-se-á que, foi muito além.
Além dessa capacitação de nível
médio houve cursos de capacitação continua; em Universidade como a Católica e a
Convenção Nordeste de Fitness, chamada Fitness Brasil.
Agora junto com todas as
vivencias, conhecimento de mundo, Educação Formal de Segundo Grau,
acrescenta-se a essa trajetória de pesquisador e cientista, os métodos as
técnicas e os conhecimentos de nível superior, ainda que parcial.
O primeiro curso feito foi
Pedagogia do Lúdico com o professor: Acursio. Nesse tempo de trajetória já se
tinha desenvolvido critérios de pesquisa, o volume de conhecimento adquirido
eram sobremodo grande. E era como é impossível guardar ou considerar todo tipo
de saberes, adotaram-se então os seguintes critérios de pesquisa ou de verdade:
os conhecimentos teriam que ter uma aplicabilidade pratica (social profissional
ou pessoal); os conhecimentos teriam que melhorar a realidade social, e ainda
os conhecimentos não poderiam contradizer os outros conhecimentos já
adquiridos, bem como, as outras fontes consagradas e utilizadas na formulação
de conhecimentos.
Pois, esses também foram adquiridos mediante
critérios rigorosos de apreensão de saberes. Os cursos Universitários parciais
não graduais, aqui chamados, são os mesmo exigidos como atividades
complementares validos em todos os cursos de nível superior, não sendo poucos
os cursos feitos.
Assim pouco a pouco vão se
configurando a memoria essencial de pesquisador e cientista que serão acessadas
no curso de licenciatura em Educação Física, que dará um diferencial como
graduando da FAMAM. Além de lhe fornecer condições de refutar e questionar
muitos ensinamentos, agora, dentro de um lugar onde se constrói conhecimentos
científicos.
Havia uma motivação intrínseca
pelo conhecimento, como diz Cury; uma sede de conhecimento que respirava a
pesquisa empírica inicialmente. Com tudo isso, já havia uma consciência de
pesquisa ou um desejo de conhecer mediante critérios rigorosos, ou rigor
cientifico, porém não ortodoxos, a veracidade dos conhecimentos analisados.
Assim, com uma consciência
critica acuradíssima, um senso critico extraordinário. Ou altamente
desenvolvido, partiu para mais uma capacitação, a capacitação de professor
primário.
Ingressou no curso normalista; no
INSTITUTO CENTRAL DE ENSINO ISAÍAS ALVES, com uma consciência critica
acuradíssima, já tinha também um senso critico extraordinário e altamente
desenvolvido. Essa desenvoltura critica era fruto das inúmeras criticas que
recebia, aprendeu e aperfeiçoou a ação de criticar, as que recebia eram
infundadas, a que ele fazia era fruto de pesquisa, inicialmente empírica. .
O ingresso no curso normalista; no
INSTITUTO CENTRAL DE ENSINO ISAÍAS ALVES, era um curso que forneceria o titulo
de professor primário para ministrar aulas nas escolas de Salvador.
Esse curso foi de extraordinário
direcionamento na trajetória de pesquisador e cientista, pois exigiu uma
aquisição especifica sobre o conhecimento Educação, além dos seus métodos e
técnicas de didática e aprendizagem.
Esse aluno normalista, embora,
não conhecesse ainda a frase de Sócrates: o que sei é que nada sei, sabia que
nada sabia sobre a Educação bem como seus Métodos, Técnicas de Ensino Aprendizagem,
Teorias e Tendências Pedagógicas bem como toda a problemática envolvida nessa
área de nível primário do saber. Conscientizou-se da sua ignorância
educacional.
E motivado pela sua real
ignorância, espirito de pesquisador e cientista chega a uma conclusão: precisa
investigar a Educação, toma a decisão de resolver esse problema, decide atuar
como pesquisador e cientista, entra mais uma vez em ação a auto didatologia e a
pesquisa semi-cientifica.
Há uma busca intencional sobre a
Educação. Ele pesquisa em livros mais livros e muitos livros na biblioteca do
ICEIA, sua biblioteca particular, (pois já tinha uma) e em outros lugares;
reflete e faz inúmeras anotações.
Não admitia a existência de um
professor ignorante, este tinha que saber e mais do que os alunos no mínimo.
Então se passou a conhece-se sobre o objeto de estudo Educação também
desenvolveu um conhecimento acurado sobre métodos, técnicas e pedagogias
ligadas a Educação brasileira e do mundo bem como pensadores e educadores.
Esse objeto Educação bem como
toda sua problemática criou raízes no pesquisador e cientista e o instigava a
estudar, a saber muito mais do que os cursos e os professores das aulas
passavam.
