segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Meus fundamentos epistemológicos



FUNDAMENTOS EPISTEMOLÓGICOS
1 Todas as fontes são necessárias quando se busca um conhecimento preciso e verdadeiro.

2 Toda a capacidade humana é indispensável para construir e validar um conhecimento.

3 Cada tipo de conhecimento complementa o outro.

4 Existem uma realidade objetiva de todas as coisas.

5 O homem é capaz de conhecer a verdade sobre todas as coisas.

6 O conhecimento é histórico é construído pelo homem de inúmeras maneiras.

7 A consciência é um reflexo da realidade.

8 A existência vem antes da essência assim como o concreto vem antes do abstrato.

9 Todo conhecimento construído e adquirido deve ser para melhorar a realidade social.

10 Todo conhecimento humano deve ser transmitido e acessado pelas novas gerações.

11 O critério da verdade é o somatório das fontes e das capacidades humanas.
O método proposto pode ser chamado de convergência.





BREVE TRATADO DA SITUAÇÃO ATUAL DA CIÊNCIA
Dentre um numero considerável de coisas que possui um significado respeitável para sociedade está à ciência, percebe-se que desde a sua grande expansão, acompanhado a revolução industrial ela ganhou status privilegiado em todos os seguimentos da sociedade.
É sinônimo de: verdade, credibilidade, certeza e de não serem contestado, suas afirmativas tem força, graças à personagem como: Alhazen, Roger Bacon, Pierre de Maricourt, Jhannes Buridan, Leonardo da Vinci, Isaac Newton, Galileu Galilei, Robert Hooke, Benjamim Franklin, Blaise Pascal, Albert Einstein e tantos outros que realizaram grandes feitos e descobertas na eletricidade, óptica e luz, termodinâmica, química, medicina etc.; trazendo incontáveis benefícios para sociedade.
A ciência influenciou a educação e áreas do conhecimento, o fato é que hoje inúmeros conhecimentos e seguimentos educacionais buscam o titulo de ciência, e o fazer ciência virou uma constante.
Mas o que esse fazer científico traz de si mesmo e da ciência tão respeitada e idolatrada? Para responder a essa problemática se analisará alguns conteúdos expostos por autores que se debruçaram sobre essa temática. Como metodologia para tal estudo se utilizara da pesquisa bibliográfica. CIRCUNCISÃO (2013) 
                                                      Nos tempos modernos, a ciência e altamente considerada. Aparentemente uma crença amplamente aceita de que algo de especial a respeito da ciência e de seus métodos. Atribuição do termo "científico" a alguma afirmação, linha de raciocínio ou peça de pesquisa é feita de um modo que pretende implicar algum tipo de mérito ou um tipo especial de confiabilidade. (CHALMERS, 2010; p.16)


Chalmers (2010, p. 16) continua dizendo mais:


                                     abundância de provas  na vida cotidiana de que a ciência é tida em alta conta, a despeito de um certo desencanto com ela, devido a consequências pelas quais alguns a consideram responsável, tais como bombas de hidrogênio e poluição. Anúncios frequentemente asseguram que um produto especifico foi cientificamente comprovado como mais branqueador, mais potente, mais sexualmente atraente ou de alguma maneira preferível aos produtos concorrentes. Assim fazendo, eles esperam insinuar que sua afirma ao e particularmente bem fundamentada e tal­ vez esteja  além  de contesta ao.  Numa veia similar, urn recente anuncio de jornal recomendando a Christian Science era intitula­ do: "A ciência fala e diz que a Bíblia Cristã é comprovadamente verdadeira", e prosseguia nos dizendo que "ate os pr6prios cientistas acreditam nisso atualmente". Aqui temos um apelo direto à autoridade da ciência e dos cientistas. Poderíamos muito bem perguntar: “Qual é a base para tal autoridade”?




E Chalmers prossegue na pagina seguinte o qual se vai transcrever na integra por encontrar nesses textos elementos para essa discussão.


