quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Uma esperança para nós



Sentença suspende restrições à atuação dos licenciados em educação física na Bahia e em Sergipe
Com a decisão, os licenciados na área podem atuar tanto como professor em instituições de ensino, quanto em espaços de educação não-formal, a exemplo de academias de ginástica, clubes, espaços de lazer, de recreação e de práticas desportivas.
A 10ª Vara da Justiça Federal suspendeu qualquer ato que possa restringir o campo de atuação dos profissionais graduados em cursos de licenciatura em educação física no âmbito funcional do Conselho Regional de Educação Física da 13ª Região (Cref13/BA-SE). Com a decisão, os licenciados na área podem atuar tanto como professor em instituições de ensino, quanto em espaços de educação não-formal, a exemplo de academias de ginástica, clubes, espaços de lazer, de recreação e de práticas desportivas. A sentença confirma uma liminar, de fevereiro deste ano, e atende pedidos de uma ação civil pública proposta pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, do Ministério Público Federal na Bahia (MPF/BA).
Com a sentença, de 24 de setembro último, os Conselhos Federal e Regional de Educação Física não poderão mais emitir as carteiras com a indevida anotação “Atuação Educação Básica”, relativamente aos profissionais originários dos cursos de licenciatura em educação física. Além disso, terão de substituir as carteirinhas, já emitidas com essa anotação, de todos os beneficiários que solicitarem a alteração e sem nenhum custo. Os conselhos estão sujeitos também ao pagamento de multa de 500 reais em cada caso comprovado de descumprimento da decisão, e deverão divulgar a sentença em jornal de grande circulação, afixar aviso na sede do Cref13/BA-SE e nos respectivos endereços eletrônicos por, no mínimo, 60 dias.
A ação foi proposta por conta da restrição imposta pelo Cref13/BA-SE à atuação dos licenciados, limitando-a aos ambientes escolares. Além de não poder trabalhar em ambientes não acadêmicos, os profissionais ainda recebiam a carteirinha do conselho com a aposição da frase “Atuação Educação Básica” no anverso da carteira profissional. A prática do Cref13/BA-SE respaldava-se nas resoluções nº s 182/2009 e 112/2005 do Conselho Federal de Educação Física (Confef). De acordo com essas normas, as carteiras profissionais seriam expedidas em conformidade com a formação acadêmica do graduado, com a existência de um campo específico para distinguir a atuação profissional.
Lei não faz restrição - Para o MPF, as duas resoluções do Confef são ilegais e vão de encontro à Lei 9.696/98, que trata da inscrição dos profissionais de Educação Física nos respectivos Conselhos Regionais. A lei “não faz qualquer tipo de restrição quanto à natureza do curso de ensino superior (licenciatura ou bacharelado), exigindo apenas o diploma obtido em curso de Educação Física, oficialmente autorizado ou reconhecido”, afirma o MPF na ação ajuizada em dezembro do ano passado. Ainda de acordo com o órgão, não competem aos conselhos profissionais estabelecer limitações ao exercício profissional das respectivas categorias, e sim, verificar se existem ou não óbices legais ou administrativos para o desempenho da atividade reivindicada.
Na sentença, o Judiciário concordou com a argumentação do MPF ao entender que a Lei nº 9.696/98 não apresenta distinção entre os profissionais de educação física de cursos de licenciatura ou bacharelado, e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação apenas exige que os profissionais que exerçam a docência na educação básica sejam portadores de cursos de licenciatura. Para reforçar a tese, o Judiciário cita os artigos 5º, inciso XIII, e artigo 22, inciso XVI, da Constituição Federal, segundo os quais apenas lei em sentido formal poderia impor requisitos para o desempenho da atividade profissional, “não cabendo aos conselhos profissionais, em cerceio ao direito fundamental ao livre exercício da profissão, por meio de resolução ou quaisquer atos normativos infralegais, restringir a atuação dos educadores físicos licenciados aos ambientes escolares”, diz a decisão.
O Confef e o Cref13/BA-SE ainda podem recorrer da decisão.
Número da ação para consulta processual: 44645-56.2011.4.01.3300/ 10ª Vara Federal

Leia também:
Assessoria de Comunicação
Ministério Público Federal na Bahia
Tel.: (71) 3617- 2295/2296/2299/2474/2200
E-mail: ascom@prba.mpf.gov.br
www.twitter.com/mpf_ba
19/10/2012

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Técnicas de apreensão do conhecimento científico



