segunda-feira, 8 de agosto de 2016

How to beat depression.

How to beat depression.
Depression is one of the many evils of this century, being highly destructive, it affects all social classes, regardless of race, color or creed, is also present in all age groups and genders, very common among women, but very often also among men.
She goes from a simple momentary discouragement to live up to a chronic condition. Where, in that context, the person is isolated from everything and everyone, wishing or causing death itself. Suicide is the final phase of this invisible and silent disease, but with identifiable and noticeable effects.
This evil has many causes, some genetic inner nature, or esterna, life adversity, childhood trauma, drug use, poor diet, and even of unknown origin.
But first, we want to share some of our strong convictions, which will be indispensable in the treatment and cure of depression: knowledge is a healing tool, this knowledge begins to act in mind, their actions and attitudes can be healing and disease, and no one is depressed from night to day.
But for us, the cause of depression does not matter but evil and discomfort that causes the person, this person is important to us decided to bring help. This help consists of guidelines to minimize or even eliminate the effects of this abominable disease.
But how to overcome depression, such as malignancy? There are several treatments available in society: some suggest drugs, other occupational therapies, we suggest intelligent and integrated occupational actions. these intelligent integrated actions will be a direction for what is best according to our research, science and technology innovation. They are simple interventions of great efficiency and effectiveness, proven and observed in our midst. We offer a possibility of immediate cure or mitigation of their devastating effects.

sábado, 30 de julho de 2016

Especialista em Metodologia do Ensino Superior




FACULDADE REGIONAL DE FILOSOFIA CIÊNCIAS E LETRAS DE CANDEIAS

ESPECIALIZAÇÃO EM METODOLOGIA DO ENSINO SUPERIOR


ZENIVALDO CIRCUNCISÃO MONTES




A ATUAÇÃO DO ESPECIALISTA EM METODOLOGIA DO ENSINO SUPERIOR FRENTE A NECESSIDADE DE UMA FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE QUALIDADE






Salvador / Bahia
2016

ZENIVALDO CIRCUNCISÃO MONTESA ATUAÇÃO DO ESPECIALISTA EM METODOLOGIA DO ENSINO SUPERIOR FRENTE A NECESSIDADE DE UMA FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE QUALIDADE





Artigo que será apresentado ao Curso de Pós-graduação da PADMA, Metodologia do Ensino Superior, como requisito parcial de avaliação do TCC, sob a orientação da Profº. Joelho Barros.




Orientador
Joelho Oliveira Barros



SALVADOR-BA
2016



ZENIVALDO CIRCUNCISÃO MONTES



O QUE O ESPECIALISTA EM METODOLOGIA DO ENSINO SUPERIOR DEVE FAZER PARA QUE O DISCENTE DE NÍVEL SUPERIOR TENHA UMA FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE QUALIDADE?










Orientador
Joelho Oliveira Barros





SALVADOR-BA
2016
RESUMO                                                      
O presente artigo tratará do Papel do Especialista em Metodologia do Ensino Superior Frente a Necessidade de uma Formação Profissional Universitária de Qualidade em uma análise epistemológica e da práxis docente superior. Partindo do entendimento de que o Especialista é protagonista no processo de ensino aprendizagem tendo que responder a inquietação: o que deve fazer o especialista em metodologia do ensino superior frente a necessidade de uma formação profissional universitária de qualidade? Considerando que o especialista deve se aparamentar e se instrumentalizar com técnicas e conhecimentos que promovam a melhoria da qualificação profissional dos discentes e posteriormente deve aplicar esses saberes com tecnologia e inovação na sua rotina pedagógica. Pretende: Adquirir conhecimentos verdadeiros, socializa-los, instrumentalizar e Aparelhar os discentes universitários com técnicas de intervenções significativas. Tendo como justificativa principal apresentar possíveis soluções para a deficiência da formação profissional universitária. Para tanto pretende-se empreender uma pesquisa bibliográfica qualitativa exploratória analisando as obras (Manifesto dos pioneiros da Educação Nova 1932 e Educadores 1959, Inteligência Multifocal, Formação Docente e Profissional e Epistemologia da Inteligência) e para efeitos didáticos se dividirá o artigo em como se pensava e como se pensa a educação no Brasil, as consequências disso e o oferecimento de uma epistemologia inovadora.
PALAVRAS CHAVES: Inteligência, aparamentar, instrumentalizar, protagonista, epistemologia e práxis.