O desejo de conhecer sobre a Educação
frutificava e aumentava a cada descoberta mesmo quando as conclusões sobre os
achados eram frustrantes e desanimadoras. Com todo esse zelo e desenvoltura na pesquisa
cientifica não ortodoxas já era possível: selecionar, fazer comparações, tirar
conclusões em muitos aspectos de inúmeros assuntos, disciplinas, assim como
refutar a práxis de professores do curso Normal.
Aliado a isso houve uma possibilidade
de se testar as teorias educacionais, teria mais uma atitude de pesquisador e
cientista, a experimentação, ir a campo para estagiar em diversos níveis do
ensino primário, poderia observar no seu local de trabalho a atuação de outros
professores, além da sua própria pratica. Esse pesquisador e cientista,
aplicaria uma pesquisa de campo, onde o
pesquisador participa do experimento.
Trabalhou então, de tempo
integral em escolas publicas e privadas de Salvador. A trajetória traçada
configura-se a cada momento em pesquisa e ciência. Talvez não admitida pela
comunidade acadêmica; mas que ocorreu de fato.
Trajetória por que os relatos da uma ideia de
caminho percorrido em uma direção linear, e pesquisador e cientista porque
houve uma busca, pesquisa, investigação e aquisição de conhecimentos com
critérios rigorosos, e ainda, muito mais, uma aplicação de conhecimento.
A ortodoxia acadêmica valoriza a
defesa de uma tese para consagrar uma pessoa pesquisador e cientista. No
entanto se houver estudo comparativo sobre trajetória de pesquisador ortodoxo e
não ortodoxo, pode-se chegar a conclusão que a realidade social valida muito
mais os conhecimentos de um pesquisador do que uma banca. E sem fazer tal
estudo e analise, chega-se a conclusão que: o aqui exposto supera e muito em
todos os aspectos aos pesquisadores e cientistas institucionais.
Há de fato nesses relatos muitos
procedimentos de pesquisa e inúmeras atitudes de pesquisador e cientista. Os
cursos de nível médio em muitos casos fornece uma gama de conhecimento muito
maior do que muitas especializações.
Neste curso de Magistério alguns
matérias tiveram carga horaria de três anos,
a Psicologia, a Filosofia e a Sociologia por exemplo, além de: Jogos Recreações
e Brincadeiras.
Com esse curso de capacitação de
professores para ministrar aulas no primário, são agora dois objetos
pesquisados: o Movimento a Educação, as inter-relações (Educação e Educação
Física), bem como toda problemática ligada a eles.
Logo baseados em estudos
históricos filosóficos específicos já era possível perceber a grande
importância da Educação, assim como, pontuar as relações entre o ensino das
serie iniciais e a Educação Física.
Foi possível também aperfeiçoar
Método e Técnica sobre a Educação, reavaliar concepções pedagógicas e tudo mais
relacionado a esses objetos de estudo, conheceu-se sobre Paulo Freire, Emília
Ferreira de Almeida, Anísio Teixeira, Jean Piaget, Rui Barbosa, Skinner,
Pestalozzi, Freud e muitos outros personagem e pensadores da Educação mundial e
brasileira.
Houve uma busca pelo conhecimento
em cursos de capacitação continuada, Pedagogia do Lúdico, Step Aero Local,
Manifestações Afrodescendentes e inúmeros outros de Educação formal.
Até aqui algumas questões
relacionada a Educação e o movimento já haviam sido solucionada, o pesquisador
e cientista agora com um acumulado de conhecimento prévios e de mundo com uma
consciência critica e reflexiva estuda para o ingresso no curso superior de Educação
com duas opções licenciatura em Educação Física e Pedagogia. Estuda para o
vestibular da UFBA, em poucos meses pesquisa em dezenas de livros, busca a
leitura de mais de 15 romances, mas lê só: Iracema, Vidas Secas, Jubiaba, Dom
Casmurro.
Resgata o Inglês, faz as provas
sendo reprovado, no entanto, adquire mais conhecimento. Tenta posteriormente em
2009 o vestibular da FAMAM, em Cruz das Almas-BA sendo, aprovada no curso de
Licenciatura em Educação Física, com uma duração de quatro anos fora a
atividade complementar de 200 horas.
Inicia-se as aulas, sua turma era
a de 2010.1 no turno noturno.
Agora o pesquisador e cientista
teria acesso a métodos e técnica de pesquisas cientifica, um conhecimento
elevado, em muitos sentidos comparados aos outros, teria acesso há milhares de
livros nessa instituição agora superior, e seu local de habitual permanência, e
mais frequentado durantes os quatro anos de curso foi a biblioteca da Faculdade
Maria Milza.