Técnicas de apreensão do conhecimento científico
esboço
Definição de:
Leitura
Grifo
Anotações
Dissertações
Formas e níveis de leitura
Leitura decodificadora: é uma simples decodificação dos sinais ortográficos; as letras, as sílabas, palavras, frases e parágrafos. Leitura superficial na busca de conhecimentos científicos, ler-se títulos, subtítulos, orelhas resumos, apresentações e outros.
Leitura inspensional: caracteriza-se pelo tempo estabelecido para a leitura, a arte de folhear sistematicamente.
Leitura analítica é minuciosa, completa, a melhor que o leitor é capaz de fazer. É ativa em grau elevado. Tem em vista o entendimento com profundidade.  
Leitura sintopica: leitura comparativa de quem lê muito correlacionando-os entre se, nível ativo e laborioso da leitura.
Detalhes sobre a leitura
Os quatros níveis de leitura são cumulativos.
A leitura de mundo antecipa-se a leitura das palavras e a leitura das palavras influencia a leitura de mundo.
Técnicas de leitura segundo MORGAN e DEESE:
Levantamento, pergunta, leitura repetição e revisão.
Segundo MOLINA (1992. p. 3) são sete os passos a serem seguidos na leitura.
Visão geral do capitulo, Questionamento despertado pelo texto, Estudo do vocabulário, Linguagem não verbal ,Essência do texto, Síntese do texto, avaliação.




 Percepções do leitor
O leitor competente transita a vontade pelos quatros níveis de leitura com desenvoltura e autonomia. Esse tipo de leitor é assíduo porque vê na leitura fontes indispensável de novos conhecimentos. Que estariam a sua disposição quando necessário. O leitor precisa observar o que o autor diz. Ele faz leitura comparativa com outros textos que trazem o mesmo assunto. Verifica a relação do texto com o autor. Busca conclusões e entendimentos sobre o texto. Sobre o objeto pesquisado. Os tipos de percepções do leitor são: processamentos ascendentes parte das ideias especificas para as gerais. Descendente  ideias gerais principais é fluente e veloz. A percepção madura utiliza ambos os processos, é consciente e ativo.   









  Grifos
Modos de grifos
Único, duplo e vertical. Um grifo para uma palavra ou tópico frasal. Dois para diferenciar de outros elementos e um grifo vertical para parágrafos.
                                 Os grifos devem ser com inteligência
Conteúdos a serem grifados.
Termos gramaticais
Morfológicos:
Verbos
Advérbios
adjetivos

Sintáxico:
Frases
orações

Articuladores de coesão





Semânticos



Vocabulário



Premissas



Articuladores de texto de Coerência.

















Anotações
Formas de anotações
Corridas





Esquemáticas






Resumidas












Conteúdos das anotações
Morfológicas



Sintáxicas




Técnicos






Semânticos








Treinamentos e aplicativos
Leituras









Grifos







Anotações




Dissertações


Dissertação
Fragmentos da dissertação







Normas técnicas da dissertação






Conteúdos dos fragmentos





Dialética das dissertações


  


Referencia
MEDEIROS, João Bosco. Redação Cientifica, A pratica de fichamento, Resumos e Resenha. Atlas S.A. São Paulo. 8º Ed. 2006.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Brincando de construir conhecimento



Tomando conhecimento do seu próprio corpo
O corpo serve de referencia para diversos conceito e aprendizado, sendo a infância a fase que a criança desenvolve o seu esquema corporal com atividades de movimento diversas. ...” a criança delimita seu corpo próprio do mundo dos objetos através das atividades praticas realizadas nas pesquisas do ambiente. Os jogos e os trabalhos de coordenação global permitem prolongar essa experiência vivenciada com o corpo durante o período pré-escolar.”...
Esse movimento inicia-se no ventre materno, predominando até os cinco anos de idade sobre os estímulos recebidos por outros órgãos do sentido, reforçando a teoria de Wallon, onde, deixa entender que a cognição da criança inicia-se pelo movimento. ...” até os cinco anos , os elementos motores e cenestésicos dominam e tem prevalência sobre os elementos visuais e topográficos. Esta prevalência está em relação segundo De Ajuriaguerra , com a aquisição da dominância lateral.”...  Pelo que se vê há um aumento linear da consciência corporal ao mesmo tempo a ciência do seu eu. Tomando consciência do seu próprio eu a criança se apropria sucessivamente de outros conhecimentos, tomando sempre como base seu esquema corporal. O esquema corporal da origem a: noções espaciais, lateralidade, direcionalidade, logico-matemático, intensidade pouco, muito, pequeno grande maior menor; todos esses conceitos são ampliados e articulados. Uma vez apendido isso de seu próprio corpo, pode ser transferidos e aplicados em outros universos e realidades. Com o tempo a criança e capaz de verbalizar esses conhecimentos podendo tratar deles de forma abstrata. Na sua dinâmica de todo dia, em suas atividades de: jogos, brincadeiras e similares a criança desenvolve habilidades motoras que se transformam em conceitos práticos e depois abstratos, só que de maneira inconsciente. Cabem aos adultos, em especial os professores dessa fase direciona-los melhor para tal proposito. Para tanto o livro de Le Boliche trás nas paginas 162 e 163 um programa de proposta educativa visando desenvolver tais habilidades e conceitos citados a cima. ... ”controle tônico e consolidação da dominância lateral. Descoberta e tomada de consciência das diferentes partes do corpo com verbalização. Para isto o educador chamará a atenção da criança sobre a associação das sensações cenestésicas: sensação de pressão, de contato mais finos, e visuais. Por vezes a criança de olhos fechados, trabalha unicamente as sensações cenestésicas . jogo de imitação a fim de trabalhar a representação mental de seu próprio corpo. Orientação do seu próprio corpo com verbalização. A criança deve estabelecer  relações espaciais cada vez mais precisa entre as diferentes partes do corpo, a fim de alcançar o conhecimento dos eixos do corpo, condição indispensável para ter acesso ao corpo orientado.
Referencias LE BOULCH, O DESNVOLVIMENTO DA PSICOMOTRICIDADE, do nascimento até aos 6 anos de idade

A FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA DA NOVA ERA



UMA NOVA FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Existe hoje uma quantidade significativa de matriz teórica, sendo que todas são consideradas, e pretendem ser ou se consideram superiores umas as outras. A veemência e a força argumentativa empregada em cada uma são sobremodo convincentes. No entanto, quando elas se propõem a explicar, estudarem ou investigarem um mesmo objeto há um confronto. Neste momento acontecem os embates e o dialogo de surdo, onde, cada uma, tenta si sobre por a outra e o foco deixa de ser o objeto para serem outras questões. Questões essas que não interessa aqui explicar. Por este motivo busca-se uma alternativa teórica. E  para alicerçar tamanha pretensão levantam-se algumas argumentações de natureza epistemológicas: os conhecimentos científicos de sustentação das matrizes teórica não são sinônimos de verdade, é baseado num senso comum científico, onde predomina o método e a técnica e não a existência a realidade. A razão sozinha, nem uma única fonte, são capazes de explicar com segurança e confiabilidade, todos os problemas e objetos existentes num cosmo tão vasto. A razão teria que ser perfeita e livre de influencia externa, para realizar tal feito, caso muito raro. A razão existente é construída historicamente, sendo passível de todo tipo de adversidade. Sabe-se que o logos foi eleito em substituição à divindade, a mística a coisas sobre naturais. E não por ser submetida a um estudo aprofundado, e como resultado demonstrou-se capaz e idônea. Além dos problemas levantados sobre a consciência, o pensar humano tem-se o da postura hegemônica do conhecimento científico.
Rascunho
Primeira racionalização epistemológica; Como se construiu ou se constrói o conhecimento? Como os homens construíram o conhecimento? Quais são os alicerces do conhecimento, da ciência do homem? Quais são ou quais foram suas fontes de conhecimento? Á que nível de dialogo epistemológico estão o conhecimento? Apropriando-se da epistemologia: após buscas em algumas literaturas sobre o assunto verificou-se que: o homem se considera capaz de responder e explicar todos os problemas, fenômenos e objetos pela razão e ciência mediante técnica e método de investigação. Sendo que existem duas categorias ou teoria; o materialismo e o idealismo. TRIVINOS 2006 e muitos outros teóricos já explicaram um pouco sobre isso. No entanto para realizar tamanho feito, precisará de um longo tempo. Isto é processual e evolutivo. Para se apropriar dos conhecimentos os homens buscavam de fontes, sendo a primeira a religião a mística, seres divinos e sábios instruíam os homens, depois a filosofia o logos e por ultimo a ciência. ...”É comum ouvir em nossa época que o conhecimento humano se desenvolveu em três fases diferentes: das quais a primeira seria a religiosa, a segunda filosófica e a terceira científica”... curso de filosofia v.I. p.12. Eram três grupos de homens que dividiam o poder e a destra um do outro. Eles governavam o mundo com toda regalia. Essa união durou milênios, uma média de 4500 anos. Após a idade média se separam e cada um formulou a sua teoria sobre a vida, juntou-se os filósofos e cientistas e se opuseram aos eclesiásticos bíblicos. Negando-se toda conhecimento oriundo da igreja e sua fonte. Surgiu o materialismo. Como principio atribuíram qualidades da fonte eclesiásticas a matéria, afirmando ser ela in-criada e indestrutível eterna. O homem e a matéria passaram a ser o centro de todas as coisas. Além dessa existe outras ideologias antropocêntrica. O básico da essência de todas elas é a negação da origem divina. Vale destacar as máximas do materialismo, pois considera-se fortíssima e verdadeira. Existe uma verdade objetiva, a existência antecede a essência, a razão reflete a realidade, a realidade existe independente da razão, a prática é o critério da verdade. O concreto antecede o abstrato há leis na natureza que são aplicadas na sociedade. A matéria e incriada indestrutível eterna, oriunda de partículas que se desenvolveram ao longo de milhões de anos até chegar a esta complexidades de hoje. A matéria tem a capacidade de evoluir. Com relação ao homem afirma-se: O homem é um ser culto construído historicamente, o homem é capaz de conhecer a verdade, esse conhecer é