O papel do especialista
O presente artigo tratará do Papel do Especialista em Metodologia do Ensino Superior Frente a Necessidade de uma Formação Profissional Universitária de Qualidade em uma analise epistemológica e da práxis docente superior. Partindo do entendimento de que o Especialista é protagonista no processo de ensino aprendizagem quando se trata de eficiência e eficácia para o discente do nível superior. 
 Considerando a seguinte inquietação: o que deve fazer o especialista em metodologia do ensino superior frente a necessidade de uma formação profissional universitária de qualidade? O especialista deve se aparamentar e instrumentalizar com técnicas e conhecimentos que promovam a melhoria da qualificação profissional dos discentes e posteriormente deve aplicar esses saberes com tecnologia e inovação na sua rotina pedagógica.
Com isso se pretende: Adquirir conhecimentos verdadeiros e útil, de qualidade para ser aplicado durante a práxis em sala de aula de nível superior. E ainda: Socializar os conhecimentos verdadeiro e útil com os discente universitários na pratica educacional no ambiente de ensino. Como também: Instrumentalizar e Aparelhar os discentes universitários com técnicas de intervenções significativas que proporcionem uma atuação diferenciada na área em que cada um estar destinado.
Essa obra se justifica por apresentar possíveis soluções para o problema da formação profissional universitária de qualidade, essa pesquisa se justifica também por poder instrumentalizar aparelhar o discente de nível superior com métodos, técnicas e conhecimentos que permitam uma melhor atuação na sua área profissional. Como também pela função social do universitário, que é a produção cientifica original. 
 Para tanto pretende-se empreender uma pesquisa bibliográfica qualitativa exploratória analisando as obras (Manifesto dos pioneiros da Educação Nova 1932 e Educadores 1959, Inteligência Multifocal, Formação Docente e Profissional e Epistemologia da Inteligência) que oferecem elementos ligados ao tema proposto procurando assim melhor entende-lo. Salienta-se que as obras escolhidas não debatem sobre um mesmo assunto, mas, que elas têm sua contribuição a dar na busca pela elucidação do problema apresentado, salienta-se também que a desenvoltura para se dissertar sobre esse tema ligado a educação não é único e exclusivo desse momento, mas, de estudos de quase três décadas, realizado pelo autor.
           Uma vez de posse dessas obras se realizará uma primeira leitura tentando identificar as falas, pensamentos e ideias dos autores que contemplem os fundamentos, princípios, leis, conceitos e toda constituição epistemológica que serão parte do corpo teórico desse artigo; descartando as irrelevâncias. Logo após segue-se para um aprofundamento na leitura seguido de grifos, destaques e anotações do que é indispensável. Faz-se uma transcrição dos cortes extraídos das literaturas utilizadas, arruma-se e relaciona-se os fatos, e ideias apresentados pelos autores que se debruçaram sobre o problema, se faz um pequeno rascunho que evidencia causas e consequências do problema, ou seja seus aspectos essenciais, para uma elaboração futura de solução.
            De certo que com base nessas preliminares se adotará uma ação metodológico segundo TRIVINOS 1987: Para realizar a análise dos dados levantados na pesquisa bibliográfica, fez-se uso também, da técnica de análise de conteúdo, que se caracteriza como:
                                        Um conjunto de técnicas de análises de comunicações, visando, por procedimentos sistemáticos e objetivos de descrição do conteúdo das mensagens, obter indicadores quantitativos ou o, que permitam a interferência de conhecimentos relativos às condições de produção/recepção (variáveis inferidas) das mensagens (BARDIN, 1987 apud TRIVIÑOS, 1987, p. 160).
Segundo Triviños (1987, p. 161) as três etapas básicas no trabalho com analise de conteúdo, são elas:
1. Pré-analise - é a fase onde organizamos e fazemos a leitura (flutuante) do material que foi objeto de estudo, para constituir o corpus da investigação (os livros pesquisados), que é a especificidade do campo no qual fixamos a nossa atenção;
2. Descrição anatica se inicia já na pré-análise, mas nessa etapa, as literaturas utilizadas, que tratam das ideias de concepções pedagógicas no processo educacional, corpus de investigação foram submetidos a um estudo mais aprofundado, orientado em prinpio pelo referencial teórico. Nessa fase foram construídos corpos de referências com os dados retirados das obras analisadas, a partir do processo de categorização.
3. Interpretação referencial nesta fase apoiado em nosso referencial teórico, bem como nos corpos de referências construídos na fase de descrição analítica nos aprofundando na  nossa  análise  ao  conteúdo  latente  das  bibliografias que  tratam  da Educação e de como ela interferiu e interfere na formação profissional universitária de qualidade e baseado nessa interpretação direciona-se a  atuação do Especialista em Metodologia do Ensino Superior para proporcionar uma formação profissional de qualidade através de suas intervenções em sala de aula.
             E para melhor explanação e compreensão do assunto escolhido neste artigo se apresentará os seguintes tópicos: como se pensava a Educação no Brasil, como se pensa a Educação no Brasil, as consequências das ideologias educacionais ao mesmo tempo, que se apresenta uma alternativa que garante uma formação profissional universitária de qualidade. Onde se tratará de algumas questões direta ou indiretamente que são fundamentais nesse assunto. A saber: Ideologias no nível superior, Função social, Identidade e Posicionamento do Especialista, Atuações profissionais na sociedade, Epistemologia e práxis docente no nível superior.

