É o que faltava na presente Era, baseá-se em tudo que é bom certo e útil de fortes fundamentos religiosos e científicos, sendo sua natureza convergente, julga todas as coisas e retem o que é bom tem respostas e solução para tudo que existe debaixo do céu inclusive como ter saúde, riquezas, felicidade e tudo que for semelhante.
Um blog que tratará do legado das décadas de 70 80 e 90 fazendo o dialogo com o presente século, trazendo uso e costumes daquela época assim como seu possível resgate.
terça-feira, 10 de março de 2015
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
A minha história e a Educação Física
Aos 27 de fevereiro de 2014 resolvi deixar escrito a minha história que ao meu ver se entrelaça num determinado momento com a história da Educação Física, visto que ela está presente em todos os acontecimentos da humanidade. E por motivo de
força maior, o qual não convém comentar aqui, conheci algumas das
manifestações da Educação Física aos oito anos de idade; a saber: a
capoeira e a musculação e aos 13 anos de idade a dança e as
manifestações afro descendente, sendo que aos 17 anos de idade comecei a
ensinar estas atividade como professor leigo e percorri um duro e longo
caminho até aqui, traçando o caminho inverso de quem atua nessa profissão, pois o normal seria se qualificar para depois ensinar, entendo hoje, que me qualifiquei fazendo. Agora após ter cursado 4 anos de licenciatura na Faculdade Maria Milza posso afirmar que a vida de ensino como professor leigo me deu um acumulado de conhecimento que nenhum nível superior do mundo pode fornecer, a carga horária desses mais de 20 anos de prática excede e muito a carga horária de todo o curso superior, que é mais de 3 mil horas. A propósito recebi educação formal das atividades afro descendente do professor King no SESC de Nazaré em Salvador. Além desse contato pratico tive um contato formal nas aulas do ginásio, período em que a minha geração obtinha contato com a Educação Física. Nesse tempo as aulas de Educação Física eram no turno oposto, cujo os conteúdos eram: calistenia e futsal, quando o professor comparecia. Durante esse momento também as manifestações da Educação Física eram artigo de luxo, fora das escolas publicas os espaços para essas praticas eram raros e muito caro. Então no dia 25 de janeiro de 1971 nascia um menino que 43 anos depois se graduaria em Licenciatura em Educação Física. O Brasil estava encerrando o Regime Militar e iniciando a Nova Republica, muitos setores da sociedade são rediscutidos tomando novos rumos. A Educação Física se contorce nas suas entranha e resolve rever o seu papel na sociedade, se mobilizando para ações inteiramente políticas. Depois de desconsiderar o trato com o corpo o foco agora são as questões sociais, seus pensadores influenciados principalmente pelas ideias de Mark transforma-se em políticos que trabalham com o corpo, o resultado disso é um caos na área, onde a Educação Física perdeu sua identidade, sua essência e sua forma. Hoje existe dois grandes grupos, um tensiona e direciona a Educação Física para a Saúde e um outro para Educação Política e social e as duas de caráter reducionista.
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Uma esperança para nós
Sentença suspende restrições à atuação dos licenciados em educação
física na Bahia e em Sergipe
Com a decisão, os licenciados na área podem atuar tanto como professor
em instituições de ensino, quanto em espaços de educação não-formal, a exemplo
de academias de ginástica, clubes, espaços de lazer, de recreação e de práticas
desportivas.
A 10ª Vara da Justiça Federal suspendeu qualquer
ato que possa restringir o campo de atuação dos profissionais graduados em
cursos de licenciatura em educação física no âmbito funcional do Conselho
Regional de Educação Física da 13ª Região (Cref13/BA-SE). Com a decisão, os
licenciados na área podem atuar tanto como professor em instituições de ensino,
quanto em espaços de educação não-formal, a exemplo de academias de ginástica,
clubes, espaços de lazer, de recreação e de práticas desportivas. A sentença
confirma uma liminar, de fevereiro deste ano, e atende pedidos de uma ação
civil pública proposta pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, do
Ministério Público Federal na Bahia (MPF/BA).
Com a sentença, de 24 de setembro último, os
Conselhos Federal e Regional de Educação Física não poderão mais emitir as
carteiras com a indevida anotação “Atuação Educação Básica”, relativamente aos
profissionais originários dos cursos de licenciatura em educação física. Além
disso, terão de substituir as carteirinhas, já emitidas com essa anotação, de
todos os beneficiários que solicitarem a alteração e sem nenhum custo. Os
conselhos estão sujeitos também ao pagamento de multa de 500 reais em cada caso
comprovado de descumprimento da decisão, e deverão divulgar a sentença em
jornal de grande circulação, afixar aviso na sede do Cref13/BA-SE e nos
respectivos endereços eletrônicos por, no mínimo, 60 dias.