                                     A alta estima pela ciência não esta  restrita   a  vida  cotidiana e a mídia popular. É evidente no mundo escolar acadêmico e em todas as partes da indústria do conhecimento. Muitas áreas de estudos são descritas como ciências por seus defensores, presumivelmente num esforço para demonstrar que  os métodos usados são  tão firmemente embasados e tão potencialmente frutíferos quanta os de uma  ciência  tradicional como a física. Ciência política  e ciências sociais são agora  lugares comuns-. Os marxistas tendem a insistir que o materialismo hist6rico é uma ciência.  De acréscimo, ciência bibliotecária, ciência administrativa, ciência do discurso, ciência florestal, ciência de laticínios, ciência de carne e animais, e mesmo ciência mortuária são hoje ou estiveram sendo recentemente ensinadas em colégios ou universidades americanas. 1 Autointitulados "cientistas" nesses campos podem  frequentemente ver a si mesmos seguindo o método empírico da física, o que para eles consiste  na coleta de dados por meio de cuidadosa observação e experimentos e da subsequente derivação de leis e teorias  a partir  desses  dados por algum tipo de procedimento lógico. Fui recentemente informado por um colega do departamento de hist6ria, que aparentemente tinha absorvido esse  rotulo  de empiricismo, de que  não é possível hoje escrever uma  hist6ria da Austrália porque ainda  não  dispomos de urn  numero suficiente de dados. Uma  inscrição na  fachada da   Social Science Research Building  na Universidade de Chicago diz: "Se você não  pode  mensurar seu conhecimento e escasso  e insatisfatorio”. 2 Sem duvida, muitos de seus habitantes, aprisionados em modernos laborat6rios, esquadrinham o mundo através das barras  de aço de seus algarismos, não conseguindo perceber que o método que se empenham em seguir  não é apenas estéreo e  infrutífero, mas também não é método ao qual deve ser atribuído o sucesso da física. A visão equivocada de ciência referida acima será discutida e demolida nos primeiros capítulos deste livro.

  

     
 
Nos tempos modernos, a ciência e altamente considerada. 
Aparantemente há uma crença amplamente aceita de que há algo de especial a respeito da ciência e de seus métodos. Atribuição do termo "cientifico" a alguma afirmação, linha de raciocínio ou peça de pesquisa é feita de um modo que pretende implicar algum tipo de mérito ou um tipo especial de confiabilidade. (CHALMERS, 2010; p.16)

 Chalmers (2010, p. 16) continua dizendo mais:

 Há abundância de provas na vida cotidiana de que a ciência é tida em alta conta, a despeito de umcerto desencanto com ela, devido a consequências pelas quais alguns a consideram responsável, tais como bombas de hidrogênio e poluição. Anúncios frequentemente asseguram que um produto especifico foi cientificamente comprovado como mais branqueador, mais potente, mais sexualmente atraente ou de alguma maneira preferível aos produtos concorrentes.

 Assim fazendo, eles esperam insinuar que sua afirmação é particularmente bem fundamentada e tal­ vez esteja além de contestações. Numa veia similar, um recente anuncio de jornal recomendando a Christian Science era intitula­do: "A ciência fala e diz que a Bíblia Cristã é comprovadamente verdadeira", e prosseguia nos dizendo que "até os próprios cientistas acreditam nisso atualmente". Aqui temos um apelo direto a autoridade da ciência e dos cientistas. Poderíamos muito bem perguntar: "Qual é a base para tal autoridade?

 E Chalmers prossegue na pagina seguinte:

 A alta estima pela ciência não esta restrita a vida cotidiana e a mídia popular. É evidente no mundo escolar acadêmico e em todas as partes da indústria do conhecimento. Muitas áreas de estudos são descritas como ciências por seus defensores, presumivelmente num esforço para demonstrar que os métodos usados são tão firmemente embasados e tão potencialmente frutíferos quanta os de uma ciência tradicional como a física. Ciência politica e ciências sociais são agora lugares comuns.
 Os marxistas tendem a insistir que o materialismo histórico é uma ciência. De acréscimo, ciência bibliotecária, ciência administrativa, ciência do discurso, ciência florestal, ciência de laticínios, ciência de carne e animais, e mesmo ciência mortuária são hoje ou estiveram sendo recentemente ensinadas em colégios ou universidades americanas.