           Como se pensava a educação no Brasil é uma boa indagação para se começar este aprofundamento, se alguém perguntar qual a situação atual da educação no Brasil em qualquer nível certamente não faltará duras críticas e o volume de queixas apontados será grande, aliás, não são poucos as literaturas cientificas que apontam as mazelas educacionais e os possíveis motivos que a levaram a esse caos.  Aqui se considerou que:  a desventura do ensino e principalmente nas universidade se deve ao fato de como se idealiza a educação e principalmente como cogitam os profissionais docentes sobre a educação, que fomentam seus conhecimentos refletindo nas suas práxis. E para entender melhor a problemática verifica-se como os antigos pensavam a educação no Brasil.  O Manifesto dos pioneiros da Educação Nova de 1932 e os Educadores de 1959 é uma excelente fonte quando se pensa em boas referências educacionais. Veja:
                               
                                   E o que é o mais grave – além de não cuidarmos da solução de problemas fundamentais antes que viessem se agravar sob a pressão de causas exteriores, deixamos de criar e organizar o nosso aparelho de cultura, para habilitar as novas gerações a enfrenta-los e a resolve-los, numa época em que se acentua por toda a parte a intervenção da ciência na direção dos negócios públicos entregue até em tão aos instintos dos povos e ao caprichos dos governantes. P. 17.
       
          Após avaliar o contexto históricos social brasileiro em que estava inserida a educação dessa época os protagonista do ensino começaram a expressar a sua percepção sobre toda a problemática educacional com a maior clareza e lucidez além de tomarem a responsabilidade para si, pelo que todo seu discurso teórico educacional se baseia na realidade objetiva.
A conclusão que chegaram com relação a civilização da época eram desanimadora entendendo que a educação ou a escola era fundamental para socorrer a sociedade, mas, que essa primeiro deveria se refazer pois estava caótica.
                                   O período em que a nossa evolução adquiriu um ritmo mais acelerado em que portanto, começaram a define-se e agravar-se nosso problemas em toda a sua variedade e complexidade, conhecidia assim com a fase mais aguda da crise dramática que atravessa a civilização. P. 16.