A ação foi proposta por conta da restrição imposta
pelo Cref13/BA-SE à atuação dos licenciados, limitando-a aos ambientes
escolares. Além de não poder trabalhar em ambientes não acadêmicos, os
profissionais ainda recebiam a carteirinha do conselho com a aposição da frase
“Atuação Educação Básica” no anverso da carteira profissional. A prática do
Cref13/BA-SE respaldava-se nas resoluções nº s 182/2009 e 112/2005 do Conselho
Federal de Educação Física (Confef). De acordo com essas normas, as carteiras
profissionais seriam expedidas em conformidade com a formação acadêmica do
graduado, com a existência de um campo específico para distinguir a atuação
profissional.
Lei não faz restrição - Para
o MPF, as duas resoluções do Confef são ilegais e vão de encontro à Lei 9.696/98,
que trata da inscrição dos profissionais de Educação Física nos respectivos
Conselhos Regionais. A lei “não faz qualquer tipo de restrição quanto à
natureza do curso de ensino superior (licenciatura ou bacharelado), exigindo
apenas o diploma obtido em curso de Educação Física, oficialmente autorizado ou
reconhecido”, afirma o MPF na ação ajuizada em dezembro do ano passado. Ainda
de acordo com o órgão, não competem aos conselhos profissionais estabelecer
limitações ao exercício profissional das respectivas categorias, e sim,
verificar se existem ou não óbices legais ou administrativos para o desempenho
da atividade reivindicada.
Na sentença, o Judiciário concordou com a
argumentação do MPF ao entender que a Lei nº 9.696/98 não apresenta distinção
entre os profissionais de educação física de cursos de licenciatura ou
bacharelado, e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação apenas exige que os
profissionais que exerçam a docência na educação básica sejam portadores de
cursos de licenciatura. Para reforçar a tese, o Judiciário cita os artigos 5º,
inciso XIII, e artigo 22, inciso XVI, da Constituição Federal, segundo os quais
apenas lei em sentido formal poderia impor requisitos para o desempenho da
atividade profissional, “não cabendo aos conselhos profissionais, em cerceio ao
direito fundamental ao livre exercício da profissão, por meio de resolução ou
quaisquer atos normativos infralegais, restringir a atuação dos educadores
físicos licenciados aos ambientes escolares”, diz a decisão.
O Confef e o Cref13/BA-SE ainda podem recorrer da
decisão.
Número da ação para consulta processual: 44645-56.2011.4.01.3300/ 10ª Vara Federal
Número da ação para consulta processual: 44645-56.2011.4.01.3300/ 10ª Vara Federal
Leia também:
Assessoria de Comunicação
Ministério Público Federal na Bahia
Tel.: (71) 3617- 2295/2296/2299/2474/2200
E-mail: ascom@prba.mpf.gov.br
www.twitter.com/mpf_ba
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19/10/2012
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Técnicas de apreensão do conhecimento científico
Técnicas
de apreensão do conhecimento científico
esboço
esboço
Definição
de:
Leitura
Grifo
Anotações
Dissertações
Formas
e níveis de leitura
Leitura decodificadora: é uma simples decodificação
dos sinais ortográficos; as letras, as sílabas, palavras, frases e parágrafos.
Leitura superficial na busca de conhecimentos científicos, ler-se títulos, subtítulos,
orelhas resumos, apresentações e outros.
Leitura inspensional: caracteriza-se pelo tempo
estabelecido para a leitura, a arte de folhear sistematicamente.
Leitura analítica é minuciosa, completa, a melhor
que o leitor é capaz de fazer. É ativa em grau elevado. Tem em vista o
entendimento com profundidade.
Leitura sintopica: leitura comparativa de quem lê
muito correlacionando-os entre se, nível ativo e laborioso da leitura.
Detalhes sobre a leitura
Os quatros níveis de leitura são cumulativos.
A leitura de mundo antecipa-se a leitura das
palavras e a leitura das palavras influencia a leitura de mundo.
Técnicas de leitura segundo MORGAN e DEESE:
Levantamento, pergunta, leitura repetição e revisão.
Segundo MOLINA (1992. p. 3) são sete os passos a
serem seguidos na leitura.
Visão geral do capitulo, Questionamento despertado
pelo texto, Estudo do vocabulário, Linguagem não verbal ,Essência do texto,
Síntese do texto, avaliação.