1 Autointitulados "cientistas" nesses campos podem frequentemente ver a si mesmos seguindo o método empírico da física, o que para eles consiste na coleta de dados por meio de cuidadosa observação e experimentos e da subsequente derivação de leis e teorias a partir desses dados por algum tipo de procedimento logico. Fui recentemente informado por um colega do departamento de história, que aparentemente tinha absorvido esse rótulo de empiricismo, de que não é possível hoje escrever uma história da Austrália porque ainda não dispomos de urn número suficiente de dados. 

Uma inscrição na fachada da Social Science Research Building na Universidade de Chicago diz: "Se você não pode mensurar, seu conhecimento é escasso e insatisfatório. " Sem dúvida, muitos de seus habitantes, aprisionados em modernos laboratórios, esquadrinham o mundo através das barras de aço de seus algarismos, não conseguindo perceber que o método que se empenham em seguir não é apenas estéreo e infrutífero, mas também não é método ao qual deve ser atribuido o sucesso da física. A visão equivocada de ciência referida acima será discutida e demolida nos primeiros capítulos deste livro. 
Este autor coloca em xeque os atributos da ciência e ele não é o único: (BRACHT, 2007,p. 95) .. nas questões fundamentais o conhecimento cientifico desenboca em insondaveis incerteza. ... o que está hoje em questão é o própio paradigma da ciência moderna ou a racionalidade ciêntifica. e Marques apud Bracht (1993) de iqueridoura a razão converte-se a iquerida. Essa crise que na opinião de Santos (1988, p. 54) não apenas é profunda mas é irrevessível ( ou indica um recomeço, como querem M. O. Marques e P. S. Rouanet) é o resultado de condições sociais e teoricas.   Mas, o que fazer diante de tamanho caos ciêntifico? As próximas postagens trarão as respostas,  aguadem.  

domingo, 19 de janeiro de 2014

A guerra: não declarada, invisivel e silenciosa

A guerra é um fato social presente no mundo desde que os homens se multiplicaram na terra. O primeiro conflito, tomando como fonte a Bíblia, se deu com Caim e Abel, o agricultor e o pastor de ovelha que eram irmãos gêmeos. Depois dessa briga no seio da família os conflitos passaram a ser grupal ou inter familiar. Nesta época famílias inteiras guerreavam entre si e só paravam quando uma destruía completamente a outra matando todos os seus membros desde o menor ao maior. Logo os homens passaram a se agruparem em cidades fortificadas para proteger os seus, dando origem a uma guerra mais complexa e mais bem elaborada e duradoura, com isso há um inicio de hegemonia pois as fortaleza garantia um poder maior de proteção e abrigo.   Houve cidades que se tornaram grandes polos de desenvolvimento, embora não protegessem seus moradores para sempre pois os saques e agora também a destruição das fortalezas continuavam, sendo as guerras muito mais duradouras. Surgiram um aglomerado de cidades fortificadas dando origem aos impérios ou melhor aos grandes impérios, dos quais destaca-se o egípcio, o persa, o grego e o romano sem contar os impérios religiosos. Esses obtinham o controle absoluto do mundo acumulando extra ordinariamente tudo que possuía algum tipo de valor inclusive almas humanas, além de matar os vencidos eram subjugados e condenados a trabalhos forçados e isso prevaleceu por milênios. A idade antiga foi o maior período dessa pratica: guerrear, despojar matar e escravizar a todos de linhagem diferente, e isso ocorreu também com a idade media e moderna sendo atenuada só na contemporânea. Com o fim da idade antiga e inicio da idade média marcada por influencia do cristianismo que pregava a paz entre os povos extinguiu-se os grandes impérios hegemônicos, mas as guerras continuaram. Os conflitos agora eram entre grupos de nações e a exemplo disso tem-se a primeira e a segunda guerra mundial de proporções catastróficas pelo grande poder de destruição e aniquilamento agora não só de pessoas mas do meio ambiente também, após a segunda guerra mundial o mundo ficou sensibilizado e isto ocorreu com a destruição durante a segunda guerra mundial da duas cidades japonesa: Hiroshima e Nagasaki. Com isso os conflitos passaram a ser pontuais e locais onde pode-se destacar: as guerras da Bósnia e da Servia, dos Árabes dos Palestinos Muçulmanos, de tribos do continente africano e as guerras entre católicos e protestante além das guerras sócias ou lutas entre as classes objeto de estudo e debate dos marxista ortodoxos. Nesse embate de caráter marxista condena-se o capitalismo e exalta-se o socialismo como sistema político salvador. Parece que o homem por si só gosta de matar e fazer guerra sendo isso evidente quando se percebe uma guerra não declarada invisível e silenciosa.
 Essa guerra é expressa no ditado cada um por si e Deus por todos ou Deus para si e o diabo para todos, a origem dessa guerra é a inveja o ciúme e a cobiça atitudes humanas quase que imperceptível e jamais admitida, o ser humano simplesmente odeia o seu próximo e guerreia ardentemente contra ele e sem misericórdia, pode-se verificar essa situação nos relacionamentos no trabalho. Um funcionário fala mal do outro dificulta o trabalho do companheiro além de destruir todo o trabalho do colega. Geralmente essa atitude maligna é disfarçada com sorriso e falsa cordialidade identificado só por quem sofre, falada algumas vezes por escritores, poetas e cantores, um trecho da musica de Bob Marley diz: o homem é tão injusto com o homem não se sabe mais em quem confiar falam que são seu amigo mas por de traz fala mal de você e um proverbio diz não confie nele ainda que lhe fale benignamente. A maldade do homem contra seu próximo é desenfreada e o mais impressionante disso é que todos se dizem bom, como diz uma música de capoeira todo mundo quer ser bom mais ruim ninguém quer ser todo mundo quer matar mais ninguém quer morrer. Então essa guerra não declarada, invisível e silenciosa generalizada é a pior de todas pois como se defender e se prepara para algo quase que imperceptível e inimigos que se dizem bons amigos.
  