           Os verdadeiros pedagogos educacionais, como se intitulavam, começavam agora a apontarem com detalhes tanto os problemas sociais da época como os da própria educação brasileira:
                              
                                        ... Mas raramente as atividades literária se trocaram pelos labores científicos. O critério da objetividade tomou lugar ao prestigio da eloquência e a superficialidade brilhante se retraiu diante da força tranquila ou vagarosa do pensamento...  E continuam; a incoerência a superficialidade e a flutuação em que se manifesta a indisciplina mental, constituem entre nós os traços característicos da literatura cientifica especialmente a política social, em que contam raros e sem repercussão de obras substancias como a de Alberto Torres e Oliveira Viana, nutrida de ideias e fatos enriquecidas de observações diretas retemperadas nas correntes dos pensamentos modernos. P. 18.    

              Esse dialogo merece destaque, por aqui se entender que identificar os problemas com precisão é determinante para resolvê-los. Mas é melhor deixar que os pioneiros da educação brasileira de 1932-1959 continuem falando:

                             Os debates parlamentares e as lutas políticas que se travam em torno de poder e raramente em torno de problemas; podiam satisfazer esse pequeno público das classes medias de formação acadêmica, cujos aplausos se reservam aos homens que se disputam a primazia na disputa dos manejos políticos ou no brilho dos torneios oratórios. P. 20.  

              E assim a cada fala desses especialista em educação se vai entendendo como se pensava a educação brasileira e as consequências dessas ideologias. Sim desde já deve-se entender que há uma consequência para o modo de pensar e fazer educação onde o método de fazer estar diretamente ligado ao pensar, mas, a jornada histórica mental deve continuar com os pioneiros da educação brasileira:

                                     Compreendemos que não se forma o espirito por subterfúgios, e que devemos ganhar o pão com o suor do rosto, isto é, pelo esforço, lutando contra toda resistência e subindo dolorosamente da confusão, da superficialidade e da fraqueza, para a claridade e precisão e força... que a grandeza do país não romperá do seio da terra, mas do pensamento da energia e do braço de seus filhos. P. 21.

                   Os elementos apresentados pelos pioneiros apontam a necessidade de ter uma postura educacional ativa.
                            
                                Ninguém contesta a necessidade de ter o educador um ideal que lhe ofereça precisamente a matéria dos sentimentos e dos hábitos que ela trabalha por inculcar as novas gerações. P. 25... por isso mesmo que dá uma noção nítida do papel da escola na sociedade. P. 27...
           
              Os pioneiros da educação apresentam a cada trecho elementos indispensáveis para uma formação profissional de qualidade. Uma boa parte do que foi apresentado até aqui ainda não diz respeito ao ensino superior diretamente, mas, devem e serão considerado relevantes nesse artigo também para o ensino superior, partindo do princípios de que a educação é continua onde uma fase interfere na outra e alguns princípios educacionais são universais.
                                    Nunca chegamos a oferecer uma cultura própria... problemas sobre objetivos e fins da educação... a luz dos fins estabelecidos os processos mais eficazes para realização da obra educacional. P. 34... certo de que um educador pode bem ser filosofo e deve ter sua filosofia de educação, mas, trabalhando cientificamente neste terreno ele deve estar tão interessado na determinação dos fins da educação quanto também dos meios de realiza-los. P. 34... já se despertava a consciência de que para se dominar a obra educacional em toda a sua extensão, é preciso possuir em alto grau o habito de se prender sobre base solidas e largas. P. 36 ... e não a um labirinto de ideias vagas. P. 37.  ... o axioma de que se pode ser tão cientifico no estudo e na resolução dos problemas educativos como nos da engenharia e finanças. P. 37.       Para os pioneiros da educação o educador deve ter: noções claras e definidas de suas aspirações e suas responsabilidades assim como a escola. P. 37...
Ela tem por objetivo organizar e desenvolver os meios de ação durável com o fim de dirigir o desenvolvimento natural e integral do ser humano em cada uma das etapas de seu crescimento de acordo com certa concepção de mundo. P. 40. ... é certo que é preciso fazer homens antes de fazer instrumento de produção. P. 41. Isto demostra uma hierarquia na formação humana.
Não há sistema escolar cuja unidade e eficácia não estejam constantemente ameaçadas senão reduzidas e anuladas quando o estado não soube ou quis se acautelar contra o assalto de poderes estranhos capazes de impor a educação fins inteiramente contrários aos fins gerais que assinala a natureza em suas funções biológicas. P. 46, 47. ... aliado aos fins já apresentados os educadores de 1932 a 1959 apresentará a necessidade de uma educação funcional. P. 49. Uma comunidade palpitante pela soluções de seus problemas...           
         