Percepções do leitor
O leitor competente transita a vontade pelos quatros
níveis de leitura com desenvoltura e autonomia. Esse tipo de leitor é assíduo
porque vê na leitura fontes indispensável de novos conhecimentos. Que estariam
a sua disposição quando necessário. O leitor precisa observar o que o autor
diz. Ele faz leitura comparativa com outros textos que trazem o mesmo assunto.
Verifica a relação do texto com o autor. Busca conclusões e entendimentos sobre
o texto. Sobre o objeto pesquisado. Os tipos de percepções do leitor são:
processamentos ascendentes parte das ideias especificas para as gerais.
Descendente ideias gerais principais é
fluente e veloz. A percepção madura utiliza ambos os processos, é consciente e
ativo.
Grifos
Modos de grifos
Único, duplo e vertical. Um grifo para uma palavra
ou tópico frasal. Dois para diferenciar de outros elementos e um grifo vertical
para parágrafos.
Os grifos devem
ser com inteligência
Conteúdos
a serem grifados.
Termos gramaticais
Morfológicos:
Verbos
Advérbios
adjetivos
Sintáxico:
Frases
orações
Articuladores de coesão
Semânticos
Vocabulário
Premissas
Articuladores de texto de Coerência.
Anotações
Formas de anotações
Corridas
Esquemáticas
Resumidas
Conteúdos
das anotações
Morfológicas
Sintáxicas
Técnicos
Semânticos
Treinamentos
e aplicativos
Leituras
Grifos
Anotações
Dissertações
Dissertação
Fragmentos da dissertação
Normas técnicas da dissertação
Conteúdos dos fragmentos
Dialética das dissertações
Referencia
MEDEIROS, João Bosco. Redação Cientifica, A
pratica de fichamento, Resumos e Resenha. Atlas S.A. São Paulo. 8º Ed. 2006.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Brincando de construir conhecimento
Tomando
conhecimento do seu próprio corpo
O corpo serve de referencia para diversos conceito e
aprendizado, sendo a infância a fase que a criança desenvolve o seu esquema
corporal com atividades de movimento diversas. ...” a criança delimita seu corpo próprio do mundo dos objetos através das
atividades praticas realizadas nas pesquisas do ambiente. Os jogos e os
trabalhos de coordenação global permitem prolongar essa experiência vivenciada
com o corpo durante o período pré-escolar.”...
Esse movimento inicia-se no
ventre materno, predominando até os cinco anos de idade sobre os estímulos
recebidos por outros órgãos do sentido, reforçando a teoria de Wallon, onde,
deixa entender que a cognição da criança inicia-se pelo movimento. ...” até os cinco anos , os elementos
motores e cenestésicos dominam e tem prevalência sobre os elementos visuais e
topográficos. Esta prevalência está em relação segundo De Ajuriaguerra , com a
aquisição da dominância lateral.”... Pelo que se vê há um aumento linear da
consciência corporal ao mesmo tempo a ciência do seu eu. Tomando consciência do
seu próprio eu a criança se apropria sucessivamente de outros conhecimentos,
tomando sempre como base seu esquema corporal. O esquema corporal da origem a:
noções espaciais, lateralidade, direcionalidade, logico-matemático, intensidade
pouco, muito, pequeno grande maior menor; todos esses conceitos são ampliados e
articulados. Uma vez apendido isso de seu próprio corpo, pode ser transferidos
e aplicados em outros universos e realidades. Com o tempo a criança e capaz de
verbalizar esses conhecimentos podendo tratar deles de forma abstrata. Na sua
dinâmica de todo dia, em suas atividades de: jogos, brincadeiras e similares a
criança desenvolve habilidades motoras que se transformam em conceitos práticos
e depois abstratos, só que de maneira inconsciente. Cabem aos adultos, em
especial os professores dessa fase direciona-los melhor para tal proposito. Para
tanto o livro de Le Boliche trás nas paginas 162 e 163 um programa de proposta
educativa visando desenvolver tais habilidades e conceitos citados a cima. ... ”controle tônico e consolidação da
dominância lateral. Descoberta e tomada de consciência das diferentes partes do
corpo com verbalização. Para isto o educador chamará a atenção da criança sobre
a associação das sensações cenestésicas: sensação de pressão, de contato mais
finos, e visuais. Por vezes a criança de olhos fechados, trabalha unicamente as
sensações cenestésicas . jogo de imitação a fim de trabalhar a representação
mental de seu próprio corpo. Orientação do seu próprio corpo com verbalização.