Mas nesse ínterim ele já tinha
uma consciência de pesquisador e cientista também já tinha desenvolvido um
método particular de aprendizagem já sabia o que era o jargão aprender a
aprender. Começou então a construir sua Epistemologia no nível superior.
O SENSO CRITICO REFLEXIVO DE PESQUISADOR E CIENTISTA
Era um aluno critico reflexivo o
que foi idealizado por muitos pensadores como Paulo Freire, isso o forçava a:
1 Nunca acreditar passivamente o
que lhe era ensinado
2 Fazer comparação com o que
tinha aprendido nos primeiros cursos
3 Fazer associação entre temas,
áreas, pensadores, as escrituras sagradas e suas próprias conclusões.
4 só aceitar após esses
procedimentos o que os professores ensinava
4
rejeitar quando as informações eram conflitantes
5 Questionar os professores
6 Refutar independente do parecer
do senso comum acadêmico
7 Investigar acuradamente cada
assunto apresentado e debatido em sala de aula
8 Rejeitar todo tipo de
conhecimento duvidoso e inútil
9 Seguir dois princípios básicos
para aceitar um conhecimento e se apropriar dele, o binômio verdade e utilidade
dos saberes;
10 Todo conhecimento teria que
ser suficiente para melhorar sua realidade e pratica sócio profissional.
Na sua interação com as obras de
muitos autores e concepções pedagógicas, percebeu que algumas ideias eram,
uteis verdadeiras e aplicáveis. Extraindo do histórico materialismo dialético
alguns de seus saberes; tais como: critérios da verdade, realidade objetiva, e
outros. Uniram-se a estes saberes aos que já possuía para se garantir a
produção de conhecimentos verdadeiros e uteis.
Então seguindo essa ideia de Marx
o critério da verdade, que eram sua pratica e realidade social, buscando-se
também os escolásticos que tinham como critério da verdade: a Bíblia que foi
aceita como verdade absoluta durante milênios e em muitos países. Passou-se a
usar ambos como critério da verdade.
Ou seja, por sua vivencia e pratica
profissional; adotou a ideia de critério da verdade de Marx e por ser um estudioso
e pesquisador da Bíblia adotou as escrituras também como critério da verdade,
principalmente das coisas que considerava mais importante.
EFETIVAÇÃO DA FORMAÇÃO DA CONSCIÊNCIA DE PESQUISADOR E
CIENTISTA
A consciência de pesquisador e
cientista do agora graduando da FAMAM já havia sido iniciada durante sua
trajetória de vida, como autodidata, estudante de nível médio nos cursos de
Administração, Magistério, nos cursos de formação continuada e na sua pratica
profissional em escolas publicas e privadas, academias e projetos sociais em
vários níveis de ensino.
E agora forçosamente pesava sobre
ele a função social de universitário, onde teria que produzir conhecimento
mediante metodologia do trabalho cientifico. Teria que se aprofundar nos
ensinos desenvolver pesquisa e estende-la para a sociedade cumprindo os efeitos
da tríade obrigatória do nível superior o ensino, a pesquisa e a extensão. E foi isso que fez.
Dedicou-se mais e mais a pesquisa
inicialmente do seu objeto de estudo a Educação Física.
Pesquisava e construía
conhecimento e apresentava trabalho frente a uma banca em eventos acadêmicos
que esquadrinhava e oferecia pareceres seus conhecimentos.
E como exemplo de apresentação
cita-se: a III Semana da Educação Física da FAMAM com a produção: QUAL A
CONTRIBUIÇÃO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM NO CONTEXTO
ESCOLAR? E do SEP: Seminário Estudantil de Pesquisa e Extensão da FAMAM (2013)
com a produção; A SISTEMATIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO FÍSICA COMO AREA DE CONHECIMENTO.
Participava de eventos em outras
Universidades, tais como; o SBPC na UFRB, ministrando curso de coregência. (Ciência
Tecnologia e Inovação no Recôncavo Bahia) e (I RECITEC, Ciência, Tecnologia,
Inovação e Cultura no Recôncavo Bahia) 2010\2011. Aplicava conhecimentos na
comunidade de Toquinha, através do projeto de extensão da FAMAM.
Socializava conhecimentos na
Universidade de Salvador, palestrando, no curso de ADM. Com Habilitação em
Gestão Hoteleira, e na FIB, Faculdades Integradas da Bahia no Curso de Turismo.