            Depois de tanto explanar os problemas gerais da educação e da escola esse pedagogos da verdadeira educação irão estender seus pensamentos para o nível superior:
                                  
                                Se deixam infiltrar desses espíritos enciclopédicos em que o pensamento ganha extensão no que perde em profundidade... o período criador sede lugar a erudição ... aparente e sem substancia dissimulando sobre superfície, as vezes brilhante com absoluta falta de solidez de conhecimento... nessa superficialidade de cultura... cujas opiniões se mantem prisioneiras do sistema que se matizam das tonalidades das mais variadas doutrinas... quase que anárquica. Liberta-se de todos os males educativos de que se viciou sua formação... a ignorância da mais humana de todas as operações intelectuais... p. 57.  E ainda é apresentado uma posição da escola em face da vida... p. 60. ... mas ao mesmo tempo que o progresso da psicologia aplicada a criança a dar a educação base cientifica os estudos sociológicos, definidos a posição da escola em face da vida mas trouxeram uma consciência mais nítida da função social e da estreiteza relativa de seu círculo de ação. P. 63. Demais os problemas educacionais devem ser respondidos de maneira cientifica. P. 63. A complexidade trágica dos problemas postos pelas sociedades modernas... devemos formar-nos nos princípios fixos e inabaláveis que sirvam para regular de modo firme todos os nossos pensamentos devendo ser em nós outros de uma só peça e formar um todo penetrante e solido... é preciso formar uma opinião clara e penetrante e responder a esses problemas sim ou não de modo decidido e inabalável... a alta responsabilidade de seu papel social nem dispõe de qualquer meio para revisão periódica de seus conhecimentos. Com proliferação desordenada sem planejamento e sem critério algum, a não ser o eleitoral, de escola superiores... já se podem calcular as ameaças que pesam sobre esse nível de ensino. P. 72.    
Prepara-lhe cada vez mais solidamente o professorando e aparelha-lo dos recursos indispensáveis ao desenvolvimento de suas múltiplas atividades. P. 73. ... cremos porém que não temos traído em momento algum a nossa posição. P. 78. ... querem fazer da religião um instrumento da política e querem fazer da política um instrumento da religião. P. 80. ... instituiu a liberdade sem controle... foi uma catástrofe sob todos os aspectos inclusive moral... gravitam mais é para a desordem e anarquia na educação...  E que alcançam é largar o ensino a toda espécie de influência de grupos de pressão divergentes e contraditórios. P. 84. ... “com” ciência aplicada e ciência pura e desinteressada” pode-se se reconstruir a educação”. Vão procurar as armas mais eficazes para a formação das novas gerações e “não” execução do plano que traçam sonhos e devaneios de ideólogos políticos. P. 114...  Caminha-se sem direção ao acaso de rumo egoístico, o horizonte nacional achou-se num deserto de homens e ideias. P. 115. Revolução mental e leal e por “fim” eficiente e útil ... determinar diretrizes nítidas a solução de um problema. P. 117... dizem: os pioneiros da verdade pedagógica. P. 119 ... o quadro da involução atrofia da família no mundo contemporâneo ... concepção ideológica que em cada período histórico predomina. P.120 ... afetam a educação deixam a entender, e, toda finalidade pedagógica converge para formação de homens e mulheres capazes de desempenhar as funções que as circunstancias lhes destinam em uma organização social.   