A criança deve estabelecer relações
espaciais cada vez mais precisa entre as diferentes partes do corpo, a fim de
alcançar o conhecimento dos eixos do corpo, condição indispensável para ter acesso
ao corpo orientado.
Referencias
LE
BOULCH, O DESNVOLVIMENTO DA PSICOMOTRICIDADE, do nascimento até aos 6 anos de
idade
A FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA DA NOVA ERA
UMA NOVA FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
Existe hoje uma quantidade
significativa de matriz teórica, sendo que todas são consideradas, e pretendem
ser ou se consideram superiores umas as outras. A veemência e a força
argumentativa empregada em cada uma são sobremodo convincentes. No entanto,
quando elas se propõem a explicar, estudarem ou investigarem um mesmo objeto há
um confronto. Neste momento acontecem os embates e o dialogo de surdo, onde,
cada uma, tenta si sobre por a outra e o foco deixa de ser o objeto para serem
outras questões. Questões essas que não interessa aqui explicar. Por este
motivo busca-se uma alternativa teórica. E para alicerçar tamanha pretensão levantam-se
algumas argumentações de natureza epistemológicas: os conhecimentos científicos
de sustentação das matrizes teórica não são sinônimos de verdade, é baseado num
senso comum científico, onde predomina o método e a técnica e não a existência
a realidade. A razão sozinha, nem uma única fonte, são capazes de explicar com
segurança e confiabilidade, todos os problemas e objetos existentes num cosmo
tão vasto. A razão teria que ser perfeita e livre de influencia externa, para
realizar tal feito, caso muito raro. A razão existente é construída
historicamente, sendo passível de todo tipo de adversidade. Sabe-se que o logos
foi eleito em substituição à divindade, a mística a coisas sobre naturais. E
não por ser submetida a um estudo aprofundado, e como resultado demonstrou-se
capaz e idônea. Além dos problemas levantados sobre a consciência, o pensar humano
tem-se o da postura hegemônica do conhecimento científico.
Rascunho
Primeira racionalização
epistemológica; Como se construiu ou se constrói o conhecimento? Como os homens
construíram o conhecimento? Quais são os alicerces do conhecimento, da ciência
do homem? Quais são ou quais foram suas fontes de conhecimento? Á que nível de
dialogo epistemológico estão o conhecimento? Apropriando-se da epistemologia:
após buscas em algumas literaturas sobre o assunto verificou-se que: o homem se
considera capaz de responder e explicar todos os problemas, fenômenos e objetos
pela razão e ciência mediante técnica e método de investigação. Sendo que
existem duas categorias ou teoria; o materialismo e o idealismo. TRIVINOS 2006
e muitos outros teóricos já explicaram um pouco sobre isso. No entanto para
realizar tamanho feito, precisará de um longo tempo. Isto é processual e
evolutivo. Para se apropriar dos conhecimentos os homens buscavam de fontes,
sendo a primeira a religião a mística, seres divinos e sábios instruíam os
homens, depois a filosofia o logos e por ultimo a ciência. ...”É comum ouvir em nossa época que
o conhecimento humano se desenvolveu em três fases diferentes: das quais a
primeira seria a religiosa, a segunda filosófica e a terceira científica”... curso
de filosofia v.I. p.12. Eram três grupos de homens que dividiam o poder e a
destra um do outro. Eles governavam o mundo com toda regalia. Essa união durou
milênios, uma média de 4500 anos. Após a idade média se separam e cada um
formulou a sua teoria sobre a vida, juntou-se os filósofos e cientistas e se
opuseram aos eclesiásticos bíblicos. Negando-se toda conhecimento oriundo da
igreja e sua fonte. Surgiu o materialismo. Como principio atribuíram qualidades
da fonte eclesiásticas a matéria, afirmando ser ela in-criada e indestrutível
eterna. O homem e a matéria passaram a ser o centro de todas as coisas. Além
dessa existe outras ideologias antropocêntrica. O básico da essência de todas
elas é a negação da origem divina. Vale destacar as máximas do materialismo,
pois considera-se fortíssima e verdadeira. Existe uma verdade objetiva, a
existência antecede a essência, a razão reflete a realidade, a realidade existe
independente da razão, a prática é o critério da verdade. O concreto antecede o
abstrato há leis na natureza que são aplicadas na sociedade. A matéria e
incriada indestrutível eterna, oriunda de partículas que se desenvolveram ao
longo de milhões de anos até chegar a esta complexidades de hoje. A matéria tem
a capacidade de evoluir. Com relação ao homem afirma-se: O homem é um ser culto
construído historicamente, o homem é capaz de conhecer a verdade, esse conhecer
é processual evolutivo, só é capaz de conhecer através da razão e da ciência.