Debatia e dialogava em diversas conferencias tais como: III Conferência
Estadual do Esporte em Salvador; Ministério do Esporte (2011), do II Fórum
Pró-Igualdade Racial e Inclusão Social do Recôncavo, Cruz - BA (2009). Sendo essa
sua rotina, pesquisar, produzir apresentar e debater conhecimento em diversos
espaços acadêmicos ou não.
Rejeitava muitos pareceres de
mestres e doutores sobre muitos assuntos nesses debates. Aprofundou-se e
mergulhou assiduamente na matéria Metodologia dos Trabalhos Cientifico,
pesquisou muito a Epistemologia, a Filosofia, a História, Psicologia, Sociologia
e em inúmeras outras matérias.
Seu repertório de perguntas e
inquietações tinha sido ampliado e não dizia respeito a suas questões sócio profissional
seus questionamentos eram de proporções geopolíticas de alcance mundial, uma
decisão deveria ser tomada:
Se tornar um espectador passivo da vida acadêmica
ou ser diferente, e a logica falou mais forte, porque, era impossível ser
passivo no lugar que obrigatoriamente era um espaço especifico para praticar a
dialética.
Os confrontos eram constantes,
sendo estes confrontos o que faltava para terminar de forjar a consciência de
pesquisador e cientista. Então ficou configurado um Pesquisador e Cientista com
uma Epistemologia Métodos e Técnicas de construção de conhecimento diferente.
No entanto muito mais preciso do
que os paradigmas epistemológico e metodológico das universidades, um saber
inovador e revolucionário partido de dois princípios indispensáveis a
construção de conhecimento que fossem capaz de mudar a realidade social: cuja as
raízes seriam: verdade e utilidade de cada conhecimento que eram exaustivamente
pesquisados.
RECEBENDO E SE APROPRIANDO DOS CONHECIMENTOS ACADÊMICOS
Como foi dito acima na Faculdade
era o lugar de debate, mas, de confronto de ideias, com métodos e técnicas
cientifico, dando a pessoa certa finesa e sofisticação nos discursos teóricos.
Todos precisavam se apropriar dos mecanismos de capacitação universitária e
entre elas os espaços de aprendizagem. Então a biblioteca foi um dos primeiros
espaços a ser frequentado assiduamente, os fórum de atividades acadêmicas e
depois os projetos de pesquisa e extensão.
APROPRIAÇÃO DOS
CONHECIMENTOS MÉTODOS ACADÊMICOS E TÉCNICAS
Nas pesquisas feitas na
biblioteca orientado pelas matérias: Português Instrumental, Técnicas de
Estudos e Metodologia dos Trabalhos Científicos aprendeu-se sobe os fundamentos
científicos na construção do conhecimento. Onde se identificou a Ideologia, ou
Concepções Teóricas Cientificas. A Fenomenologia, o Positivismo, o
Racionalismo, o Materialismo, e o Estruturalismo. Todos com métodos, técnica e
procedimentos acadêmicos científicos, onde para se construir conhecimento cientifico
se precisava das literaturas básicas, que eram consultadas: LAKATOS, MARCONI E
TRIVINOS.
Após inúmeras idas e vindas na
biblioteca lendo, escrevendo, anotando refletindo sobre as metodologias do
trabalho cientifico chegou-se a conclusão que aqueles saberes contemplava o
primeiro principio da Epistemologia da Inteligência; o principio da utilidade. Ou seja, os
métodos, as técnicas e os procedimentos eram instrumentos necessários ou ferramentas indispensáveis para e o
pesquisador e cientista construir conhecimentos validos, porém, haviam
problemas e lacunas enormes naqueles conhecimentos e ainda não contemplava o
outro principio da Epistemologia da Inteligência, isto é a verdade.
Havia um desejo nos teóricos de hegemonia do
seu saber, no entanto, todos os objetos ideológicos, com seus métodos técnicas
e procedimentos eram deficientes em alguns momentos, ou em algum ponto.
Chegou-se então a uma atitude
logica em pesquisa e ciência: a partir daquele momento não era mais possível
seguir os costumes acadêmicos; que eram o de narcisismo cientifico, mesmo
porque a prioridade não deveria ser o partidarismo e a vangloria acadêmica, mas
sim; construir instrumentos que fossem capazes de fornecer conhecimentos
verdadeiros e uteis.
Ou seja, que fossem capazes de
mudar a realidade social, resolvendo seus problemas, ou ainda instrumentos
epistemológico capazes de garantir ao graduando capacidade intelectual para
construir saberes inovadores e revolucionários. Como Cury disse: tornar o
universitário um engenheiro de ideias. Mas ideias de raízes na verdade e
utilidade real das coisas.
