FUNDAMENTOS EPISTEMOLÓGICOS
1 Todas as fontes são necessárias quando se busca um
conhecimento preciso e verdadeiro.
2 Toda a capacidade humana é indispensável para construir e
validar um conhecimento.
3 Cada tipo de conhecimento complementa o outro.
4 Existem uma realidade objetiva de todas as coisas.
5 O homem é capaz de conhecer a verdade sobre todas as
coisas.
6 O conhecimento é histórico é construído pelo homem de
inúmeras maneiras.
7 A consciência é um reflexo da realidade.
8 A existência vem antes da essência assim como o concreto
vem antes do abstrato.
9 Todo conhecimento construído e adquirido deve ser para
melhorar a realidade social.
10 Todo conhecimento humano deve ser transmitido e acessado
pelas novas gerações.
11 O critério da verdade é o somatório das fontes e das
capacidades humanas.
O método proposto pode ser chamado de convergência.
BREVE TRATADO DA SITUAÇÃO ATUAL DA CIÊNCIA
Dentre um numero considerável de
coisas que possui um significado respeitável para sociedade está à ciência,
percebe-se que desde a sua grande expansão, acompanhado a revolução industrial
ela ganhou status privilegiado em todos os seguimentos da sociedade.
É sinônimo de: verdade,
credibilidade, certeza e de não serem contestado, suas afirmativas tem força, graças à
personagem como: Alhazen, Roger Bacon, Pierre de Maricourt, Jhannes Buridan,
Leonardo da Vinci, Isaac Newton, Galileu Galilei, Robert Hooke, Benjamim
Franklin, Blaise Pascal, Albert Einstein e tantos outros que realizaram grandes
feitos e descobertas na eletricidade, óptica e luz, termodinâmica, química,
medicina etc.; trazendo incontáveis benefícios para sociedade.
A ciência influenciou a educação
e áreas do conhecimento, o fato é que hoje inúmeros conhecimentos e seguimentos
educacionais buscam o titulo de ciência, e o fazer ciência virou uma constante.
Mas o que esse fazer científico traz
de si mesmo e da ciência tão respeitada e idolatrada? Para responder a essa
problemática se analisará alguns conteúdos expostos por autores que se
debruçaram sobre essa temática. Como metodologia para tal estudo se utilizara
da pesquisa bibliográfica. CIRCUNCISÃO (2013)
Nos tempos modernos, a ciência e altamente considerada. Aparentemente há uma crença amplamente aceita de que há algo de especial
a respeito da
ciência e de seus métodos. Atribuição
do termo "científico" a alguma afirmação, linha de raciocínio ou peça de pesquisa é feita de um modo que pretende implicar
algum tipo de mérito ou um tipo especial de confiabilidade. (CHALMERS,
2010; p.16)
Chalmers (2010, p. 16) continua dizendo mais:
Há abundância de provas na vida cotidiana de que a ciência é tida em alta conta, a despeito de um certo
desencanto com
ela, devido a consequências pelas quais
alguns a consideram responsável, tais como bombas de hidrogênio e poluição. Anúncios frequentemente asseguram que um produto especifico foi cientificamente
comprovado como mais branqueador, mais potente, mais sexualmente atraente ou de alguma maneira preferível
aos produtos concorrentes. Assim fazendo, eles
esperam insinuar que sua afirma ao
e particularmente bem fundamentada e tal vez esteja além de contesta ao. Numa
veia similar, urn recente
anuncio de jornal
recomendando a Christian Science era intitula do: "A ciência fala e diz que a Bíblia Cristã é comprovadamente verdadeira", e prosseguia nos dizendo que "ate os pr6prios cientistas acreditam nisso atualmente". Aqui temos um apelo direto à autoridade da ciência e dos cientistas. Poderíamos muito bem perguntar: “Qual é a base para tal autoridade”?
E Chalmers prossegue na pagina seguinte o qual se vai
transcrever na integra por encontrar nesses textos elementos para essa
discussão.
A alta estima pela ciência não esta restrita a vida cotidiana e a mídia popular. É evidente no mundo escolar acadêmico e em
todas as partes da indústria do conhecimento. Muitas áreas de estudos são
descritas como ciências por seus defensores,
presumivelmente num
esforço para
demonstrar
que os métodos usados são tão firmemente embasados e tão potencialmente frutíferos quanta os de uma
ciência
tradicional como a física. Ciência política
e ciências
sociais são agora lugares comuns-. Os marxistas tendem a insistir que o materialismo hist6rico é uma
ciência. De acréscimo, ciência bibliotecária, ciência administrativa, ciência do discurso, ciência
florestal, ciência de laticínios, ciência
de carne e animais, e mesmo ciência mortuária são hoje ou estiveram sendo recentemente ensinadas em colégios
ou universidades americanas. 1 Autointitulados "cientistas" nesses campos podem frequentemente ver a si mesmos seguindo o método empírico da física,
o que para eles consiste na coleta de dados por meio de cuidadosa observação e experimentos e
da subsequente derivação de leis e teorias
a partir desses dados por algum tipo de
procedimento lógico. Fui recentemente informado por um colega do departamento de hist6ria, que aparentemente tinha
absorvido esse rotulo de empiricismo, de que não é possível hoje escrever uma hist6ria da Austrália porque ainda
não
dispomos de urn numero suficiente de dados. Uma inscrição na
fachada da Social Science Research Building na Universidade de Chicago
diz: "Se você não pode
mensurar seu conhecimento e
escasso e
insatisfatorio”. 2 Sem duvida, muitos de seus habitantes, aprisionados em modernos laborat6rios, esquadrinham o mundo
através das barras de aço de seus algarismos, não conseguindo perceber que o método que se empenham em seguir não é apenas estéreo e infrutífero, mas também não
é método ao qual deve ser atribuído o sucesso da física. A visão equivocada de ciência referida
acima será discutida
e demolida nos primeiros capítulos
deste livro.