Desse diálogo com os pioneiros da educação nova de 1932 e dos educadores de 1959 pode-se extrair os seguintes postulados:
Os pioneiros da educação brasileira conheciam com profundidade o sistema educacional assim como toda sua problemática inclusive a escola.
Além de entender sobre a escola nova eles entendiam do contexto histórico social que esta estava inserida. Sabiam das influências externas sofridas pelas escolas como também da necessidade e capacidade da escola resistir a essas pressões. Se posicionavam como protagonista do processo de ensino aprendizagem e agiam fortemente para exercer a sua função social de educadores assim como a função social da escola e da necessidade de um legado educacional. Tinham a escola como fonte de luz numa sociedade de trevas, além de tela como resolvedora   dos problemas da comunidade que ela estava inserida.  Afirmavam que o conhecimento cientifico deveria ser usado na educação e que este seria a garantia de um melhor ensino e aprendizado. Como também da necessidade de fundamentar seus conhecimentos em argumentos sólidos, precisos, verdadeiros e útil. Diziam que o ensino superior estava comprometido por superficialidade e discursos vagos e intermináveis, como também seus conhecimentos eram vagos, enfim, estes pensadores transmitem esperança ao sistema educacional brasileiro mesmo quando falam das suas mazelas.  Se ao iniciar este aprofundamento se remeteu ao passado, esta parte, se indaga como pensam os profissionais da educação brasileiras na atualidade.
           Para se saber como pensam os docente hoje sobre a educação brasileira se consultará prioritariamente IMBERNÓM 2011 em FORMAÇÃO DOCENTE E PROFISSIONAL, forma-se para a mudança e incerteza, com ênfase no capitulo 4, 10 e 13 com os seguintes tópicos: O conhecimento profissional docente p. 30, O modelo indagativo ou de pesquisa como ferramenta de formação do professor p. 77.e Formação profissional e qualidade de ensino. p. 100.
                               

                                       Diversos autores procuraram analisar o tipo de conhecimentos profissionais que um professor ou uma professora deveriam ter (cf. Shulman, 1989; Loucks-Horley, 1987) todos eles concordam com a necessidade de um conhecimento polivalente que compreenda diferentes âmbitos: ( o sistema em suas estruturas próprias, sintáticas, ideológicas ou em sua organização) os problemas que dão origem à construção de conhecimentos, o pedagógico geral, o metodológico-curricular, o contextual e o dos próprios sujeitos da educação. Em diversas publicações enfatizei a importância de conhecimentos sobre o âmbito sociocultural e sócio científico ( implicações sócias das ciências) considerando que o contextual refere-se em geral ao âmbito estritamente profissional. P. 31.  


        Logo nas primeiras falas de IMBERNÓN (2011) observa-se que há um tipo de conhecimento especifico para ser utilizado pelo docente profissional onde ele expõe alguns exemplo: o pedagógico geral, o metodológico-curricular, o contextual e o dos próprios sujeitos da educação.  Se pensa hoje em idas e vindas de conhecimentos específicos se pensa também que a função profissional é indefinida:
“Outro fator é a não definição explicita das funções dos profissionais da educação no Brasil” IMBERNÓN (2011).
                                    Já me referir ao excesso de responsabilidade que a profissão docente está assumindo, o que torna difícil delimitar as funções profissionais e também comportar uma substancial mudança da profissionalização:

Nos textos que se seguem IMBERNÓN (2011) irá trazer mais elementos para se entender a atualidade educacional brasileira, como também a solução para os seus problemas presentes:
                                     ...novas exigências em relação a aprendizagem. p35 ...  Esse modelo requer que o professor identifique uma área de interesse colete informações e baseado na interpretação desses dados, realize as mudanças necessárias no ensino. p.  77. O professor é inteligente e pode propor-se uma pesquisa de forma competente e baseado em sua experiência. P. 78. ... momento de encontrar as respostas para os problemas da escola e da sala de aula. P. 79. ... quando atuam como pesquisadores. P. 80. Deve produzir-se uma modificação na realidade. P. 82. 
Aqui então apareceu a ideia de professor pesquisador. Ao destacar seu caráter educativo queremos nos distanciar de enfoque tecnológico, funcionalista e burocratizantes de qualidade. P. 101. Pode-se dizer que hoje se pensa nos conhecimentos na educação, na indefinição de função social, o professor pesquisador do processo de ensino aprendizagem, e da necessidade de qualidade na educação.