Pensou-se então numa Nova Epistemologia,
a Epistemologia do Terceiro Milênio agregou-se verdades e utilidade de paradigmas
acadêmicos, utilizou-se de mesclagem, o que havia de verdadeiro e útil em cada
um, mediante rigorosos critérios científicos.
VERDADES E UTILIDADES TIRADAS OU EXTRAÍDAS DE ALGUNS PARADIGMAS
ACADÊMICOS
1 Existe uma realidade objetiva
2 É necessário um critério da
verdade
3 Os problemas devem partir de
uma realidade social
4 Primeiro vem o concreto depois
o abstrato
5 A razão é fruto do meio, mas a
razão posteriormente modifica e constrói o próprio meio
6 A filosofia é útil, mas, estar
sujeita as mazelas do homem
7 A Ciência é superior mas não
nesses moldes, e ideologia presente
Como graduando consciente, não
era possível absorver todo o conhecimento cientifico, sem ferir a consciência
critica e reflexiva de um bom leitor pesquisador.
A logica era bem simples: com
critérios rigorosos, agora identificados como científicos, oriundos de praticas
investigativas, não acadêmicos, confrontava-se o saber acadêmico, proferindo-se
um juízo de valor, para se aceitar e assimilar ou não os conhecimentos
científicos.
Esses conhecimentos científicos seriam
confrontados com: o religioso (Bíblia), o Filosófico, o Senso Comum e com a
própria Pratica Social em alguns casos; os conhecimentos teriam que ser
suficiente para melhorar a realidade social,
e não poderiam contradizer nenhum outro.
Então chegou-se a conclusão que:
naquele contexto a realidade a ser melhorada era apropriação dos Conhecimentos
Científicos e seus Métodos e Técnicas. Mas que paradoxalmente os instrumentos
de pesquisas cientificas oferecidos não contemplava essa necessidade acadêmica.
Reciclou-se literalmente Ideologias Métodos, Técnicas e Procedimentos e a própria
Epistemologia e Ciência.
Falando de outro jeito, os procedimentos
existentes, os procedimentos ortodoxos científicos limitavam a capacidade de
pensar engessando e impedindo a mobilidade intelectual.
Surgem uns problemas relacionados
aos paradigmas; a resolver: o que fazer
quando os paradigmas não são suficientes, para melhorar a sua realidade social?
A única resposta que viabiliza o
avanço da ciência é: rejeitam-se antigos paradigmas e constrói-se um novo a
altura dos problemas sociais.
E essa foi a principal produção
de conhecimento nos quatro anos da graduação na FAMAM, de 2010 a 2013,
posteriormente como pesquisador e cientista independente (2013 – 2015) e como
pós graduando na FACULDADE REGIONAL DE FILOSOFIA CIÊNCIA E LETRAS DE CANDEIAS,
curso de Metodologia do Ensino Superior (2015 – 2016) com titularização de
especialista.
VERDADES E UTILIDADES TIRADAS OU EXTRAÍDAS DE ALGUNS PARADIGMAS
ACADÊMICOS
Com procedimentos métodos e
técnicas inovadoras, com a própria ciência. Mas, acima de tudo; com uma Ciência pura, pois a presente ciência estar
impregnada de desejo de hegemonia, afetada pelas relações de poder, pela
politicagem e pelo desejo ardente da exploração do homem pelo homem. Mazelas
essa que dizimaram povos e foi o motivo da separação da religião, filosofia,
politica e ciência, no passado. CIRCUNCISÃO (2010)
Os debates intermináveis dentro
das ciências são de caráter ideológico políticos, se debate sobre qual é o
melhor e por que. Mas o discurso científico correto seria: qual o melhor
resolvedor de problemas, mas para isso teriam que ir para a pratica na
sociedade, quando poderiam aliviar seus problemas, ou simplesmente resolve-los.
Ai sim, o melhor se revelaria. Ou poderiam ser puros, fundamentando-se na
pureza investigativa de Husserl citado por Cury em Inteligência Multifocal
pagina 62.
...Husserl foi um pensador de
alta qualidade. Ele advogava a tese de que um observador deveria se colocar
diante do fenômeno de estudo de maneira pura e ingênuo. Fortalece-se agora com
as palavras de Cury: ... Portanto não deveria utilizar uma teoria como suporte
da interpretação, pois sua utilização contaminaria o processo de interpretação
reduzindo o fenômeno a elemento da teoria, circunscrevendo apenas dentro das
possibilidades da teoria, contraído seu caráter original. Cury (2006).