Nos tempos modernos, a ciência e altamente
considerada.
Aparantemente há uma crença amplamente aceita de
que há algo de especial a respeito da ciência e de seus métodos. Atribuição do
termo "cientifico" a alguma afirmação, linha de raciocínio ou peça de
pesquisa é feita de um modo que pretende implicar algum tipo de mérito ou um
tipo especial de confiabilidade. (CHALMERS, 2010; p.16)
Chalmers (2010, p. 16) continua dizendo
mais:
Há abundância de provas na vida cotidiana
de que a ciência é tida em alta conta, a despeito de umcerto desencanto com
ela, devido a consequências pelas quais alguns a consideram responsável, tais
como bombas de hidrogênio e poluição. Anúncios frequentemente asseguram que um
produto especifico foi cientificamente comprovado como mais branqueador, mais
potente, mais sexualmente atraente ou de alguma maneira preferível aos produtos
concorrentes.
Assim fazendo, eles esperam insinuar que
sua afirmação é particularmente bem fundamentada e tal vez esteja além de
contestações. Numa veia similar, um recente anuncio de jornal recomendando a
Christian Science era intitulado: "A ciência fala e diz que a Bíblia
Cristã é comprovadamente verdadeira", e prosseguia nos dizendo que
"até os próprios cientistas acreditam nisso atualmente". Aqui temos
um apelo direto a autoridade da ciência e dos cientistas. Poderíamos muito bem
perguntar: "Qual é a base para tal autoridade?
E Chalmers prossegue na pagina seguinte:
A alta estima pela ciência não esta
restrita a vida cotidiana e a mídia popular. É evidente no mundo escolar acadêmico
e em todas as partes da indústria do conhecimento. Muitas áreas de estudos são
descritas como ciências por seus defensores, presumivelmente num esforço para
demonstrar que os métodos usados são tão firmemente embasados e tão
potencialmente frutíferos quanta os de uma ciência tradicional como a física.
Ciência politica e ciências sociais são agora lugares comuns.
Os marxistas tendem a insistir que o
materialismo histórico é uma ciência. De acréscimo, ciência bibliotecária,
ciência administrativa, ciência do discurso, ciência florestal, ciência de
laticínios, ciência de carne e animais, e mesmo ciência mortuária são hoje ou
estiveram sendo recentemente ensinadas em colégios ou universidades americanas.
1 Autointitulados "cientistas" nesses
campos podem frequentemente ver a si mesmos seguindo o método empírico da
física, o que para eles consiste na coleta de dados por meio de cuidadosa
observação e experimentos e da subsequente derivação de leis e teorias a partir
desses dados por algum tipo de procedimento logico. Fui recentemente informado
por um colega do departamento de história, que aparentemente tinha absorvido
esse rótulo de empiricismo, de que não é possível hoje escrever uma história da
Austrália porque ainda não dispomos de urn número suficiente de dados.
Uma inscrição na fachada da Social Science
Research Building na Universidade de Chicago diz: "Se você não pode
mensurar, seu conhecimento é escasso e insatisfatório. " Sem dúvida,
muitos de seus habitantes, aprisionados em modernos laboratórios, esquadrinham
o mundo através das barras de aço de seus algarismos, não conseguindo perceber
que o método que se empenham em seguir não é apenas estéreo e infrutífero, mas
também não é método ao qual deve ser atribuido o sucesso da física. A visão
equivocada de ciência referida acima será discutida e demolida nos primeiros
capítulos deste livro.
Este autor coloca em xeque os atributos da
ciência e ele não é o único: (BRACHT, 2007,p. 95) .. nas questões fundamentais
o conhecimento cientifico desenboca em insondaveis incerteza. ... o que está
hoje em questão é o própio paradigma da ciência moderna ou a racionalidade
ciêntifica. e Marques apud Bracht (1993) de iqueridoura a razão converte-se a
iquerida. Essa crise que na opinião de Santos (1988, p. 54) não apenas é
profunda mas é irrevessível ( ou indica um recomeço, como querem M. O. Marques
e P. S. Rouanet) é o resultado de condições sociais e teoricas.
Mas, o que fazer diante de tamanho caos ciêntifico? As próximas postagens
trarão as respostas, aguadem.