                  Percebe-se nessa última fala de IMBERNÓN (2011), que a educação estar desqualificada, sendo isso, pelo menos, em parte, uma consequência de como se tem pensado a educação no Brasil, isto é, uma educação fundamentada no superficialismo, relativismo e imprecisão de conhecimento.
               Sabe-se que é inevitável que haja consequências do pensar a educação no brasil e para endossar essa ideia se passará a CURY (2006)
                                  

                                ... Comentei que os conhecimentos impressos nos livros está morto essencialmente... na educação tradicional a transmissão da informação é tão a-histórica e despersonalizada que o conhecimento que estar morto nos livros é muitas vezes enterrado inconscientemente pelos professores, que fazem das aulas um velório intelectual que é assistido por uma plateia de espectadores passivos... a sala de aula, desde os primeiros anos da educação, deveria funcionar como um ambiente onde se processa um debate vivo de ideias... é provável que mais de noventa  por cento do conhecimento que estudamos jamais seja lembrado ou utilizados em nossa história  sócio profissional ... na educação precisamos um pouco menos de quantidade de informações e muito e muito mais de qualidade de informações principalmente das informações que levam os alunos a compreender o processo de produção de conhecimentos... CURY 2006. P. 302.
      
                                       Isto é só um pequeno quadro das consequências das ideologias educacional brasileira que além de deixar a educação caótica em todos os níveis ainda proporcionou uma formação profissional universitária desqualificada ao mesmo tempo que refletia no papel do Especialista em Metodologia do Ensino Superior frente a necessidade de uma formação profissional universitária de qualidade, cabendo a esse profissional ações significativas, a saber: A criação e aplicação de uma Epistemologia Própria e Inovadora, mas, que dê resultado satisfatório. Lembrando IMBERNÓM 2011: no que se refere a ideia do professor pesquisador e cientista se auto instrumentalizando e aparamentando – elaborando seu próprio conhecimento e ações pedagógicas.  Essa epistemologia própria e inovadora, aqui chamada de Epistemologia da Inteligência, surge como uma crítica construção de conhecimento, exigindo que o sujeito: nunca aceite passivamente o que lhe for ensinado, fazendo comparação com o que já aprendeu em outros cursos afins, estipulando associação entre temas, áreas, ideias de outros pensadores e suas próprias conclusões, só aceitando conhecimentos novos após esses procedimentos, rejeitando informações e conhecimentos que forem conflitantes, questionando teóricos, refutando-os independente do parecer do senso comum acadêmico sobre o objeto, investigando acuradamente cada assunto relevante ao ensino superior, rejeitando  conhecimentos duvidosos e inútil, seguindo a verdade e utilidade, para se construir e aceitar conhecimentos, o conhecimento deve ser aplicado e uma vez aplicado deve melhorar a realidade social, confirmando sua funcionalidade e uma vez melhorando a realidade social tornam-se verdades eternas, ou absoluta. Ou ainda mantê-las e aplica-las até que se apareça coisa superior comprovada mediante mesma epistemologia.
              Com isso então se evidencia a construção e a utilização de uma epistemologia própria, (consolidada como Epistemologia da Inteligência) qualificando inicialmente o conhecimento, fundamentando esses saberes nos seguintes princípios epistemológicos:
             Existe uma realidade objetiva sobre todas as coisas independente de ideologias, é necessário um critério da verdade para se achar a verdade, os problemas devem partir da realidade social, na construção de ideias e conceitos sobre um objeto, deve-se aceitar que; primeiro vem o concreto e depois o abstrato, a razão é fruto do meio e não o meio ambiente é fruto da razão, filosofia é um fundamento indispensável, para a ciência ser sadia e superior, deve-se se mudar sua lógica atual.