Então ao examinar os diversos
objetos que a universidade oportunizava investigar não se adotou nenhuma teoria
já existente, porque de fato, elas contaminaram tudo que fora objeto de sua
investigação. Não seguindo os
pesquisadores a orientação de Husserl citado por Cury em Inteligência
Multifocal.
SE
UTILIZANDO DE PROCEDIMENTOS MÉTODOS E TÉCNICAS INOVADORAS NA AQUISIÇÃO DE
CONHECIMENTOS CIENTÍFICOS.
Para se adquirir conhecimentos
cientifico verdadeiros se precisa ter:
A realidade como pivô do
conhecimento
O problema como superior aos
procedimentos
A relevância voltada para a
melhora social
A Metodologia Procedimentos e
Técnicas contemplando esse três direcionamentos.
Pelos estudos científicos e
pesquisas realizadas até aqui não foi possível escolher um só método, técnica e
procedimento científicos, que contemplassem na sua totalidade a necessidade de
se adquirir conhecimentos confiáveis, o suficiente para ser aplicado e gerar
melhoras significativas na realidade social. Ou que resolvessem os muitos
problemas do homem atual em todos os aspectos.
Portanto criou-se uma metodologia
adequada diante do caos universitário detectado nos estudos científicos na
FAMAM, (2010 – 2013) e denunciada por muitos outros autores.
Apresentar-se a nova
Epistemologia, cujas Técnicas e Procedimentos são:
Ideológicos, Políticos e Científicos.
Didáticos Epistemológicos.
Onde se entende que uma
metodologia cientifica parte de uma ideia desenvolvida com um discurso teórico
apresentado, é seguida geralmente, por já ser consagrada pela comunidade
acadêmica. Sendo reproduzidas por muitos estudiosos que sucederam a criação
dessa metodologia. E como uma ideia pode ou não, ser aceita, aqui se rejeita a
Metodologia existente, e parcialmente a ortodoxia acadêmica; esta ação demostra
um posicionamento e uma atitude politica.
O politico, nesse caso, expressa o contrario
da passividade acadêmica, estudou-se o paradigma metodológico, analisou-se e
rejeitou-se; demostrando-se assim critérios científicos rigorosos.
Então uma vez realizados e explicados os
procedimentos aqui denominados Ideológicos, Políticos e Científicos, passa-se aos procedimentos Didáticos Epistemológicos
caracterizando assim, uma Nova Técnica de Metodologia dos Trabalhos Científicos.
Para inicio aprendeu-se com os marxistas a necessidade de se adotar ou elaborar
um critério da verdade, pois será necessário para emitir um juízo de valor após
as pesquisas cientificas realizada.
ELABORAÇÃO DE UM CRITÉRIO DA VERDADE
COMO ELABORAR UM CRITÉRIO DA
VERDADE?
Como elaborar um critério da
verdade confiável? Foi mas um problema a ser resolvido como pesquisador e
cientista, esse critério da verdade talvez seja uma das realizações mais
significativa nessa empreitada intelectual.
Desenvolvendo-se ainda o
entendimento sobre Metodologia ou Epistemologia Cientifica se percebeu que, o
critério da verdade, estava ligado a acreditar que existe sim uma verdade
absoluta e ainda que ela era alcançável, mas que, e ainda, um levava a outra.
(a crença na verdade absoluta leva ao critério da verdade e vice versa).
E
estudando a Historia notou-se que esse instrumento de classificação de um
objeto, para ser verdade ou não, foi utilizado pelo escolástico e
posteriormente pelo HISTÓRICO MATERIALISMO DIALÉTICO, onde TRIVINOS (2006) explica melhor:
...sem dúvida alguma o critério da verdade mais importante através da
História tem sido o da autoridade. Desenvolveu-se nos povos primitivos, nos
quais, a opinião do chefe era quase geralmente a lei. A autoridade dos anciãos
para os habitantes do povoado, dos pais para os filhos etc., por exemplo,
marcava as normas gerais da existência. Durante a idade media a autoridade
esteve representada pela escritura sagradas. A Bíblia constituiu-se no livro
portador da verdade. O critério da verdade como autoridade não deve ser aceito
dizem nem como evidencia, e muitas outras discussões. Complementa ainda
Trivinos (2006).
O fato é que durante mil e
quinhentos anos a Bíblia foi aceita como critério da verdade e autoridade sobre
vários assuntos.