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Tecla de atalho do word



Teclas de atalho
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F7: verificar ortografia.

sábado, 4 de janeiro de 2014

O apocalipse da Bíblia segundo Zene polemica

Dentre as centenas de livros já lidos e estudado por mim, a escritura sagrada como também é conhecida a Bíblia é o mais interessante e intrigante de todos, por inúmeros motivos e dentre esses motivos destaca-se o fato das suas muitas versões em português as quais já tive oportunidade de ler e estudar, a qual posso mencionar uma a uma: João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada, NVI, Pentecostal, Ave Maria, Testemunha de Jeová, Versão fácil de ler, uma versão em grego de texto inter linear e tradução ao pé da letra, Os Gideões Internacionais no Brasil. Sendo que dessa leitura posso tecer o seguente comentário: todas as versões são tendenciosas pois no geral não existe diferença significativa entre elas, a não ser quando o texto traduzido afeta direta ou indiretamente o dogma do grupo religioso. Então esse grupo resolveu realizar sua própria tradução buscando palavras no português que melhor expresse o entendimento do grupo. Se a NVI e João Ferreira de Almeida for colocada lado a lado   pode notar facilmente sua similaridade, apenas com inversão de ordem nas palavras ou trocas de sinônimos. Mas deixando as atitudes humanas de lado, a Bíblia é um livro que contém uma quantidade vasta de inúmeros conhecimentos, onde pode-se afirmar ser a mais completa de todas as fontes. É constituída pelos seguentes  livros: Gêneses, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio, esses chamados pelos Judeus de Pentateuco ou livro de lei. Josué, Juízes, Rute, I Samuel, II Samuel, I Reis ,II Reis,   I Crônicas, II Cronicas, Esdras, Neemias, Ester, Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cantares, Isaías, Jeremias, Lamentações, Ezequiel, Daniel, Oséias,  Joel, Amós, Obadias,Jonas, Miquéias, Habacuque, Sofanias, Ageu, Zacarias e Malaquias sendo que esses 39 livros pertencem ao velho testamento.  E: Mateus, Marcos, Lucas João, Atos, Romanos, I Coríntios II Coríntios, , Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, I Tessalonicenses, II Tessalonicenses, I Timóteo, II Timóteo, Tito, Filemom, Hebreus, Tiago, I Pedro, II Pedro, I João II João III João Judas e Apocalipse, sendo que esses 27 formam a outra parte da Bíblia intitulado novo testamento.