              E uma vez fundamentando esses saberes nessa nova lógica resolve a questão da superficialidade do conhecimento denunciada por muitos autores e o mal do logo estéril apresentada por CURY 2006 em Inteligência Multifocal.
            Logo diante dessa postura acadêmica se enriquece a Ciência melhorando a realidade social do Docente Universitário, em especial; o Especialista em Metodologia do Ensino Superior. Com isto agora ele passa a estar instrumentalizado e aparelhado como era o desejo dos pioneiros da Educação de 1932 e dos Educadores de 1959.
           Esse aparato e esse instrumento é uma Nova Epistemologia que se baseia em quatro pilares: a realidade como pivô do conhecimento, o problema é superior ao procedimento e técnica cientifica de apreensão do conhecimento, a relevância do conhecimento deve estar voltada para a melhora da realidade social global, a metodologia procedimentos e técnicas devem contemplar esses três primeiros pilares.
         O especialista em metodologia do ensino superior assume uma postura ideológica, política e cientifica em sua função social que é garantir uma formação profissional universitária de qualidade no que diz respeito a sua práxis, sendo que nessa práxis adotará os seguintes procedimentos didáticos epistemológicos: 1-elaboração ou aquisição de um critérios da verdade, que pode ser a realidade objetiva das coisas como fez os marxista, ou a bíblia como fez os escolástico, ou um outro critério qualquer consistente, 2- seleção de bibliografias que dissertam sobre o assunto independente de concepções ideológicas, 3- analise e classificação dos achados em relevante e irrelevantes, 4- comparação entre obras autores e ideias indiscriminadamente, 5- confrontação com conhecimento de mundo do pesquisador e cientista, 6- confrontação dos achados com os critérios da verdade, 7- analise de aproximação entre assunto e a realidade, 8- associação entre teoria e pratica, 9- verificação e comparação com outras fontes de conhecimentos (senso comum, filosófico e teológico), 10- conclusões e aceitação desses conhecimentos como absolutos ou não, até que se prove o contrário mediante a mesma metodologia que o consagrou.  
         Conclui-se então que houveram modos diferentes de se pensar a educação no Brasil, em períodos distintos; a saber, em 1932 e na atualidade, e que esses diferentes modos de se pensar a educação lhe trousse consequências, onde aqui se percebeu a sua desqualificação profissional, oriunda de uma epistemologia deficiente, que gerava conhecimento superficiais de baixa qualidade e principalmente no nível superior. Obrigando hoje o Especialista em Metodologia do Ensino superior viabilizar uma solução para uma formação profissional de qualidade, pelo que entendeu como solução a inovação, criar e aplicar a Epistemologia da Inteligência, CIRCUNCISÃO (2015). Cujos os conteúdos foram apresentados parcialmente nesse artigo. 
           Após o docente em método de ensino superior se apropriar da Epistemologia da Inteligência pode capacitar o discente universitário possibilitando uma formação profissional universitária de qualidade. 

Referencia
Bardin L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70; 1977.
CIRCUNCISÃO, Zenivaldo Montes.  Epistemologia da Inteligência, Salvador 2015
CURY, Augusto Jorge; Inteligência Multi Focal; Analise da construção de pensamentos e da formação de pensadores, 8ª ed. rev. São Paulo Cultrix, 2006.
Coleção Educadores MEC, Manifesto dos Pioneiros da Educação nova (1932) e dos Educadores (1959) ed. Massagana, Recife, 2010
IMBERNÓN; Francisco, Formação Docente e Profissional, Forma-se para mudança e incerteza, 9 ed, São Paulo ; Cortez, 2011.

TRIVIÑOS, Augusto Nibaldo Silva. Introdução à Pesquisa em Ciências Sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987.