E aqui na construção da Epistemologia
da Inteligência a sua autoridade e seu uso como critério da verdade é
resgatado, porém nem ela, nem a Ciência são aceitas isoladamente, na maioria da
dialética. O principio de verdade e utilidade, estar contido na Bíblia, e ela
mesma fora analisada, mediante rigoroso critério de pesquisa foi considerada
verdadeira em tudo. E as muitas atrocidades e os erros no passado que a levaram
a seu descredito, não advieram dela e sim do homem religioso. E isso é
perfeitamente percebido nos estudos históricos feito por (CIRCUNCISÃO)
2010.
Então o critério da verdade nesse
estudo é chamado de convergente, combinando AUTORIDADE E EVIDENCIA. A autoridade aqui não advém só de status de
palavra de Deus, como defendem os religiosos, que diz que Deus não deve ser
questionado, e de fato não deve, mas a Bíblia e as suas interpretações sim, e
pode. Mediante critérios claros e
justos.
E reafirmando a autoridade da
Bíblia, essa vem de evidencias, demostradas mediante estudos rigorosos,
aplicado sem distinção, a qualquer fonte de conhecimento. Inclusive foi aplicado
na Bíblia por CIRCUNCISÃO (2014-2015). E
nela foi achado: a verdade e utilidade, e muito mais que soma a existência do
homem. As conclusões dos estudos dos
fenômenos e objetos teriam que contemplar os seguintes critérios: verdade e
utilidade. Para tanto orientou-se nos estudos segundo os apresentados abaixo:
PROCEDIMENTOS
DIDÁTICOS EPISTEMOLÓGICOS
1 Seleção de bibliografias que
dissertam sobre o assunto independente de concepções ideológicas.
2 Analise e classificação dos
achados, entre: relevantes e irrelevantes
3 Comparação entre obras autores
e ideias
4 Confrontação com o conhecimento
de mundo do pesquisador e cientista
5 Confrontação com o critério da
verdade
6 Analise de aproximação entre o
assunto a realidade
7 Associação entre teoria e
pratica
8 Verificação do que diz a
bíblia, o senso comum e a filosofia sobre o assunto
9 Conclusões e aceitação ou não
como verdade absoluta. Até que se prove o contrario mediante mesma metodologia.
EXPLICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS EPISTEMOLÓGICOS
A Ciência, ou melhor, o fazer
ciência é realmente extraordinário, mas, porém, no entanto todavia não nesses
moldes. A ortodoxia acadêmica engessou completamente os estudantes
universitários, ao ponto de não ter liberdade nem para selecionar suas próprias
bibliografias ou fonte de conhecimento. Pois é pratica comum induzir os alunos
nas pesquisas a consultar os mesmo teórico das mesmas concepções teóricas
ideológicas e politicas, se utilizando as vezes da ditadura das ideias
denunciadas por Cury. Por isso e por tantas outras coisas em todas as pesquisas
feitas foram utilizadas uma vasta bibliografia de múltiplas concepções e fontes
e depois uma seleção de acordo com a utilidade e verdade expressa em cada obra
e fonte, sobre o assunto.
Para se continuar fazendo ciência
com responsabilidade e precisão deve-se ter um senso critico acurado e
classificar os conteúdos dos livros pesquisados pois existe muito supérfluo e
lixo bibliográfico, veja: segundo BOS, 1992, p. 353, citado por MEDEIRO, p.
239. As teses são um fiasco. Reforça: ... há teses universitárias que são
frieiras de alusões e citações; as melhores padecem de uma erudição turística,
é carente de nexos lógicos as piores fazem concorrência ao samba do crioulo
doido... então como se pode selecionar literaturas para assuntos tão importe
frente a uma realidade dessa preocupante deve-se classifica-la entre relevante
e irrelevante para não utilizar de termos e classificação pior.
.
Existe muitos assuntos que são
frequentemente debatidos por dezenas e as vezes, até por centenas de autores e
se faz necessário uma comparação e analise entre eles, verificar suas
concordâncias e suas discrepâncias ou se há um avanço nas abordagem e
conclusões dos temas. Onde as vezes se pode levantar dados estatísticos sobre
as coisas mais frisadas nas obras e outras variáveis que ajudam em algumas
questões alias essa é uma pratica e um dos discurso algumas vezes para validar
um assunto, se utilizando as questões numéricas como critério de verdade o
problema que isso expressa mais um senso comum
acadêmico do que critério de verdade, e se todos fazem copia de copia o
parecer é um só e na verdade não são informações de varias cabeças pensantes e
de um só reproduzido por muitos. Mas a ideia de comparação é valida.
A confrontação com o conhecimento de mundo ou prévios do próprio
pesquisador e cientista talvez seja a evidencia do alto grau de amadurecimento
e consciência cientifica por alguns motivos que valem apenas abordar.