processual evolutivo, só é capaz de conhecer através da razão e da ciência. Essa afirmativa pode ser aplicada sendo fácil de verificar. Associando-se o entendimento disse: o homem é capaz de conhecer a verdade, mas, muitas coisas turvam seu entendimento. Uma das coisas que embaçam o entendimento do homem é de natureza epistemológica. O fato de só aceitar a razão e a ciência para se construir e  aceitar o conhecimento a verdade. Isso se constitui um duplo problema, porque a razão como o homem foi construída historicamente, sendo assim esteve sujeita as imperfeições do processo, a ciência que se sustenta unicamente nas argumentações da razão esta sujeita as mesma imperfeições. Isso pode ser considerado de natureza factual. A afirmativa de que o homem é cultural, torna-o fruto do meio, seu comportamento, seu modo de pensar reflete a sociedade que ele estar inserido, por isso sua razão não é idônea. Tirando o foco da razão e do homem, analisando a historia, percebeu-se que todo o debate ocorre sobre um pano de fundo oculto, que a luta pelo poder, o poder para explorar o homem. Não se busca a verdade das coisas, mas um saber hegemônico que faça calar outros, para dominar e usufruir da vida alheia. A ciência trabalha com verdades validas temporariamente. Muitos conhecimentos não são acrescidos, e sim diminuídos e inferiorizados. Analisando os fundamentos do materialismo percebe-se que: ela se contrapõe ao conhecimento religioso, elegeu a matéria como ponto de partida, atribuiu a matéria qualidades místicas, qualidade essa considerada inacreditável. Os grupos pertencentes a cada matriz teórica se degladeiam intelectualmente. Algumas literaturas já apontam e descrevem a crise da ciência, ou de diversos de seus segmentos. Para sobreviver e manter a sanidade em meio a esse caos precisa-se: posicionar-se, fundamentar-se e elaborar uma epistemologia mais eficiente e eficaz. Baseando-se  na sensatez, equilíbrio e bom senso. Essa nova epistemologia fundamenta-se: na união das fontes, no acréscimo das descobertas, na seleção de princípios; independentes da matriz teórica, os conhecimentos devem resolver os problemas da humanidade. É preciso   continuar acreditando na ciência, na bíblia e em todas as fontes de conhecimento. Considerar cada uma, complemento da outra, sem as quais, as descobertas ficariam imprecisas e incompletas. Esse é o único meio para se adquirir a verdade sobre todas as coisas, ou de uma parte dela. Na pratica seria assim: parte da verdade se obteria pela razão, utilizando sistematização o método, se utilizaria os sentidos a experiência para ver se apontava o mesmo resultado, do mesmo modo verificaria se há uma revelação sobre o assunto, ainda seguido essa lógica se consultaria a filosofia. Com todos esses dados de fontes diferentes se cruzaria as informações, vendo o que elas expressam. Esse método de pesquisa se chamaria: união, convergência, somatório, ação conjunta, S.  XXI, contemporânea, 3º M. Verdade=SOMATÓRIO, 4FC. V= EX+RA+FI+BI. A ciência de hoje não busca a verdade, se buscasse depois de quase cinco mil anos certamente teria achado. Ela afirma que busca conhecimentos validos, cujo o tempo da validade é a da elaboração, mediante método aceitável, de uma nova pesquisa. Suas verdades baseiam-se em outras verdades também temporária e validas, onde não se nega nada, mas também não se afirma nada. Como agravante esses conhecimentos só se sustentam por causa da sociedade, instituições e os títulos, que os validam. Vale o encadeamento de ideais, as técnicas os métodos e uma banca que verificando esses requisitos aprova o conhecimento. Decide-se o que é verdadeiro pela quantidade de teórico que esta falando a mesma coisa, formando assim a ciência do senso comum ou ao contrario. O materialismo uma das matriz teórica mais aceita e defendida, atribuiu qualidades místicas ao material, seu fundamento. Isso fizeram os religiosos para se perpetuarem no poder, o materialismo se apropriou das coisas que repudiavam, eternizaram a matéria. O saber hoje esta extremamente fragmentado. Sabe-se muito de pouco e não se sabe articular e associar os conhecimento.
Como buscar e selecionar conhecimento?
Buscar e selecionar conhecimento relacionado ao objeto de estudo.
Todas as fontes são validas.
Só se estuda para intervir na realidade.
O estudo é constante.