Essa afirmativa pode ser aplicada sendo fácil de verificar. Associando-se o entendimento
disse: o homem é capaz de conhecer a verdade, mas, muitas coisas turvam seu
entendimento. Uma das coisas que embaçam o entendimento do homem é de natureza
epistemológica. O fato de só aceitar a razão e a ciência para se construir
e aceitar o conhecimento a verdade. Isso
se constitui um duplo problema, porque a razão como o homem foi construída historicamente,
sendo assim esteve sujeita as imperfeições do processo, a ciência que se
sustenta unicamente nas argumentações da razão esta sujeita as mesma
imperfeições. Isso pode ser considerado de natureza factual. A afirmativa de
que o homem é cultural, torna-o fruto do meio, seu comportamento, seu modo de
pensar reflete a sociedade que ele estar inserido, por isso sua razão não é idônea.
Tirando o foco da razão e do homem, analisando a historia, percebeu-se que todo
o debate ocorre sobre um pano de fundo oculto, que a luta pelo poder, o poder
para explorar o homem. Não se busca a verdade das coisas, mas um saber
hegemônico que faça calar outros, para dominar e usufruir da vida alheia. A
ciência trabalha com verdades validas temporariamente. Muitos conhecimentos não
são acrescidos, e sim diminuídos e inferiorizados. Analisando os fundamentos do
materialismo percebe-se que: ela se contrapõe ao conhecimento religioso, elegeu
a matéria como ponto de partida, atribuiu a matéria qualidades místicas,
qualidade essa considerada inacreditável. Os grupos pertencentes a cada matriz
teórica se degladeiam intelectualmente. Algumas literaturas já apontam e
descrevem a crise da ciência, ou de diversos de seus segmentos. Para
sobreviver e manter a sanidade em meio a esse caos precisa-se: posicionar-se,
fundamentar-se e elaborar uma epistemologia mais eficiente e eficaz. Baseando-se
na sensatez, equilíbrio e bom senso.
Essa nova epistemologia fundamenta-se: na união das fontes, no acréscimo das
descobertas, na seleção de princípios; independentes da matriz teórica, os
conhecimentos devem resolver os problemas da humanidade. É preciso continuar acreditando na ciência, na bíblia
e em todas as fontes de conhecimento. Considerar cada uma, complemento da
outra, sem as quais, as descobertas ficariam imprecisas e incompletas. Esse é o
único meio para se adquirir a verdade sobre todas as coisas, ou de uma parte
dela. Na pratica seria assim: parte da verdade se obteria pela razão,
utilizando sistematização o método, se utilizaria os sentidos a experiência
para ver se apontava o mesmo resultado, do mesmo modo verificaria se há uma
revelação sobre o assunto, ainda seguido essa lógica se consultaria a filosofia.
Com todos esses dados de fontes diferentes se cruzaria as informações, vendo o
que elas expressam. Esse método de pesquisa se chamaria: união, convergência,
somatório, ação conjunta, S. XXI,
contemporânea, 3º M. Verdade=SOMATÓRIO, 4FC. V= EX+RA+FI+BI. A ciência de hoje não
busca a verdade, se buscasse depois de quase cinco mil anos certamente teria
achado. Ela afirma que busca conhecimentos validos, cujo o tempo da validade é a
da elaboração, mediante método aceitável, de uma nova pesquisa. Suas verdades
baseiam-se em outras verdades também temporária e validas, onde não se nega
nada, mas também não se afirma nada. Como agravante esses conhecimentos só se
sustentam por causa da sociedade, instituições e os títulos, que os validam.
Vale o encadeamento de ideais, as técnicas os métodos e uma banca que
verificando esses requisitos aprova o conhecimento. Decide-se o que é
verdadeiro pela quantidade de teórico que esta falando a mesma coisa, formando
assim a ciência do senso comum ou ao contrario. O materialismo uma das matriz
teórica mais aceita e defendida, atribuiu qualidades místicas ao material, seu
fundamento. Isso fizeram os religiosos para se perpetuarem no poder, o
materialismo se apropriou das coisas que repudiavam, eternizaram a matéria. O
saber hoje esta extremamente fragmentado. Sabe-se muito de pouco e não se sabe
articular e associar os conhecimento.
Como buscar e selecionar
conhecimento?
Buscar e selecionar conhecimento
relacionado ao objeto de estudo.
Todas as fontes são validas.
Só se estuda para intervir na
realidade.
O estudo é constante.
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