Precisa-se do desejo cientifico, de ter senso critico e reflexivo sobre a
problemática abordada, ter um conhecimento de mundo significativo ao ponto do
fluxo vital de pensamento gerarem, ou desencadearem novas ideias sobre o
assunto pesquisado.
Como foi enfatizado os
conhecimentos não devem ser construído para encherem bancos de dados ou encher
prateleiras de bibliotecas e sim ser utilizado no mundo, mas para isso de ser
verdadeiro e ter função pratica em algumas área ou momento da existência
humana. Mas esse entendimento só pode ser obtido se o conhecimento pesquisado
for confrontado com os princípios aqui exaltados.
Pela enorme quantidade de
literaturas pesquisada e por se possui um senso critico de pesquisador e
cientista percebeu-se que algumas dissertações se afastavam e muito da
realidade do objeto pesquisado e da função social do objeto na comunidade,
chegando até ser pura ficção cientifica como é o caso do darwinismo e muitos
outros.
Entende-se que teoria e pratica
andam juntas, são complementares, e mais, não há conflitos entre elas. Alguns
conhecimentos são de naturezas profissionais outros de caráter social, mas,
ambos são teórico práticos, e isso indistintamente. Sendo observado que se
aprende verifica teorias na pratica e que se melhora a pratica com as teorias
podendo essa ser uma afirmativa que se deva considerar na construção analise
conclusão e aplicação dos saberes.
Então acreditar de que existe a verdade absoluta e
que é possível alcança-la não é uma atitude comum mas necessária, corajosa e
ousada pois o quadro é de dois discursos prontos irrefletidos: um é: não há
verdade absoluta, ou se existe estar além do nosso alcance; e o outro faz a sua
própria verdade absoluta, e aqui afirma-se que ambos as teorias estão erradas e
não estão a serviço da ciência e sim de outras coisas. A ciência pode e deve
buscar a verdade, mas não com esses paradigmas.
Demostra-se agora a possibilidade
de se mudar esses conceitos e cientificamente, com a Epistemologia da Inteligente
é realmente possível alcançar a verdade porque ela existe e estar ai para quem
quiser em muitos assuntos e temas. Aprendeu-se com a teoria do conhecimento que
existem quatro tipos ou fontes de conhecimento, que são: o cientifico, o
filosófico, o religioso (bíblia), e o de senso comum.
Todo universitário foi doutrinado
a exaltar o conhecimento cientifico e a menosprezar todos os outros e isso sem
refletir e proferir um juízo de valor sobre a questão. No entanto submetendo
essas fontes de pesquisa a estudos científicos concluiu-se que elas não são
todos reprováveis tendo sua utilidade e verdade contidas neles. E não cabe
nesse momento explicar os detalhes dessa afirmativa.
Mas só para se pensar: nos
conhecimentos chamados científicos existem coisas que se deve desprezar e
abominar tanto quanto os outros conhecimentos ou fontes. E ainda a grandeza ou
a mediocridade do conhecimento não estar no próprio saber mais na pessoa
humana, quando essa é orientada pela Inteligência.
E lembrando Augusto Jorge Cury somos todos
engenheiros de ideias algumas nobres outras nem tanto, porém são só as ideias
que são levadas em consideração quando elas surgem e são socializadas, e já
dizia o rei Salomão a sabedoria é excelente ainda que o conhecimento do pobre é
desprezado. Então considerando essas coisas e muito mais, os conhecimentos
científicos precisam-se ser confrontados com outros saberes, para ver se
concordam com os outros ou não.
CONCLUSÃO
Como foi visto a Epistemologia da
Inteligência promete mesmo muito e tem capacidade para tanto contempla todas as
exigências cientificas e ainda lhe acrescenta mais rigor resgatando suas
primeiras promessas de quando foram criadas. De oferecer ao mundo a solução
para todos os problemas extinção das mazelas sociais e o desenvolvimento e
exaltação do humanismo.
REFERENCIAS
Cury Augusto Jorge, Inteligência Multifocal; Analise da construção de pensamentos
e da formação de pensadores 8º ed. Ver- São Paulo Cultrix, 2006.
Marconi Marina de Andrade , Lakatos Maria Eva, Fundamentos
de Metodologia Cientifica, ed. 7 São Paulo Atlas 2010.
Modin Batista, Curso de Filosofia São Paulo. Paulus 1961
Trivinos Augusto Nibaldo Silva; Introdução a Pesquisa em
Ciências Sociais, A pesquisa qualitativa em educação; ed. 14º. São Paulo Atlas
2006
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