Os dez mandamento da felicidade segundo Zene 2014



Os dez mandamentos da felicidade
1 Viva e exista, é na vida e na existência que tudo acontece.

2 Movimente-se, o exercício físico garante saúde, estando ele presente em toda ação e reação humana.

3 Dedique parte de sua existência a família, ela é quase sempre ponto de partida e chegada.

4 Adquira, aproprie-se de uma profissão e a diferencie, ela lhe proporciona o ter.

5 Adquira entendimento e viva com sabedoria em todos os sentidos.

6 Aprenda a ler, interpretar e a discernir as coisas do presente século.

7 Veja, ouça e atue, metade do sucesso depende dessas ações.

8 Dedique tempo a leitura, meditação e planejamento sabendo que as pessoas não planejam o seu fracasso.

9 Amplie seus horizontes, antecipe as ações dos seus inimigos e eventos que podem lhe atingir para o bem ou para o mau. Saiba que você faz parte de um todo e esse todo é finito e previsível.

10 Lembre-se de Deus, o que ele é e o que é capaz de fazer, independe da fé humana.

Resumo da monografia de zene



RESUMO

O presente estudo busca investigar o trato da sistematização da Educação Física como área de conhecimento no século XX no Brasil. Sistematização essa desencadeada na Europa, com a Revolução Industrial, Francesa e o avanço científico. Elaborou-se então o seguinte problema: Como se deu o processo de sistematização da Educação Física como área de conhecimento no século XX no Brasil? Com isso pretende-se analisar algumas obras que tratam do assunto, identificar e reconhecer algumas tendências epistemológicas que fundamentaram essas sistematizações. A relevância central deste estudo esta: nas poucas obras que tratam sobre a temática, necessidade de aprofundamento nas questões relacionadas à Educação Física, função social da Faculdade; que é a construção de conhecimentos científicos, desejo de se conhecer a realidade objetiva da Educação Física como área de conhecimento, possibilidade de se transformar a realidade com o novo conhecimento e finalmente o desejo maior de descobrir algo mais avançado sobre a sistematização da Educação Física como área de conhecimento. Para a efetivação de tamanho trato, fez-se uso dos princípios da pesquisa qualitativa, das técnicas da pesquisa bibliográfica, bem como, da analise e seleção dos textos mais adequados, para fundamentação da obra prevista. Como recorte temporal de publicação se investigara os períodos que abrange: 1960-1980.Concluiu-se que houve a utilização de conhecimento de outras áreas para a construção de saberes para a Educação Física, sendo essa sistematização marcada por muitos debates, dando origem a três tendências distintas; com caráter biológico, psico educacional e social político. Estabeleceu-se conceitos e definições sobre a Educação Física, a sistematização foi desde uma organização de simples atividades físicas a formulação de teorias educacionais.
Palavras- chaves: Sistematização. Educação Física. Teoria Educacional.









ABSTRACT

The present study aims to investigate the dealings of the systematization of Physical Education as an area of knowledge in the twentieth century in Brazil. Systematization this triggered in Europe, with the Industrial Revolution, French and scientific advancement. Then elaborated the following problem: How was the process of systematization of physical education as a field of knowledge in the twentieth century in Brazil? With this we intend to analyze some works dealing with the subject, identify and recognize some trends that underlie this epistemological systematization. The central relevance of this study: the few works that deal with the subject, in need of further issues related to Physical Education, Faculty of social function, which is the construction of scientific knowledge, desire to know the objective reality of physical education as area of ​​knowledge, possibility of becoming reality with the new knowledge and ultimately the greatest desire to discover something more advanced on the systematization of physical education as a field of knowledge. For implementation of tract size, made ​​use of the principles of qualitative research techniques of literature, as well as the analysis and selection of the most appropriate texts for reasons of the work provided. As of publication time frame is investigated covering the periods: 1960 - 1980. Conclusion up there was the use of knowledge from other areas to build knowledge for Physical Education, and this systematization marked by many debates, giving rise to three distinct trends, with biological character, educational psycho social and political. It was established concepts and definitions on Physical Education, systematization was from an organization of simple physical activities formulating educational theories.
Keywords: Systematization. Physical Education. Educational Theory.